Congresso Nacional (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (253)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-253
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista com foco nos trabalhadores atuando na construção do Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, três candangos na obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). É possível visualizar apenas as pernas do trabalhador ao centro, com calças, um avental comprido escuro e botas, parafusando a chapa metálica. O trabalhador em destaque (à esquerda) está usando um capacete de construção metálico, vestes simples (uma camisa com estampado de onça, um avental escuro comprido e uma calça mais escura) auxiliando na parafusação da estrutura junto com o outro trabalhador. Outro trabalhador, à direita, também está com capacete de construção metálico e uma camisa clara simples. Ao fundo, a estrutura metálica (provavelmente das torres anexas) com diversos cabos e cordas amarradas. O pilar é unido à viga à esquerda por meio de cantoneiras de ligação, arrebitadas (rebite é um fixador mecânico semi permanente) na sua estrutura. A chapa metálica soldada nesse pilar denomina-se enrijecedor de coluna e tem como função conferir estabilidade à estrutura.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (255)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-255
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista dos perfis estruturais do Palácio do Congresso Nacional na fase de construção. Em destaque, diversos candangos na obra utilizando vestes simples e capacetes de obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). Os perfis estruturais em aço estão distribuídos sobre o chão de terra batida que viria a ser a Esplanada dos Ministérios, para montagem dos ministérios e das torres do Congresso Nacional (SILVA; MELO, 2021). Ao fundo, da esquerda para a direita, algumas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, materiais de construção sobre o chão de terra batida, outra pequena construção temporária e duas máquinas, sendo uma delas um guindaste. No horizonte, vegetação nativa do bioma Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (257)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-257
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista dos perfis estruturais do Palácio do Congresso Nacional na fase de construção. Em destaque, diversos candangos na obra utilizando vestes simples e capacetes de obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). Os perfis estruturais em aço estão distribuídos sobre o chão de terra batida que viria a ser a Esplanada dos Ministérios, para montagem dos ministérios e das torres do Congresso Nacional. Ao centro, próximo aos trabalhadores, um carrinho de mão para auxiliar na obra. Ao fundo, da esquerda para a direita, algumas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais e materiais de construção sobre o chão de terra batida. No horizonte, vegetação nativa do bioma Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (259)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-259
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da cúpula do Senado Federal e dos anexos do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção sem revestimento. Em primeiro plano, a laje de cobertura do Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. Sobre a laje, há alguns materiais de construção e muitas figuras humanas caminhando e atuando na obra. Na base da cúpula do Senado, à esquerda, um pequeno andaime circunda toda a sua base, além de ser possível visualizar a escada provisória sobre a cúpula para os trabalhadores terem acesso à sua cobertura. À esquerda, mais figuras humanas e o que aparenta ser um abrigo provisório de madeira para armazenamento provisório de materiais. Atrás da cúpula, um guindaste atuando no início da construção dos anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (261)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-261
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista com foco no trabalhador atuando na construção do Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, um candango na obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). É possível visualizar o operário trabalhando na montagem das estruturas metálicas, com rebites maciços a quente para unir as peças e uso de martelos pneumáticos (SILVA; MELO, 2021). Este está com vestes simples, luva nas mãos para proteção e capacete de construção metálico. Ao fundo, a estrutura metálica (provavelmente das torres anexas) com diversos cabos e cordas amarradas. O pilar é unido à viga à esquerda por meio de cantoneiras de ligação, arrebitadas (rebite é um fixador mecânico semi permanente) na sua estrutura. A chapa metálica soldada nesse pilar denomina-se enrijecedor de coluna e tem como função conferir estabilidade à estrutura. À esquerda, duas escadas unidas de madeira e mais ao fundo, o edifício principal do Palácio do Congresso Nacional (a base das cúpulas). À direita, tábuas de madeira provavelmente provisórias sobre a estrutura metálica e atrás, uma pilha de outras tábuas de madeira.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (263)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-263
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista lateral de uma grande caixaria (estrutura provisória geralmente feita de madeira, que recebem a armação e o concreto para a confecção das vigas e pilares na obra. Têm como função moldar e dar geometria ao concreto armado, suportando-o até que ele possa se sustentar) sob vigas de aço, as quais estão apoiadas perpendicularmente em duas vigas de madeira acopladas entre si, abaixo delas, situam-se os pilares de madeira firmada em pontaletes. Adjacente a base, verifica-se um trabalhador usando chapéu e trajando camisa longa branca e calça clara de joelho semiflexionado segura um fio elétrico que se eleva até um buraco no topo da caixaria, adjunto a um obreiro que observa-se o interior da estrutura, em questão, e encontra-se apoiado sob uma viga de madeira e pousa seus braços sob a tábua de madeira mais alta, inclinado seu quadril um pouco para trás. Na parte lateral esquerda, visualiza-se um operário negro segurando os pilares, no penúltimo degrau, de uma longa escada alicerçada em duas vigas de madeira assentadas sob placas de madeira sobrepsotas umas as outras. No lado oposto, há grandes degraus simplórias de madeira, sustentada por escoras arrimadas sob placas de madeira empilhadas, que formam um corredor fechado, à esquerda deste, enxerga-se somente a parte superior do corpo de um trabalhador de camisa branca olhando fixamente para cima, ao lado, de uma caçamba de caminhão. Ao fundo, encontra-se um cidadão suspendendo placas de madeira que localizam-se empilhadas mais à frente, adjacente a ele, está um operário de regata e capacete mirando uma surpreendente elevação de terra que supera considerável sua altura. Abaixo da sequência de degraus, é pouco perceptível o tronco de um operário rente a parede da caixaria, paralelamente, à direita, visualiza-se um trilho, esparso, sobre uma outra concentração de terra, no entanto, de menor dimensão. À esquerda da caixaria, perpendicularmente, se faz pouco nítido algumas cercas delimitando perímetros , ocupados por trabalhadores que realizam funções de obra. Sobressai, ao fundo, um pequeno depósito de cobertura íngreme e sem vedação completa, em meio a um poste de iluminação à leste e à oeste, evidencia-se as formas de madeira de pilares, encadeadas contendo aprumadores para seu endireitamento. Ulteriormente, dispõem-se o grande talude que cerca o canteiro de obras do Congresso Nacional.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Sin título

NOV.B.2 (265)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-265
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do que aparenta ser no canteiro de obras/alojamento da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com cabos presos ao mesmo que partem de um alto poste listrado ao centro da fotografia. Logo atrás do poste, placas de identificação da construtora e da empresa de estacas que atuou na fundação da obra do Congresso Nacional escrito: Comp. Constructora Nacional S.A. Rua Mexico-168 T.42-6033 engenheiros responsáveis Laerte Rangel Brigido-Alfredo Veiga de Carvalho; Estacas Franki Ltda. Fundações autor do projeto A. J. da Costa Nunes responsável pela execução Gilberto Pinto Scarpa eng. civil. À direita das placas de identificação, um poste com tronco de madeira com fiação e uma luminária e alguns caixotes de madeira sobre o chão de terra batida. Atrás das placas, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À esquerda da fotografia, é possível identificar dois veículos (da esquerda para a direita) Jeep Rural e Ford F100 de 1951, popularmente conhecido como “vampirinha”. No canto direito da fotografia, mais veículos e materiais de construção sobre o chão de terra batida. No horizonte, vegetação nativa do bioma Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (267)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-267
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista lateral de uma grande caixaria (estrutura provisória geralmente feita de madeira, que recebem a armação e o concreto para a confecção das vigas e pilares na obra. Têm como função moldar e dar geometria ao concreto armado, suportando-o até que ele possa se sustentar) sob vigas de aço, as quais estão apoiadas perpendicularmente em duas vigas de madeira acopladas entre si, abaixo delas, situam-se os pilares de madeira firmada em pontaletes. Adjacente a base, verifica-se um trabalhador usando chapéu e trajando camisa longa branca e calça clara de joelho semiflexionado segura um fio elétrico que se eleva até um buraco no topo da caixaria, adjunto a um obreiro que observa-se o interior da estrutura, em questão, e encontra-se apoiado sob uma viga de madeira e pousa seus braços sob a tábua de madeira mais alta, inclinado seu quadril um pouco para trás. Na parte lateral esquerda, visualiza-se um operário negro segurando os pilares, no penúltimo degrau, de uma longa escada alicerçada em duas vigas de madeira assentadas sob placas de madeira sobrepsotas umas as outras. No lado oposto, há grandes degraus simplórias de madeira, sustentada por escoras arrimadas sob placas de madeira empilhadas, que formam um corredor fechado, à esquerda deste, enxerga-se somente a parte superior do corpo de um trabalhador de camisa branca olhando fixamente para cima, ao lado, de uma caçamba de caminhão. Ao fundo, encontra-se um cidadão suspendendo placas de madeira que localizam-se empilhadas mais à frente, adjacente a ele, está um operário de regata e capacete mirando uma surpreendente elevação de terra que supera considerável sua altura. Abaixo da sequência de degraus, é pouco perceptível o tronco de um operário rente a parede da caixaria, paralelamente, à direita, visualiza-se um trilho, esparso, sobre uma outra concentração de terra, no entanto, de menor dimensão. À esquerda da caixaria, perpendicularmente, se faz pouco nítido algumas cercas delimitando perímetros , ocupados por trabalhadores que realizam funções de obra. Sobressai, ao fundo, um pequeno depósito de cobertura íngreme e sem vedação completa, em meio a um poste de iluminação à leste e à oeste, evidencia-se as formas de madeira de pilares, encadeadas contendo aprumadores para seu endireitamento. Ulteriormente, dispõem-se o grande talude que cerca o canteiro de obras do Congresso Nacional.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Sin título

NOV.B.2 (271)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-271
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal das torres Anexas. Em evidência, na rampa externa, ainda sem acabamento finalizado, encontra-se um homem negro prestes a dar outro passo em sua caminhada, trajando uma camisa de gola polo inserida por dentro de uma calça social que é sustentada por um cinto preto à mostra. Ulteriormente a ele, há um outro rapaz negro de camisa social, também gola polo, de tonalidade mais escura, porém de mangas compridas e calça preta, deslocando-se na superfície diagonalmente. À esquerda da rampa, destaca-se a presença de um poste de iluminação que detém um alto-falante, em sua base, presencia-se um acúmulo de terra misturado levemente com um amontoado de areia, em seguida ao poste elétrico, é possível visualizar a silhueta de estantes de madeira e próximo a varanda, uma coluna envolta por escoras de madeira. No lado direito, observa-se, no sentido baixo-cima, uma mulher de cabelos curtos ondulados, na altura do pescoço, vestindo um casaco e calça clara sentada sob um pano branco. Adjacente a ela, há um homem usando óculos de grau e trajando camisa longa xadrez, ele é acariciado no pescoço por uma mulher de cabelo curto ondulado usando vestido médio de gola rolê. Posteriormente a ela, é possível ver apenas a cabeça de outros dois cidadãos, um de camisa clara e outro de camisa escura. Ao centro da fotografia, sobressai as torres anexas com sua estrutura de aço aparente, contendo entre os edifícios plataformas provisórias, para o possível deslocamento dos trabalhadores. Além disso, verifica-se, à frente de ambas edificações, a presença de dois grandes andaimes que perpassam todos os pavimentos já construídos e cortam as quatros plataformas de proteção localizadas, paralelamente, na base da edificação e ao centro. No sentido oeste, nota-se o Senado ainda sem acabamento finalizado rodeado por dois postes de iluminação interligados.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Sin título

NOV.B.2 (273)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-273
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal do Senado; Em primeiro plano, situa-se o canteiro de obras do Congresso Nacional, à esquerda, evidencia-se a rampa externa em estágio avançado em construção. À leste da rampa, é possível visualizar apenas dois trabalhadores em perfil, adjacentes, a uma mesa de madeira e diversos vergalhões de aço dispostos em fileiras, são permeados por duas placas indicativas. Ao centro da rampa, está um obreiro ao lado de outro profissional de cócoras. No sentido leste da rampa, pousam-se várias barras de aço que juntamente, a uma pequena construção temporária bastante simplória, formam um pequeno corredor. Neste espaço estão presentes dois trabalhadores usando chapéu de palha, um deles agachado, e outro em pé realizando funções da obra. Posteriormente, há outro operário deslocando em sentido ao barril e um poste de iluminação, mais ao fundo, em um nível mais rebaixado, está outro transitando pelo canteiro. À direita da construção simples, quatro profissionais montando estruturas necessárias à obra, dois trabalhadores estão na mesma mesa de carpintaria, os outros dois encontram-se em outros lugares. Adiante, destaca-se as escoras de madeira relacionadas ao processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção. Perto de sua base, nota-se acúmulo de areia que também manifesta-se em menor proporção, na parte direita da rampa, adjacente à varanda do edifício principal. Sob a plataforma, destaca-se o Senado com estrutura quase completa mas acabamento inconcluso. Observa-se que perto da parede direita do monumento, há alguns profissionais esparsos no ambiente, perto da extremidade do edifício principal, visualiza-se uma rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso à cobertura da cúpula da Câmara. No sentido leste-oeste desta edificação, evidencia-se uma caixa d'água, no intermédio, entre um guindaste localizado, próximo a um grande andaime fincado na plataforma, e um poste de iluminação adjacente a um barril. Lateralmente, observa-se o que seriam estacas de madeira. Na extrema esquerda, é possível ver apenas a cabeça de obreiros e mais um barril, circunvizinhos de um grande guindaste posicionando fora da plataforma. Abaixo da parede lateral esquerda, alastra-se área rente a base da Câmara , diversos trabalhadores estão socializando ou efetuando tarefas de seu ofício. Ao fundo, se faz pouco nítido, a esbelta cobertura e parte da cortina de vidro do Supremo Tribunal Federal.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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