Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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NOV.B.18 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-10
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (que são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Ao centro direito da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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Sans titre

NOV.B.18 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-11
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (que são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Ao centro esquerdo da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, sendo que em alguns trechos a vegetação se encontra com aspecto mais ralo devido a intervenção humana. Na região final da pista assentada, vê-se alguns tonéis agrupados. No limite esquerdo da fotografia, na pista central, está um caminhão azul de carroceria aparentemente vazia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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Sans titre

NOV.B.18 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-13
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendem alguns autores como Gouvêa, 1995 e Holston, 1993. Ao centro esquerdo da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, sendo que em alguns trechos a vegetação se encontra com aspecto mais ralo devido a intervenção humana. Próximo ao limite esquerdo da imagem, um provável Rural Willys trafega na pista marginal (eixinho). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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Sans titre

NOV.B.18 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-15
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a construção do Eixo Rodoviário do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e as delimitações das vias correspondentes à área do Eixo Monumental. Ao centro da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver traços da vegetação de cerrado típico, que permeia quase toda a paisagem. No quadrante inferior esquerdo, no vértice central de encontro dos eixos está a plataforma Rodoviária, rodeada por outras estruturas e edificações sendo erguidas. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento" (Costa, 1957, p.10).Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido.

Sans titre

NOV.B.18 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-16
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas. Registro aéreo da conexão entre o Eixo Monumental (Via S1 e N1) e o Eixo Rodoviário (DF-002), local que viria a abrigar a Plataforma Rodoviária de Brasília. No registro, o Cruzamento entre as vias é evidenciado em pleno processo de obra, o rearranjo topográfico, demarcações realizadas e movimentações de terra se apresentam bem avançados, mas sem asfaltamento. Segundo relatos do Diário de Brasília (1959), a plataforma teve como função evitar os Cruzamentos viários, priorizando os fluxos de trânsito mais rápidos das rodovias, e os mais lentos das vias locais. As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987, p. 12) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contato com a cidade” (...). O Eixo Monumental percorre o centro do registro, sobressaindo das extremidades esquerda e direita da fotografia, estando orientado em norte-sul, sendo possível identificar também a demarcação das vias de retorno viário ainda em terra batida. Da mesma forma, o Eixo Rodoviário transpassa o quadrante inferior do registro, cortando o Eixo Monumental ao meio nas orientações leste-oeste, arqueando-se nos eixos que configuram a Asa Sul do Plano Piloto. No centro do Cruzamento entre os eixos, instalações auxiliares ao processo de obra se fazem presentes, galpões e pequenas edificações - com telhado em duas quedas -, montantes de areia e madeira, além de maquinários. Diversas estradas vicinais interligam pontos estratégicos de passagem de maquinário e materiais para o processo de obra. Acima do Eixo Monumental, no quadrante central esquerdo, parte da área que foi destinada para a locação do Setor Bancário Sul que, segundo a Revista Brasília (1957, p. 12), “lateralmente à intersecção dos dois eixos, mas participando funcionalmente em termos de composição urbanísticos do Eixo Monumental, localizaram-se o setor bancário [...]. O terreno apresenta processo de terraplenagem avançado, com diferenças de topografia bem definidas, havendo a presença de instalações de apoio nas proximidades. Devido ao ambiente de obra, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, além de montes residuais da obra. Em plano posterior ao Cruzamento dos eixos, parte da escala edilícia das superquadras se faz presente entre os eixos, estando em etapas diferentes de construção e pavimentação das vias; com presença de árvores de pequeno e médio porte sobre o solo de gramíneas do Cerrado. O relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Observa-se a presença de uma vasta vegetação de Cerrado (fitofisionomia não identificável), que se estende pelo horizonte e entre as vias de terra batida. Ao fundo, na parte superior do registro, à esquerda do Eixo Rodoviário Sul, doze construções contrastam com a vegetação do Cerrado, possivelmente se tratando de alojamentos para operários pertencentes ao acampamento da Vila Metropolitana, local que hoje faz parte da região do Núcleo Bandeirantes, e foi responsável, antes mesmo da construção de Brasília, abrigar os primeiros candangos engenheiros e trabalhadores da Companhia Metropolitana de Estradas, esta que foi responsável pelas obras de terrapleno da pista de pouso do futuro aeroporto de Brasília (Costa, 2011).
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Sans titre

NOV.B.18 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-17
  • Pièce
  • 30/09/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata pavimentação do Eixo Monumental no Plano Piloto de Brasília, retirada em 30/09/1958. Representante digital apresenta manchas, riscos verdes e uma mancha arroxeada no quadrante inferior esquerdo. Vista da direção da Rodoviária de Brasília, eixo central do Plano Piloto, onde se observa a grande massa de vegetação de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de cerrado sentido restrito (cerrado sentido restrito), sendo cortada por delimitações das vias N1 e S1 do Eixo Monumental e pelo grande retângulo destinado à obra da plataforma da Rodoviária de Brasília, ponto principal dos Cruzamentos entre Eixo Monumental e Eixos Rodoviários (popularmente conhecido como eixão e eixinhos). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"".Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Autor da foto: Mario Fontenelle.
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Sans titre

NOV.B.18 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-19
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem demonstra a construção da Plataforma Rodoviária de Brasília. À esquerda da imagem, observa-se um grupo de trabalhadores próximos às instalações de apoio ao canteiro de obras, com aproximadamente 7 homens. Ao lado e à frente das instalações, pilhas de materiais (principalmente madeira) cobertas por lonas estão localizadas na parte de dentro do cercamento. À frente da cerca que divide a estrada e o canteiro de obras, um homem de camisa clara e calças jeans caminha com sua bicicleta. Mais à direita, um caminhão branco Ford F100 com um homem em pé em sua carroceria, trajando camisa bege e um possível chapéu. Ao lado direito do caminhão, um grupo de, aproximadamente, 11 trabalhadores está agrupado, sendo que um deles - de camisa branca, calça bege e chapéu escuro - à frente, parece carregar um carrinho. Adjacente à curva da pista, uma outra instalação de apoio em madeira. No limite direito da imagem, nota-se o aterro para diferenciar as alturas da plataforma Rodoviária, que assim foi pensada por Lucio Costa (1902-1998) para evitar o Cruzamento de tráfego na região, como vê-se a plataforma de velocidade reduzida a ligar eixos sul e norte e, abaixo, a via expressa que é o Eixo Monumental. As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”.

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Sans titre

NOV.B.18 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-33
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à Plataforma da Rodoviária de Brasília, vista de uma das vias N1 ou S1 (provavelmente da via N1, se considerado o volume de terra à esquerda como sendo o Teatro Nacional), entre os anos de 1958-1960. Em fase intermediária de construção, observa-se a Plataforma Rodoviária ao fundo já construída, com pistas já asfaltadas, entretanto as demais áreas que recebem o paisagismo e vegetação da área central do Eixo Monumental. No terço esquerdo da fotografia, localizam-se montes de terra, sendo um deles possivelmente destinado à construção do Teatro Nacional, mais acima do nível da pista de rolagem. No sopé deste aterro, uma instalação de apoio ao canteiro envolto em um cercado de madeira, abrigando materiais construtivos, trabalhadores e um caminhão (provável Ford F100) branco. No terço central do retrato, pilhas de madeiras e ferro, quatro grandes instalações de apoio e um andaime de madeira. À frente, uma fileira de postes de energia estão centralizados no Eixo Monumental. No terço direito, está uma instalação de apoio com mais materiais de obra em frente e um possível Jeep em tom azulado, no limite da fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)".

Sans titre

NOV.B.18 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-43
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata a terraplenagem de uma área do Plano Piloto, em Brasília - DF, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Região correspondente ao Cruzamento dos eixos Rodoviário e Monumental, sendo a porção maior de terra e localizada na ponta extrema, a região que veio a ser a Praça dos Três Poderes e Esplanada dos Ministérios. Na porção mais horizontal de terra, localiza-se o Eixo Rodoviário e a Rodoviária de Brasília como seu ponto intersectivo. A estrada que desce perpendicular a este retângulo de terra é uma extensão do Eixo Monumental. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). A matriz vegetativa que envolve a área terraplanada é variada, sendo que na parte inferior nota-se apenas cerrado típico, e no restante da fotografia trechos de cerrado típico e trechos de vegetação campestre (campo limpo/sujo), além de linhas com maior densidade de árvores que podem indicar a presença de curso d'água margeado por mata de galeria.
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Sans titre

NOV.B.18 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-49
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção do Eixo Rodoviário Sul do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém manchas esbranquiçadas. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e as delimitações das vias correspondentes à área do Eixo Monumental. Ao centro da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com trechos ralos, indicando intervenção humana nessa área. Além disso, no horizonte a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Entre as construções nota-se árvores do Cerrado dispersas de forma esparsa. Na pista central, trafegando em direção ao limite inferior da imagem, está um caminhão de cabine escura e carroceria clara e, ao lado, um outro caminhão parece trafegar em direção oposta. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Autor da fotografia: Mario Fontenelle
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Sans titre

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