Cerrado típico

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Cerrado típico

Termos equivalentes

Cerrado típico

Termos associados

Cerrado típico

142 Descrição arquivística resultados para Cerrado típico

142 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.B.10 (60)

"Fotografia em formato paisagem, preto e branco, vista aérea. Ao centro da imagem, em terreno mais elevado que o entorno visualiza-se uma edificação em construção e materiais e estruturas de apoio à obra. À sua direita estruturas de caráter prosivório, provavelmente em madeira, configuram os barracões de obra, enquanto à esquerda observam-se estruturas arqueadas dispostas em linha sobre o solo em processo de secagem. Tais estruturas curvas de concreto foram, provavelmente, moldadas in-loco e utilizadas para execução da cobertura da edificação em destaque. Na paisagem atrás do canteiro, que se estende até a linha do horizonte, há uma via larga que corta diagonalmente o terreno com vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). E em primeiro plano, no terreno íngreme que sucede o platô do canteiro nota-se um veio de água corrente sobre o solo. As estruturas de concreto mencionadas podem ser melhor observadas nos itens B.4(44) e B.4(18).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (91)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra maquinário em cascalheira próximo à barragem do Lago Paranoá. No primeiro plano, observa-se um montículo de pedras a serem trituradas. Do lado direito da fotografia, nota-se vegetação típica do Cerrado, um arbusto, e uma árvore de grande porte popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea), em que ao fundo há outra árvore da espécie. A espécie ocorre no cerrado sentido restrito e cerradão. De acordo com Silva Júnior (2012), a espécie ""[...] aglomera-se em afloramentos de quartizitos e altitudes superiores a 1000m."" (SILVA, 2012, p. 172) No centro da imagem, em destaque, vê-se trabalhadores manipulando um britador (equipamento para a trituração da brita). Do lado esquerdo da fotografia, guindaste da empresa Manitowoc, também sendo manipulado. Nos itens B10 (40) e B10 (92) é possível ver o guindaste sendo utilizado para a montagem do britador. No terceiro plano vê-se área de cerrado típico (cerrado sentido restrito), em contraste com a área desmatada para a instalação do maquinário. Ver imagens complementares: itens B10 (32), B10 (34), B10 (36), B10 (40), B10 (92), B10 (99) e B10 (100). No grupo B04 (Materiais de Construção), itens B04 (25) e B04 (27), também é possível ver fotografias de maquinários em cascalheiras. Para a identificação do maquinário, contou-se com a consultoria do professor Oscar Luís Ferreira (FAU UnB). Fotografia de Mário Fontenelle.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (92)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra trabalhadores montando maquinário (britador) em cascalheira próximo à barragem do Lago Paranoá. No primeiro plano, em destaque, vê-se parte da esteira do britador sendo presa ao gancho do guindaste, por meio de cabos de aço. Em volta da esteira, há oito figuras masculinas. Ver Fotografia 88, onde aparece um dos homens. No segundo plano, no lado direito da fotografia, vê-se parte do britador (equipamento para trituração da brita) e, no lado esquerdo, equipamentos não identificados. No plano de fundo vê-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), em contraste com a área desmatada para a instalação do maquinário. Ver imagens complementares: itens B10 (32), B10 (34), B10 (36), B10 (40), B10 (91), B10 (99) e B10 (100). No grupo B04 (Materiais de Construção), itens B04 (25) e B04 (27), também é possível ver fotografias de maquinários em cascalheiras. Para a identificação do maquinário, contou-se com a consultoria do professor Oscar Luís Ferreira (FAU UnB). Fotografia de Mário Fontenelle.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (41)

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial entre o Cerrado e o processo construtivo de Brasília, ocorrida entre os anos 1956 e 1957. Na parte inferior da fotografia, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e logo atrás o adensamento de árvores caracteriza um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se instalações que provavelmente tratam-se de moradias e instalações de apoio que foram destinadas aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008). Ao fundo do registro, um guindaste e estruturas metálicas contextualizam o processo de construção das torres do Congresso Nacional, Senado e Câmara, rodeado por vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se um vislumbre da cúpula menor voltada para baixo - que abriga o Plenário do Senado Federal. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, percebe-se o agrupamento de instalações - moradia e canteiro de obras - dos operários, instalações simples em madeira, em torno do que veio a ser a Esplanada do Ministérios estando em destaque o processo de obra da construção de Brasília. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (10)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) com coberturas pré-moldadas convexas e na parte superior e à direita, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao redor das construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com sinais de interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (11)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) com coberturas pré-moldadas convexas e na parte superior e à direita, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao redor das construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com sinais de interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (12)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posicionamento das tubulações de água que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Há esquerda, chão de terra com escavação; ao centro as tubulações; à direita, um pequeno guindaste sobre esteiras. Ao fundo, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (13)

Fotografia em cores, formato retrato. Vista do posicionamento das tubulações para saneamento de água sob chão de terra com escavação que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Ao centro as tubulações posicionadas; à direita ao fundo, parte das tubulações. Ao longo da tubulação, na lateral direita, nota-se algumas árvores nativas do Cerrado de médio e grande porte, com destaque para a árvore de grande porte ao fundo, popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). Ao fundo, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (14)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posicionamento das tubulações de água sob chão de terra com escavação que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Ao centro as tubulações posicionadas; à esquerda ao fundo, parte das tubulações. Vista da construção das tubulações de esgoto. Nas laterais da tubulação, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (16)

Fotografia em cores, formato paisagem, provavelmente de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986) com base no item semelhante NOV-D-4-4-B-14 (57). Vista do posicionamento de uma tubulação para saneamento de esgoto. Há esquerda, chão de terra com escavação; ao centro as tubulações; à direita, três figuras humanas sendo que uma está sobre uma máquina Caterpillar MD 7 Pipelayer. Ao fundo, ao centro e na lateral direita, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (57) e (65) com alteração de coloração, enquadramento e movimento de figuras humanas.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 31 a 40 de 142