Cerrado típico

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NOV.A.02 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-1
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"A fotografia está em formato paisagem, preto e branco e foi produzida por Mário Fontenelle. Apresenta uma casa rural interiorana com telhado em quatro águas, situada em um cenário de cerrado típico, localizada na Fazenda Gama área atualmente pertencente ao Brasília Country Club. A fotografia também retrata figuras masculinas na função de trabalhadores que descarregam madeiras de um caminhão Ford F-350, ano 1955.

Observações adicionais: Segundo o Relatório Histórico e Documental do Catetinho (IPHAN, 2017, p. 30) no ofício de 1980 encontrado no processo de tombamento apresenta que ""[...] a delimentação da divisa entre o Catetinho e o Country Club foi oficializada por meio do decreto distrital n. 9.421, de 28 de abril de 1986, que instituia um memorial descritivo 06/86, com a descrição do caminhamento das divisas [...]"". "

Sans titre

NOV.A.02 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-14
  • Pièce
  • 1950 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, autor desconhecido, formato paisagem.
Imagem fotográfica exibe gado solto situado em área campestre do Cerrado (campo sujo) cerrado típico.

Fotografia associada:
NOV-4-4-A-2(4); NOV-4-4-A-2(6); NOV-4-4-A-2(12); NOV-4-4-A-2(13).
Imagens complementares podem ser encontradas no grupo/maço B.6 (Abastecimento), item 109."

Sans titre

NOV.A.02 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-15
  • Pièce
  • 1950 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida, autor desconhecido, formato paisagem. A imagem fotográfica exibe cerrado típico (cerrado no sentido restrito), caracterizado por formações savânicas, bem como palmeiras de buriti (Mauritia flexuosa LF) (RIBEIRO et al., 2023) ao fundo. Percebe-se, alterações humanas na paisagem, por meio de peças de roupas penduradas em um varal. Ademais, existem elementos outros que indicam para tal alteração: barril de metal; objeto de madeira e pontos de revolvimento de terras com plantas exóticas no local. Infere-se, por meio das folhas, com base em Thaís Pereira (2020) que uma das plantas, possa ser um cajuzinho-do-cerrado (Anacardium humile) (ANDRADE FILHO, 2010). A imagem fotográfica, apresenta um corpo d'água com bica, que pode ser parte de um rio da região do Distrito Federal ou do estado do Goiás. (SEMA, 2016)

Sans titre

NOV.A.02 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-5
  • Pièce
  • 1950 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, autor desconhecido, formato horizontal.
Paisagem de capim exótico, também conhecido como capim colonião (Panicum maximum) de origem do continente africano, podendo ser utilizado para produção de alimentos para bovinos. Portanto, há alteração na paisagem natural de cerrado típico.
Informações adicionais:
Segundo Garcez et. al. (2016, p. 131) sobre o local que a vegetação foi transportada, afirmar que: ""[...] O capim-colonião (Panicum maximum Jacq. cv. Colonião) é originário da África, apresentando crescimento perene e limitado em solos inundados ou excessivamente úmidos, tendo maior adaptação aos arenosos férteis, em regiões com boa precipitação. [...]"""

Sans titre

NOV.A.02 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-8
  • Pièce
  • 1950 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, autor desconhecido, formato horizontal.
A imagem fotográfica exibe em primeiro plano plantio de alguma espécie alimentícia (espécie não identificada) em uma fazenda e ao fundo uma única linha de outro tipo de hortaliça (espécie não identificada). Em segundo plano, os limites da fazenda compreendidos por cerca com toras de madeira verticais e arame farpado. Ao fundo, se apresenta a vegetação do Cerrado, com diferentes fitofisionomias se distribuindo pela linha do horizonte, com buritis (Mauritia flexuosa) esparsos. Ainda, foi possível identificar árvores buritis e um corpo d'água. "

Sans titre

NOV.B.2 (101)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-101
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com marcação no chão decorrente das máquinas e do deslocamento no local que será a Praça dos Três Poderes. Ao centro, um pequeno e comprido cercado de madeira à frente de três construções provavelmente para armazenamento de materiais da obra, assim como duas máquinas altas no local onde será a base do Congresso Nacional. Na lateral direita da fotografia, grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (103)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-103
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea da Esplanada dos Ministérios. Em primeiro plano, chão de terra batida com algumas marcações de vias por meio de estradas de terra. Ao centro, início da construção do Palácio do Congresso Nacional localizado na Praça dos Três Poderes. É possível visualizar três construções que provavelmente são galpões de armazenamento de materiais de obra, bem como duas máquinas altas no local onde será a base do Congresso Nacional. Em suas laterais, grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-11
  • Pièce
  • 1958 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, no centro da fotografia, vê-se a Igreja Nossa Senhora de Fátima. Na fachada lateral esquerda , afere-se a janela em fita vertical, característica comum da Arquitetura Moderna, e na fachada principal presencia-se trabalhadores instalando o painel de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Essa última, possui cinco folhas de madeira,a superfície vazada por figuras geométricas em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido de origem italiana, e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes. O edifício é circundado por uma vasta área de gramado plantado e um pequeno cercado. Na fachada posterior, sob a marquise, a cobertura formada a partir da projeção da laje, visualiza-se um gerador protegido por uma pequena estrutura de madeira, e atrás uma estrada de terra. Ao fundo, posterior à Igreja, verifica-se remanescente de cerrado típico (cerrado sentido restrito), e à direita, percebe-se parte do depósito da Novacap, voltado para a via W2 Sul, via paralela à W3 Sul, na Quadra 508 Sul e, provavelmente, moradias provisórias em madeira dos trabalhadores para a construção da nova capital.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sans titre

NOV.B.2 (117)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-117
  • Pièce
  • 18/03/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista central da escadaria, ainda em construção, da Igreja da Nossa Senhora de Fátima, sendo concluída por diversos trabalhadores que circundam, por dentro, uma grande forma de aço elaborada para realização de concreto. Placas de madeira encontram-se espalhadas ao longo de toda a escadaria. Ao final da escadaria, da esquerda para a direita, uma casa simples composta de madeira com teto íngreme e um banheiro externo. Ao redor deste domicílio, barris de metal; toras de madeira e materiais de construção. À direita, um amontoado de areia espalhado pelo solo. Mais ao fundo, uma longa via central de “chão de terra batida”, e nas laterais observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Novamente à direita, um edifício branco com cobertura íngreme em meio a vegetação e à esquerda a estrutura ainda em finalização do depósito da Novacap.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sans titre

NOV.B.2 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-13
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da construção da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. Em primeiro plano, piso modificado com a presença de um caminhão Chevrolet GMC transportando quatro homens na carroceria. Logo atrás, cerrado típico com alterações humanas como remoção de parte da vegetação e abertura de estradas. Ao centro, estruturas de andaimes em madeira e barras de metal que sustentam a construção dos pilares. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. Há a presença de três pilares, sendo um central, com altura de 450 cm e uma cruz em cima e as outras duas na lateral esquerda com a altura de 350 cm, que sustentam a Igrejinha, os quais são de concreto armado e trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a cobertura com área total de 362,5 m² foi dividida em seis lajes apoiadas em cinco vigas invertidas, com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo como uma catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. Além disso, há piso modificado e trabalhadores nos arredores do edifício. Ao fundo, da esquerda para a direita, parte da cobertura do depósito da Novacap voltado para a via W2 Sul, ao lado da W3 Sul, na quadra 508 Sul, e moradias provisórias dos trabalhadores em madeira, com cerrado típico antropicamente alterado à frente.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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