Citrus sp.

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NOV.B.13 (136)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH) levemente em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. Na margem esquerda da fotografia se enxerga alguns galhos e folhas de um tipo de laranja (Citrus sp.) do pomar próximo ao estacionamento e no canto esquerdo nota-se parte da copa de uma árvore de médio porte (espécie não identificada). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil