Cerrado típico

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NOV.B.15 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-2
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida no formato paisagem. Em destaque, a Estação de Rádio L2 Sul. Em primeiro plano, um terreno árido com uma superfície irregular e pedregosa, de tons avermelhados e marrons, característica do solo do Cerrado. Há a presença de pequenas vegetações esparsas, aparentemente, mudas recém plantadas. Em segundo plano, encontra-se uma construção longilínea e horizontalizada, discretamente elevada do solo, com revestimento de tábuas de madeira escamadas (sobrepostas umas as outras) pintadas de branco, janelas altas em fita e telhado de uma água com inclinação mínima. Afere-se várias antenas e fios instalados em sua cobertura, atestando a funcionalidade do edifício em proporcionar a comunicação via rádio. Na fachada frontal do edifício, a cobertura se projeta para frente criando uma pequena cobertura, também servindo como marcação da entrada desse. Um grupo de pessoas está parado sob essa projeção, possivelmente buscando abrigo do sol ou envolvido em uma conversa casual. À esquerda desse agrupamento, é possível ver uma lambreta apoiada na parede da fachada, enquanto à direita, no limite do enquadro, aparece parcialmente um veículo, ao que tudo indica, uma Kombi de cor bege. À esquerda, na parte posterior da construção, há uma extensão do edifício, uma área anexa igualmente executada em madeira tabuada, cuja função útil é desconhecida. No plano de fundo, o céu está amplamente ocupado por nuvens volumosas e algodoadas, sugerindo a possibilidade a iminência de chuva, na lateral esquerda, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com destaque para uma árvore de médio porte (espécie não identificada) nativa do bioma.

Sans titre

NOV.B.15 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-3
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em cores no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, a Central Telefônica Sul, em processo de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com gramíneas esparsas, indicando remoção recente da vegetação, e na porção inferior à esquerda, um amontoado de terra de tons avermelhados, característica do solo do Cerrado. Em segundo plano, há estacas de madeira, formando um cercamento, que delimita a área de intervenção e, ao longo dessa, amontoados de terra provavelmente provenientes de movimentações do terreno. Há duas placas de identificação com as inscrições (respectivamente da esquerda para a direita): "CENTRAL TELEFÔNICA SUL [em destaque]/ NOVACAP [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] DEPARTAMENTO/ DE EDIFICAÇÕES 5ᵃ DIVISÃO" e "ESTACAS FRANKI LTDA./ FUNDAÇÕES (...)[restante ilegível]". Na segunda placa, parte das inscrições estão ilegíveis, mas se infere tratar dos nomes dos responsáveis técnicos e endereço da empresa. Mais adiante, está o edifício da Central Telefônica Sul com a execução em andamento. Sua estrutura (pilares e laje) encontra-se ainda enformada e apoiada por tábuas em madeira e há escoramentos montados ao longo da porção visível do edifício. Na parte posterior, há uma torre treliçada com uma escada central, ao que tudo indica executada em madeira, constituída por quatro apoios e travamentos diagonais (contraventamentos), possivelmente erigida para alojar a antena telefônica. Ao fundo, há postes de iluminação e na lateral esquerda, nota-se copas de árvores de médio/grande porte nativas do Cerrado, cujas espécies não são identificáveis.

Sans titre

NOV.B.15 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-4
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, a Central Telefônica Sul, em processo de construção. Em primeiro plano, na porção inferior à esquerda, um amontoado de entulho e, mais à frente chão de terra batida. Em segundo plano, há estacas de madeira, formando um cercamento, que delimita a área de intervenção e, ao longo dessa, amontoados de terra provavelmente provenientes de movimentações do terreno. À extrema esquerda, há duas placas de identificação com as inscrições (respectivamente da esquerda para a direita): "CENTRAL TELEFÔNICA SUL [em destaque]/ NOVACAP [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] DEPARTAMENTO/ DE EDIFICAÇÕES 5ᵃ DIVISÃO" e "ESTACAS FRANKI LTDA./ FUNDAÇÕES (...)[restante ilegível]". Na segunda placa, parte das inscrições estão ilegíveis, mas se infere tratar dos nomes dos responsáveis técnicos e endereço da empresa. Na extrema direita, há uma terceira placa indicativa onde se lê: "SOCIEDADE IMOBILIÁRIA E COMERCIAL PAULISTA SICOPAL/ Sicopal/ [à esquerda] ENG ᵒˢ RESPONSÁVEIS/ ALBERTO LANG - CREA 5644/ MILTON OLIVO - CREA 8671/ ROBERTO BUENO - CREA 8724/ [à direita] AV. LIBERDADE/ TEL. 35-0114 S.". Mais adiante, está o edifício da Central Telefônica Sul com a execução em andamento. Sua estrutura (pilares e laje) encontra-se ainda enformada e apoiada por tábuas em madeira e há escoramentos montados ao longo da porção visível do edifício. Na parte posterior, há uma torre treliçada com uma escada central, ao que tudo indica executada em madeira, constituída por quatro apoios e travamentos diagonais (contraventamentos), possivelmente erigida para alojar a antena telefônica. Ao fundo, há postes de iluminação e na lateral esquerda, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Sans titre

NOV.B.15 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-5
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, edifício provisório dos Correios e telégrafos. Em primeiro plano, há um solo planificado com aspecto arenoso. Em Segundo plano, é um prédio de madeira elevado do chão por pilares, também de madeira, provavelmente para proteção contra umidade ou inundações. Na fachada principal, há uma grande inscrição anunciando "DCT. CORREIOS e TELÉGRAFOS", indicando que o edifício é uma instalação provisória para serviços de correios e telégrafos. A sigla "DCT" refere-se ao “Departamento de Correios e Telégrafos”, uma autarquia criada em 1930, substituída em 1967 pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), uma empresa pública, vinculada ao Ministério das Comunicações. A porta do edifício está aberta, e é possível ver pessoas aguardando na parte interna. No plano de fundo, observamos o céu claro e linhas de transmissão de energia elétrica, características de infraestrutura que estavam sendo implantadas na nova capital. A presença de postes de eletricidade com vários braços e isoladores sugere o rápido desenvolvimento de comunicações e serviços públicos na região. A fotografia captura um momento de transição, mostrando estruturas temporárias que foram necessárias para o funcionamento da cidade enquanto Brasília estava sendo construída. O uso de um prédio modular para os serviços de correios e telégrafos reflete a necessidade de instalações funcionais que pudessem ser erguidas rapidamente para atender às necessidades de comunicação em uma cidade em rápido crescimento.

Sans titre

NOV.B.15 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-6
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, há uma telefonista, operando o primeiro sistema de telefonia montado na NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) em 08/09/1958. Ela está vestida com uma blusa listrada de mangas curtas, usa um óculos de sol de estilo vintage e segura um telefone antigo. A sua postura e expressão facial transmitem uma atmosfera relaxada e alegre. O dispositivo à direita na imagem é uma central telefônica manual operada por atendentes. Para realizar uma chamada, o usuário girava uma manivela do seu telefone para enviar um sinal à central. Esse sinal era conhecido como “corrente de toque” e alertava a telefonista e essa, por meio de conectores chamados “pegas”, estabelecia fisicamente a conexão entre a linha do chamador e a do destinatário, permitindo assim a comunicação entre os dois usuários. No topo do quadro de plugues, há algo que se parece com uma antena, parte do sistema de sinalização da central. Ao fundo, a textura e o padrão da parede sugerem ser painéis ou tábuas de madeira. Essa imagem documenta não apenas a tecnologia de telecomunicação de uma era passada, mas também o papel importante das operadoras de telefone, que eram predominantemente mulheres.

Sans titre

NOV.B.15 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-7
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, o retrato de uma mulher que posa para a foto. Ela está sentada, reclinada ligeiramente para trás, sorri para a câmera com um olhar ligeiramente inclinado demonstrando relaxamento, e seu braço se apoia numa superfície que parece ser o topo de uma mesa ou balcão. Sua vestimenta consiste de uma blusa de listras horizontais, complementado por um pequeno broche na altura do peito. Seu cabelo é escuro, curto e ondulado e sua maquiagem parece suave, com um destaque nos lábios, possivelmente usando um batom em uma tonalidade escura ou vermelha. A maneira como ela se posiciona e o contato visual com a câmera sugerem que a foto foi tirada em um ambiente informal, talvez durante uma pausa em suas atividades diárias. Ao fundo, a textura e o padrão da parede sugerem ser painéis ou tábuas em madeira.

Sans titre

NOV.B.15 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-8
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, imagem aérea que retrata uma torre, possivelmente de telefonia, circundada por construções simples esparsadas. No primeiro plano, a terra é amplamente desprovida de vegetação, indicando um desenvolvimento em andamento. Várias trilhas de veículos convergem em um ponto a torre de estrutura metálica treliçada se ergue. Próximo a sua base, há construções simples, há um veículo estacionado, aparentemente uma Kombi, e o acesso a essa área é feito por meio de uma estrada de terra. À esquerda, uma estrada de terra corta o terreno, ladeada por postes de eletricidade que se estendem para fora da cena. No plano de fundo, ao ladeando a área descampada, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo do plano piloto, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, em que é possível identificar trechos com adensamento de árvores (formação savânica ou florestal) e trechos com pouca ou ausência de árvores (campo sujo ou campo limpo). Envolvendo a área de vegetação, é possível aferir a paisagem de Brasília em desenvolvimento, com edifícios já erguidos ou em avançado processo de construção, possivelmente de uma Superquadra. Não há pessoas claramente visíveis na fotografia, o que indica que a imagem pode ter sido tirada em um momento de baixa atividade no local ou que as pessoas presentes são indistintas devido à escala e à perspectiva aérea.

Sans titre

NOV.B.15 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-9
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, imagem aérea que retrata uma torre, possivelmente de telefonia, circundada por construções simples esparsadas. No primeiro plano, há uma torre de aço, notável pela sua forma reticular, posicionada ligeiramente à direita do centro da imagem. A torre é cercada por vários pedaços de madeira e outros materiais espalhados irregularmente ao redor de sua base. Adjacente à torre, há construções simples, com telhados de duas águas e veículos chegam até essa área por meio de uma estrada de terra. À esquerda da torre e das construções, o terreno de terra é marcado por inúmeras trilhas que sugerem movimentação frequente de veículos ou maquinário pesado, contudo não estão presentes na imagem. As pessoas na imagem parecem estar envolvidas em atividades típicas de construção ou manutenção, embora suas ações específicas não estejam claras devido à perspectiva distante. No plano de fundo, a área é dominada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), marcando o limite da paisagem desmatada. À direita, há uma estrada que se estende da parte inferior até o horizonte, sem veículos visíveis, delineada por postes de eletricidade que seguem sua trajetória.

Sans titre

NOV.B.18 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-1
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro à margem do Eixo Rodoviário (popularmente conhecido como eixão) transitado por automóveis e em plano de fundo visualiza-se as superquadras durante os primeiros anos da construção de Brasília entre 1956 e 1960. A disposição dos conjuntos residenciais e a trama viária se deram no plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital através do eixo rodoviário, este que, segundo a edição “Arquitetura e Engenharia” da Revista Brasília (Pinheiro, 1960, p. 9), “foi arqueado, de acordo com a topografia local, e veio a formar o tronco da circulação, livre de Cruzamento graças ao recurso dos trevos e passagens de nível, que conduz às superquadras residenciais, estabelecidas em ambos os lados seus” que, conforme relatou Lucio Costa em uma das edições da Revista Brasília de 1957, “o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). A construção das pistas do Eixo Rodoviário e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - pista central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da pista central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Localizam-se na via: um veículo de modelo Chevrolet Biscayne cor bege, trafegando em primeiro plano; um caminhão verde e mais dois automóveis transitam em lados opostos da avenida (o da esquerda, é, provavelmente, um Rural Willys; e o da direita, possivelmente, um Ford F100 1951 “Vampirinha”); ao fundo do registro, veículos dispersos não identificaveis locomovem-se pelo eixo rodoviário; adjacentes à via, postes de iluminação. No quadrante inferior esquerdo, o canteiro lateral em terra seca contendo pedras e pedaços de madeira, caracterizando o processo de obra recente. Entre os canteiros centrais das vias, o solo ainda em terra, com poucas árvores. No quadrante central do registro, adjacentes ao eixo rodoviário, notam-se três conjuntos residenciais das superquadras, apresentando níveis diferentes do processo construtivo: o primeiro ao centro do registro, em plano posterior ao eixão, caracteriza-se ainda em processo de obra devido a presença de andaimes nas fachadas; aspecto de fachadas vazadas e empenas cegas (fachada sem aberturas, janelas ou portas) ainda em concreto aparente; além de esqueletos estruturais ainda evidentes. Ao fundo, outros dois conjuntos implantados em lados opostos do Eixo Rodoviário já apresentam detalhamentos mais específicos, aparentando estarem finalizados ou em processo de finalização devido a falta de andaimes, com destaque das esquadrias colocadas e pinturas nas fachadas. Os conjuntos residenciais, conforme descritos por Lucio Costa compõem a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73). Do lado direito do registro, duas vias paralelas em declive, ladeadas por areas de terra batida e ao fundo à direita adensamento de árvores - de pequeno e médio porte - caracterizam uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com árvores esparsas entre os eixos, próximos às construções, tornando-se mais densa conforme se distancia da via, à direita da imagem.

Sans titre

NOV.B.18 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-2
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a construção de um prédio das superquadras do Plano Piloto. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Em um terço da imagem observa-se a construção das pistas do Eixo Rodoviário de Brasília e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver resquícios da vegetação nativa do local - cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte. Ao centro da imagem observa-se um prédio residencial de uma das superquadras da Asa Sul. As superquadras caracterizam o conjunto denominado por Unidade de Vizinhança. A primeira Unidade de Vizinhança construída é composta pelas superquadras 107, 108, 307 e 308). O prédio residencial em destaque na imagem está inacabado, em etapa de construção, pois parte de sua estrutura expõe vigas e pilares, enquanto outra parte já possuí suas vedações (paredes) concluídas. Na região esquerda da fotografia aparecem duas torres metálicas e parte da fachada de um outro prédio residencial em construção. À direita do prédio central, é possível ver algumas instalações de apoio ao canteiro, localizadas entre o prédio e o cercamento da obra. Essas instalações se estendem até o limite direito da imagem, vistas atrás da massa vegetativa. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento" (Pinheiro, 1957, p.10).

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