Congresso Nacional (Brasília, DF)

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

Congresso Nacional (Brasília, DF)

Equivalent terms

Congresso Nacional (Brasília, DF)

Associated terms

Congresso Nacional (Brasília, DF)

375 Archival description results for Congresso Nacional (Brasília, DF)

375 results directly related Exclude narrower terms

NOV.B.2 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-49
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Em primeiro plano nota-se um terreno descampado em chão de terra batida resultado de um processo de terraplanagem que viria a se tornar o Bosque dos Constituintes (local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte, esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225) ao lado do início da construção da via N1 do Eixo Monumental. Em segundo plano na lateral esquerda na imagem está o Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) localizado no espaço destinado à Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; ainda em segundo plano, na lateral direita da imagem, está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com a estrutura da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de sua fachada finalizadas; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; ao centro da fachada principal do palácio está a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento; inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro), o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70); entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial. Logo atrás do museu, está o Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, com o esqueleto do prédio construído, com as vigas e lajes de concreto aparentes. Em terceiro plano, na lateral esquerda da imagem, atrás do Palácio do Congresso está parte da Esplanada dos Ministérios, com alguns prédios ministeriais em estágio inicial de construção; à direita da imagem, atrás do Palácio do Planalto aparece o acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105), e parte do espaço em que seria construída a Asa Norte, ainda sem alteração na vegetação que se trata de vegetação típica do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (490)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-490
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, com uma linha branca na lateral esquerda da fotografia e algumas marcas do tempo. Vista aérea da composição territorial do Palácio do Planalto. Imagem do Palácio do Planalto, em fase intermediária de construção, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. A fachada principal voltada para a Praça dos Três Poderes, à direita da imagem, é marcada por três aspectos marcantes: a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51); a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Em primeiro plano, na porção inferior da imagem, nota-se a delimitação de estrada em terra batida, resultado do processo de terraplenagem, do percurso onde hoje passa a via N1 e N2 do Eixo Monumental. Na porção central mais à esquerda da imagem (atrás da fachada posterior do Palácio do Planalto) é possível ver várias pequenas movimentações de terra e estruturas de madeira, para a implantação da garagem subterrânea do palácio presidencial; nos entorno do Palácio do Planalto, tem-se a presença de acampamentos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); na lateral direita da imagem nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à uma porção de chão em terra batida que faz parte da composição territorial da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; mais ao fundo da imagem estão pedaços de terra onde hoje ficam a Vila Planalto, o Palácio do Jaburu e o Palácio da Alvorada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (491)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-491
  • Item
  • 30/06/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do canteiro de obras Palácio do Planalto.
Canteiro de obras do Palácio do Planalto em área com piso de terra e diversos materiais de construção sobre o piso. Alguns veículos são visualizados no canto inferior esquerdo, bem como dois caminhões ao centro da fotografia. No canto superior direito, outra parte do canteiro de obras, porém, este possui cercamento simples com estacas, provavelmente, de madeira. Dentro deste canteiro, há mais materiais de construção sobre o piso, alguns veículos e o que aparentam ser depósitos. Ao fundo, piso de terra sem nenhuma construção.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
"

Untitled

NOV.B.2 (492)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-492
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do canteiro de obras do Palácio do Planalto.
Canteiro de obras do Palácio do Planalto em área com piso de terra, diversos materiais de construção sobre o piso e o que devem ser, provavelmente, alguns depósitos. O canteiro possui cercamento simples com estacas, provavelmente, de madeira. Dentro deste canteiro, na parte inferior da fotografia, há recortes no piso, aparentando ser estudo estrutural de fundação para o Palácio do Planalto. À direita uma pista pavimentada está adjacente ao canteiro de obras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
"

Untitled

NOV.B.2 (493)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-493
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Fotografia tirada debaixo do Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade), enquadrando a parte inferior do museu e parte da fachada frontal do Palácio do Planalto. Em primeiro plano nota-se uma pilha de estacas de madeira dispostas à sombra do Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade); na lateral esquerda da imagem é possível ver as delimitações da continuação da Via S1 do Eixo Monumental, em chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem, ainda sem pavimentação, que vai de encontro a Via N1 do Eixo Monumental; em segundo plano nota-se parte da composição territorial da Praça dos Três Poderes, ainda em chão de terra batida, com vários escombros dos restos das obras dos monumentos construídos no entorno da praça; mais ao fundo na imagem está o Palácio do Planalto em estado intermediário de construção, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; vê-se alguns suportes espalhados no corpo do palácio, como parte da fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica). Entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
"

Untitled

NOV.B.2 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-5
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista lateral da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estão os monumentos, com estrutura inacabada; presença de andaimes e sem pintura, relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). Nota-se a concentração de materiais de construção no canto direito do Palácio do Planalto. Alojamentos e galpões de tintura branca localizam-se logo atrás do terrapleno da sede do Executivo e rodeiam também o Supremo Tribunal Federal. Na interseção dos dois monumentos localizados nos vértices inferiores, mais materiais de construção estão enfileirados ao longo do terreno, além disso , destaca-se o Eixo Monumental que ainda está sem a pavimentação completa. No vértice superior, ao redor, do Congresso Nacional há a preparação do terreno para a formação do futuro jardim do Burle Marx. No canto superior esquerdo da foto, é possível visualizar uma pequena amostra de Cerrado.

Untitled

NOV.B.2 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-50
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Círculo de pessoas, em volta do que seria a fundação do Congresso Nacional, admirando a moderna bate estaca da marca Franki. Na extrema direita, ressalta-se a presença do bate estaca com sua grande verticalidade e seus enormes fios que se conectam ao topo, alguns estão pairando no ar, um operário está manipulando o guincho de movimentação e carregamento da bate estaca. Perto da base do maquinário sobressai um grupo de seis trabalhadores reunidos, destoam-se neste agrupamento, um indivíduo de camisa azul escura de calça preta de braços cruzados próximo a uma prancha de madeira para reter o material que sai das perfurações do grande maquinário e outro senhor de idade mais avançada encontra-se com a mão do queijo observando algo no sentido contrário da multidão. Contrasta no ambiente, ao centro e no lado esquerdo, a presença de indivíduos com vestimentas mais sociais e de mulheres no canteiro de obras, algo mais incomum à época, é possível visualizar também algumas crianças em meio a multidão. Ao fundo, predomina o franco processo de desmatamento da vegetação nativa, apenas há uma pequena faixa com rebrotas de espécies do Cerrado um pouco mais densa, em paralelo, o agrupamento de indivíduos.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (51)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-51
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do céu da Praça dos Três Poderes. À esquerda, ressalta-se o Palácio do Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. As torres anexas com sua estrutura de aço aparente demonstrando sua surpreendente monumentalidade. À esquerda, um helicóptero sobrevoando o Congresso Nacional, aparentemente, do modelo BELL 47J (H-13J) - RANGER, que transportava o então presidente da república, Juscelino Kubitschek (1902-1976) com o objetivo de inspecionar as obras da nova capital federal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-52
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista diagonal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com pequenas pedras na parte inferior da fotografia. Em destaque, ressalta-se o Palácio do Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. As torres anexas com sua estrutura de aço aparente demonstrando sua surpreendente monumentalidade. Na base do monumento há mais montes de terra, materiais de construção, um caminhão e uma construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada. Atrás das torres, uma de suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. No caso, na fotografia, visualiza-se a cúpula do Senado Federal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (53)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-53
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista frontal das torres do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, uma larga rampa de madeira que dá acesso à plataforma/base do monumento com uma figura humana (um homem trabalhador) com carrinho de mão. Na base do monumento, há pequenas estruturas de madeira, tábuas de madeira e mais uma figura humana. Ao centro, ressalta-se o Palácio do Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. As torres anexas com sua estrutura de aço aparente demonstrando sua surpreendente monumentalidade. Entre as torres há algumas passarelas que conectam os mesmos. O esqueleto estrutural em aço foi importado dos Estados Unidos e finalizado em 1959.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

Results 231 to 240 of 375