Chapéu

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NOV.C.1 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-45
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figura masculina sentada em uma mesa retangular de escritório, infere-se ser de material metálico com um vidro sobre a parte superior. Em um espaço fechado, de paredes de madeira com de porta pintada do mesmo material da parede, que se encontra aberta.
A figura posiciona-se de frente para a câmera com os braços sobre a mesa. À esquerda da imagem o braço realiza ação de escrita com caneta sobre papel. À direita da imagem o braço apoia a folha de papel com um cigarro entre os dedos, no mesmo braço leva um relógio de pulso. Utiliza blusa com gola redonda de mangas até altura dos bíceps do braço. Senta-se em uma cadeira de com o encosto de revestimento em couro com braço à direita da imagem.
O rosto está voltado para a mão que escreve, ficando assim um pouco inclinado. A respeito das características, utiliza cabelo curto, penteados para trás e partido do lado direito da imagem, de cor preta e fios lisos.
Acima da mesa, materiais de escritórios, como: campainha de mesa; pasta de arquivo; carimbos; almofada para carimbo; furador de papel; grampeador; bloco de papeis; encaixe de para pinceis; bandejas de papeis: uma com inscrição: “Entrada” com papeis dentro. Outra bandeja está identificada com a inscrição: “SAÍDA” com uma caixa de embalagem de cor branca que tem a inscrição estrangeira: “Sharpens both sides of blade [...] ance”. Um identificador de nome pessoal com a inscrição: “SYLVIO C. GONÇALVES” e com o cargo: “ASSESSOR DA COMISSÃO”. Há ainda, objetos outros sobre a mesa, utensílio de chapelaria (chapéu), porta cinzeiro, objeto de homenagem e entre outros objetos não-identificados.
"

Sans titre

NOV.C.2 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-42
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia é tirada em um ambiente rural, apresenta caminhões com pessoas em cima. No primeiro plano, há duas figuras masculinas e uma figura infantil (criança) olhando para o lado direito da imagem. As figuras masculinas estão de pé um atrás do outro, e a criança está na frente do mesmo com o braço direito de umas das figuras masculinas no seu ombro. Estão de camisa branca, e atrás , há outra figura infantil (criança) com um vestido roxo com gola branca, de pé com uma figura masculina atrás, e do lado podemos identificar seis (6) figuras masculinas em cima de um caminhão amarelo, com a vista fragmentada devido a um arbusto, cinco (5) das mesmas em pé e uma sentada, dentro do caminhão, há duas pessoas sentadas no banco de frente. Do lado, indo para a esquerda da imagem, há outro caminhão amarelo com cerca de cinco (5) figuras masculinas de pé em cima. Perto da linha vertical esquerda da imagem fotográfica, podemos identificar outros caminhões amarelo e uma figura masculina de utensílio de chapelaria e camisa branca.
No segundo plano, há uma vegetação e por último o céu repleto de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

Sans titre