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NOV.B.07 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-37
  • Pièce
  • 1959
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preto e branco formato retrato registra prédios em construção do Setor Bancário Sul (SBS). Em primeiro plano, observa-se trecho de uma rotatória rodoviária abaixo do Eixo Rodoviário Sul, com pessoas circulando pelo canto esquerdo e um caminhão na pista atrás ao viaduto, passando em frente ao SBS. Em segundo plano, há os prédios em construção, da direita para a esquerda, da sede do Banco do Brasil, da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). A sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A), primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva , possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo, atualmente abriga sedes comerciais diversas. O edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul e tem a mesma data de inauguração de Brasília, foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Roza. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimento, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. O edifício do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), projetado pelos arquitetas Alcides Rocha Miranda, Elvio Mackay Dubregas e Fernando Cabral Pinto também já abrigou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mas moveu sua sede em 2022 para edifício na entrequadra 702/902 sul. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (35) e (36) se referem ao mesmo edifício. Imagens complementares do Edifício Seguradoras podem ser vistas nos itens: B.7 (7), B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

Sans titre

NOV.B.07 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-38
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra bloco D do Comércio Local Sul (CLS) 107. A fotografia noturna destaca a edificação composta por dois pavimentos circundados por uma marquise contínua. A fachada principal do bloco comercial é demarcada pelas esquadrias de vidro, intercaladas com paredes de alvenaria. Uma faixa de tijolos aparentes revestem o peitoril do pavimento superior. Na lateral esquerda do prédio vê-se andaimes e escadas de madeira que indicam finalização da construção ou reparos da edificação. Na frente do bloco destacam-se três placas informativas. A primeira, à esquerda, possui as inscrições: "Banco da Lavoura; de Minas Gerais S. A.; Agência Metropolitana". De acordo com o jornal Correio Braziliense, edição 397 de 1961, o Banco da Lavoura foi o primeiro banco de Brasília, construído inicialmente na Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Na segunda placa constam as inscrições: "Revestimentos; material e mão de obra; não identificado; COMAG." A inscrição da terceira placa não pode ser identificada.

Sans titre

NOV.B.07 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-39
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra posto de gasolina (Posto Paulista), então localizado na Avenida Central 385, Núcleo Bandeirante. De acordo com documento ofical da NOVACAP, intitulado "Processo de Aquisição de Imóveis", sob notação NOV-B-10-0157 (27)d, do Arquivo Textual da NOVACAP, Arquivo Público do Distrito Federal, o posto situava-se na "esquina da primeira travessa com a rodovia asfaltada Brasília Anápolis". No mesmo documento, é solicitada, pelo proprietário Kioto Kahi, a cessão de novo lote para transferência do posto para a margem direita da rodovia Brasília - Anápolis. Na fotografia, o posto, construído predominantemente em madeira, com sua cobertura em duas águas (caimento para o centro), é registrado em perspectiva mostrando, na sua fachada frontal, o seguinte letreiro: "ATLANTIC; ATLANTIC LAVAGEM LUBRIFICAÇÃO." Pintadas, acima das esquadrias de vidro, as inscrições: "POS" e "PAULI", sugerem o nome do posto: Posto Paulista. Adjacente à fachada frontal, observa-se um veículo e uma bicicleta estacionados sobre terra batida. Na fachada lateral direita, vê-se esquadria de vidro com produtos visíveis no interior. Contíguos à fachada lateral, seis veículos do modelo DKW Vemag Candango, fabricados em homenagem aos operários que trabalharam na construção da Capital. Ver outra fotografia do Candango no item B.7 (26).

Sans titre

NOV.B.07 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-4
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em formato retrato, colorida. A imagem destaca a obra do edfício da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul, cortado na margem direita da fotograifa. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozateve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Observam-se escoras entre as lajes dos pavimentos e andaimes no térreo e na fachada esquerda do edifício. Ao centro da imagem uma estrutura elevada com a caixa d'água que abastece o canteiro de obras sinaliza com letras de caixa alta, nas cores amarelo e azul, o nome do edifício : "BANCO DO BRASIL". O chão em terra batida envolve o canteiro de obras, onde observam-se barracões e alguns funcionários. Em primeiro plano no sentido diagonal uma estrada úmida também em terra batida. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (3), (5), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

Sans titre

NOV.B.07 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-40
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Registra o Comércio Residencial Sul (CRS) 507, em construção. No primeiro plano, vê-se a Via W3 (sentido Rodoviária do Plano Piloto), ainda em terra batida. Adjacente a ela, do lado esquerdo, observa-se troncos de árvores cortados, possivelmente de espécies nativas do Cerrado. No segundo plano, entre a via e os blocos comerciais, ainda do lado esquerdo, são vistos montículos de terra e areia. Os três blocos, registrados em perspectiva, são compostos por três pavimentos e possuem seu térreo coberto por uma marquise contínua que proporciona sombreamento para os pedestres. Na fachada principal dos blocos é possível distinguir alguns elementos e materiais construtivos convencionais: o uso de alvenaria, os tijolos aparentes no peitoril do terceiro pavimento e as esquadrias metálicas com abertura basculante (segundo e terceiro pavimento). Acima da marquise, nota-se a presença de uma abertura gradeada, possivelmente para a ventilação e iluminação do pavimento térreo. Neste último, por sua vez, vê-se as aberturas, separadas por pilares, que delimitarão as lojas comerciais. Ainda na fachada principal, na primeira loja, vê-se uma faixa com as inscrições: "BANCO LOWNDES S.A; BRASÍLIA". A mesma faixa aparece também na empena cega do bloco. Na frente da primeira loja, sob a marquise, é possível identificar quatro homens, todos vestindo calça social e camisa social de cores claras. No horizonte, céu ensolarado com poucas nuvens. A fotografia B.7 (01), refere-se aos mesmos blocos, em uma fase anterior da construção; a B.7 (14) mostra os blocos ao fundo, em fase posterior e a B.7 (29) refere-se ao mesmo prédio comercial (Banco Lowndes, Bloco A), também em fase posterior da construção.

Sans titre

NOV.B.07 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-41
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra fachada de agência bancária da Caixa Econômica Federal. A fotografia registra, em vista aproximada, espécie de grade, também vista em outras imagens que mostram os blocos comerciais da 507 Sul (ver B.7 (40)). Acima da grade, faixa branca com as incrições: "CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; DO RIO DE JANEIRO; SUCURSAL DE BRASÍLIA". De acordo com matéria publicada no Correio Braziliense, em 28 de agosto de 1960, edição 111, p. 8, no dia 29 de agosto do mesmo ano, seria inaugurada a Agência Central da Caixa Econômica Federal de Brasília. Ainda de acordo com a matéria, "[...] a nova agência daquele estabelecimento de crédito, fica situada na Quadra 107, próximo à Igreja N.S. de Fátima, no Plano Pilôto.". Apesar de atualmentede existir uma agência do referido banco no CLS 107, a fotografia mais se aproxima do padrão arquitetônico do Comércio Residencial Sul 507.

Sans titre

NOV.B.07 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-42
  • Pièce
  • 21/04/1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra o Posto Guarapari com suas estruturas construídas, o hotel e a caixa d'água, na atual Candangolândia. Em primeiro plano, observamos uma via de terra batida com um automóvel Modelo Rural Willys em frente ao hotel, e cerca de cinco pedestres passando. Em segundo plano, há o restaurante a esquerda e o posto de lubrificação e lavagem, cuja a cobertura é a caixa d'água, com trabalhadores encima de ambas as contruções. À direita, nota-se casebres de apoio para a construção dos estabelecimentos. Em terceiro plano, observa-se o horizonte nublado. O posto Guarapari foi o primeiro posto de gasolina da Petrobras no Brasil e o primeiro de Brasília. Além do restaurante, o complexo de prédios de estilo modernista incluía um hotel, um restaurante (que era bastante frequentado por JK) e um edifício de serviços. As construções foram projetadas pelo arquiteto José Bina Fonyat, e no caso da caixa d'água o formato de disco voador lhe rendeu apelidos como Posto do Cogumelo e Posto do Chapéu. Atualmente, de todas as construções, apenas o disco voador e o posto de gasolina permanecem, devido a mobilização dos moradores contra a derrubada do monumento.

Sans titre

NOV.B.07 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-43
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra construção do Edifício Seguradoras, no Setor Bancário Sul. A imagem é composta por dois planos principais: no primeiro, na parte inferior da fotografia, o canteiro de obras onde observa-se a presença de materiais de construção diversos, dos quais destacam-se as ferragens. Nota-se também a presença de duas construções provisórias, utilizadas como apoio para os trabalhadores. Na estrutura da esquerda, composta por pilares e cobertura, é possível identificar um homem sentado sobre o que parece ser uma mesa de madeira. Posterior aos dois abrigos, observa-se uma série de instalações, feitas em madeira, que possivelmente serviam de apoio à construção. No segundo plano, o Edifício Seguradoras, primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva . O prédio possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo e pertencia ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), abrigando a sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A). Atualmente, o prédio abriga sedes comerciais diversas. Na fotografia, é possível ver a estrutura do prédio em etapa de finalização. Nos quatro ultimos pavimentos observa-se a presença de escoras, o que indica que as respectivas lajes estavam em fase de concretagem e/ou cura. Fixadas na base do prédio, há duas placas com as seguintes inscrições: "KOSMOS; ENGENHARIA S.A" e "INSTITUTO DE RESSEGURADOS DO BRASIL; EDIFÍCIO SEGURADORAS BRASÍLIA". Aos fundos da fotografia, em desfoque, vê-se algumas edificações, das quais se identifica, do lado esquerdo, pequena construção de madeira com placa indicando "BNDE", os ministérios e, posterior a eles, parte do Congrsso Nacional. Imagens complementares podem ser vistas nos itens itens B.7 (7), B.7 (36) e B.7 (37) e B.7 (43)

Sans titre

NOV.B.07 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-5
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em formato paisagem, paisagem. A imagem destaca ao centro a fachada principal da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozateve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. A fotografia fechada mostra os pavimentos do mesmo a partir do 15° pavimento. Observam-se a presença de andaimes e escoras entre as lajes de pavimento, sinalizadas por grandes placas em fundo amarelo. De acordo com o projeto, as lajes planas de 450 quilos de sobrecarga não terão nenhuma viga aparente, permitindo a distribuição livre das instalações abaixo das lajes. A construção teve início entorno de abril e maio de 1959, de acordo com o Diário de Brasília Volume X, com previsão de conclusão em um ano. Na cobertura repara-se um letreiro em caixa alta com as iniciais "BBB" e "JK" entre algumas palmeiras dispersas atrás. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (3), (4), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

Sans titre

NOV.B.07 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-6
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em formato paisagem, colorida. Na imagem observa-se em destaque um caminhão, sobre terra batida, fabricado pela Fábrica Nacional de Motores (FNM), sigla pressente no capô frontal branco e vinho. O automóvel da fábrica brasileira, também conhecida como "Fenemê", possui um tanque acoplado à cabine para o transporte de combustível, que aparece cortado na fotografia. Dentro da cabine estão o motorista e uma pessoa no assento de passageiro, não identificadas. O caminhão em destaque possui junto ao capô frontal alguns objetos como buzina e uma bolsa preta pendurada. À esquerda em segundo plano um caminhão vermelho e amarelo da empresa Shell.

Sans titre

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