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NOV.B.07 (39)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra posto de gasolina (Posto Paulista), então localizado na Avenida Central 385, Núcleo Bandeirante. De acordo com documento ofical da NOVACAP, intitulado "Processo de Aquisição de Imóveis", sob notação NOV-B-10-0157 (27)d, do Arquivo Textual da NOVACAP, Arquivo Público do Distrito Federal, o posto situava-se na "esquina da primeira travessa com a rodovia asfaltada Brasília Anápolis". No mesmo documento, é solicitada, pelo proprietário Kioto Kahi, a cessão de novo lote para transferência do posto para a margem direita da rodovia Brasília - Anápolis. Na fotografia, o posto, construído predominantemente em madeira, com sua cobertura em duas águas (caimento para o centro), é registrado em perspectiva mostrando, na sua fachada frontal, o seguinte letreiro: "ATLANTIC; ATLANTIC LAVAGEM LUBRIFICAÇÃO." Pintadas, acima das esquadrias de vidro, as inscrições: "POS" e "PAULI", sugerem o nome do posto: Posto Paulista. Adjacente à fachada frontal, observa-se um veículo e uma bicicleta estacionados sobre terra batida. Na fachada lateral direita, vê-se esquadria de vidro com produtos visíveis no interior. Contíguos à fachada lateral, seis veículos do modelo DKW Vemag Candango, fabricados em homenagem aos operários que trabalharam na construção da Capital. Ver outra fotografia do Candango no item B.7 (26).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (38)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra bloco D do Comércio Local Sul (CLS) 107. A fotografia noturna destaca a edificação composta por dois pavimentos circundados por uma marquise contínua. A fachada principal do bloco comercial é demarcada pelas esquadrias de vidro, intercaladas com paredes de alvenaria. Uma faixa de tijolos aparentes revestem o peitoril do pavimento superior. Na lateral esquerda do prédio vê-se andaimes e escadas de madeira que indicam finalização da construção ou reparos da edificação. Na frente do bloco destacam-se três placas informativas. A primeira, à esquerda, possui as inscrições: "Banco da Lavoura; de Minas Gerais S. A.; Agência Metropolitana". De acordo com o jornal Correio Braziliense, edição 397 de 1961, o Banco da Lavoura foi o primeiro banco de Brasília, construído inicialmente na Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Na segunda placa constam as inscrições: "Revestimentos; material e mão de obra; não identificado; COMAG." A inscrição da terceira placa não pode ser identificada.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (37)

Fotografia preto e branco formato retrato registra prédios em construção do Setor Bancário Sul (SBS). Em primeiro plano, observa-se trecho de uma rotatória rodoviária abaixo do Eixo Rodoviário Sul, com pessoas circulando pelo canto esquerdo e um caminhão na pista atrás ao viaduto, passando em frente ao SBS. Em segundo plano, há os prédios em construção, da direita para a esquerda, da sede do Banco do Brasil, da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). A sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A), primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva , possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo, atualmente abriga sedes comerciais diversas. O edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul e tem a mesma data de inauguração de Brasília, foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Roza. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimento, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. O edifício do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), projetado pelos arquitetas Alcides Rocha Miranda, Elvio Mackay Dubregas e Fernando Cabral Pinto também já abrigou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mas moveu sua sede em 2022 para edifício na entrequadra 702/902 sul. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (35) e (36) se referem ao mesmo edifício. Imagens complementares do Edifício Seguradoras podem ser vistas nos itens: B.7 (7), B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (36)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédios em construção de Brasília, no Setor Bancário Sul (SBS) e na Esplanada. Em primeiro plano, vias ainda em terra batida. Nas vias, há dois carros e uma carroça. Em segundo plano, há o edifício da sede do Banco do Brasil à direita e o edifício seguradoras ao centro, ambos em construção, com barracos de apoio e materiais de construção diversos á frente. No prédio do Banco do Brasil, observam-se diversos trabalhadores dentro da estrutura do prédio. No mesmo plano, no canto direito, há os prédios ministeriais em construção na esplanada. Em terceiro plano, há o horizonte nublado. Entre o primeiro e o segundo plano, placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". O Edifício Seguradoras pertencia ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), abrigando a sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A), que atualmente abriga sedes comerciais diversas. O edifício, primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva , possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo. O edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul, foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Roza. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimento, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (35) e (37) se referem ao mesmo edifício. Imagens complementares do Edifício Seguradoras podem ser vistas nos itens: B.7 (7), B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (35)

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (34)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, a estrutura do pavimento térreo que se projeta nas duas fachadas principais compondo marquises, e no canto à direita uma instalação de apoio com uma via de terra batida ajdacente. Em segundo plano observa-se a torre do prédio em construção. Em terceiro plano, horizonte ensolarado com poucas nuvens. No primeiro plano à direita, totem com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". A marquise foi construída com o intuito de possuir lojas de apoio as empresas, como papelarias e restaurante, mas atualmente a marquise abriga uma agência do Banco do Brasil, e é bastante utilizadas por skatistas devido o seu sombreamento. O edifício foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rosa. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (33)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra contrução do prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, materiais de construção empilhados dos quais nota-se sacos de cimento, betoneiras, areia, além de operários negros. Em segundo plano, observamos um casebre que provavelmente era utilizado como escritório do arquiteto/engenheiro responsável pela obra. Em terceiro plano, há o esqueleto do prédio em construção. Entre o primeiro e o segundo plano, há placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL; COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO EOBRA; MAURICIO CHAGAS BICALHO - PRESIDENTE; J. PEDREIRA DE FREITAS - DIRETOR; CYRO LOPES GONÇALVES - SUPERINTENDENTE; JOAQUIM IGNACIO CARDOSO - CH DEPIM; ERNESTO LUIZ GREVE - ENG DEPIM; RUBELIO FREIRE DE AGUIAR - SEC. EXECUTIVO; ESCRITORIO EM BRASILIA; WAGNER CARVALHO - ENCARREGADO; SAMIR KURY - ENG FISCAL CREA 9747 5ª REG.; ISMAEL M. MENDES ENG FISCAL CREA 2667 - D 4ª REG.; PROJETO E FISCALIZAÇÃO ARQUITETÔNICA; ARQUITETO: ARY GARCIA ROZA; CONSTRUÇÃO; CONSTRUTORA; RABELLO S.A.". As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (34), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (32)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, observamos terra batida com alguns postes em frente à construção e piquetes para marcação das vias. Em segundo plano, observa-se a torre do prédio em construção e a estrutura do pavimento térreo que se projeta nas duas fachadas principais, compondo marquises que são atualmente bastante utilizadas por skatistas devido o seu sombreamento. Em terceiro plano observamos o horizonte ensolarado com nuvens esparsas. Ao centro da imagem, na lateral direita, placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". Atualmente, o térreo abriga uma agência do Banco do Brasil, dentre outros usos. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (33), (34), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (31)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra o restaurante e a caixa d'água do Posto Guarapari, ainda em construção, na atual Candangolândia. Em primeiro plano, observamos a rua de terra batida, com um homem de meia idade do sexo masculino vendendo em uma mobilete algum tipo de alimento, aparentemente pães, a uma criança e um homem adulto. Em segundo plano, há o restaurante ainda em fase de construção, e à direita, casebres de apoio aos trabalhadores. Em terceiro plano, a direita, nota-se trabalhadores executando o escoramento das formas de madeira para a concretagem da caixa d'água, e o horizonte nublado. O complexo de prédios incluía um hotel, um restaurante (que era bastante frequentado por JK) e um edifício de serviços. As construções foram projetadas pelo arquiteto José Bina Fonyat, e no caso da caixa d'água o formato de disco voador lhe rendeu apelidos como Posto do Cogumelo e Posto do Chapéu. Atualmente, de todas as construções, apenas o disco voador permanece lá, devido a mobilização dos moradores contra a derrubada do monumento. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (30)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra caixa d'água do Posto Guarapari, na atual Candangolândia. Em primeiro plano, observamos o complexo modernista em construção com pilhas de madeiras á frente da construção e cerca de seis trabalhadores. Em segundo plano, observa-se a caixa d'água projetada pelo arquiteto José Bina Fonyat, cujo formato de disco voador lhe rendeu apelidos como Posto do Cogumelo e Posto do Chapéu. Em terceiro plano, horizonte ensolarado. O local foi o primeiro posto de gasolina da Petrobras no Brasil e o primeiro de Brasília. O complexo modernista incluía um hotel, um restaurante (que era bastante frequentado por JK) e um edifício de serviços. Atualmente, de todas as construções, apenas o disco voador permanece lá, devido a mobilização dos moradores contra a derrubada do monumento.

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