Cerrado típico

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Cerrado típico

Termos equivalentes

Cerrado típico

Termos associados

Cerrado típico

142 Descrição arquivística resultados para Cerrado típico

142 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.C.2 (31)

"Fotografia colorida em formato retrato, de autoria de Mário Fontenelle datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por três planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos funerários, galhos e folhas por cima, uma árvore retorcida; trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). Em cima do túmulo, coroas de flores não-identificadas e arbustos. Em volta do túmulo, terra vermelha batida delimitada. Próximo ao túmulo, ao lado direito da fotografia, árvore retorcida do cerrado. O segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico, sendo que este está no terceiro plano. Neste último, complementa com o céu composto por nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:

NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (34);
NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147);
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (30)

"Fotografia de Mário Fontenelle. Imagem fotográfica em formato horizontal e colorida, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por três planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus) de cores brancas. Em volta do túmulo, existe um embasamento com pavimentação, similar ao concreto ou pedras, em formatos quadrados, criando assim, uma base retangular. Em duas extremidades, do lado esquerdo, existe em cada uma planta de coqueiro ou palmeira (Arecaceae sp.), de pequeno porte, em cada extremidade. Fixado ao túmulo, ao lado direito da fotografia, estrutura da cruz em madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.). Ao redor do embasamento do túmulo, existe areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha. O segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico, sendo que este está no terceiro plano. Neste último, complementa com o céu composto por nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (34);
NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147);
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (29)

"Fotografia colorida em formato paisagem de autoria de Mário Fontenelle, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por dois planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus) de cores brancas e tonalidades roxas. As coroas possuem faixas com frases, das quais não é possível identificar as inscrições. Em volta do túmulo, existe areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha. E ao lado esquerdo da imagem, existe um baixo amontoado de terra vermelha, que acaba por se conectar ao túmulo. E ao lado direito da imagem, existe um amontoado de areia. Após a delimitação de areia, há uma estrada de terra, que divide o primeiro plano para o segundo. Assim, o segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico. Nesta parte, atrás do túmulo, destaca-se duas figuras humanas, que infere-se ser masculinas: em que uma utiliza blusa de tonalidade branca e calça de tonalidade escura; e a outra, utiliza blusa e calça de tonalidade branca. Neste segundo e último plano se complementa com o céu composto por nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (34);
NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147)"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (26)

Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação de cerrado típico, mostra-se no primeiro plano, no canto inferior direito da imagem, podemos identificar a metade do rosto de uma figura infantil (criança), com uma mão no seu ombro e também o tronco de uma árvore no canto superior esquerdo da imagem. Tais características da figura infantil e da mão no ombro, configura-se como um corteativo por parte do(a) responsável do registro. A imagem tem como centralidade apresentar caminhões com figuras humanas em cima do mesmo, sendo cinco caminhões de cor amarela clara e automóveis outros não-identificados; sendo todos parados entre a vegetação do cerrado (típico). No primeiro caminhão, há cinco (5) figuras masculinas de pé e uma sentada em cima de um caminhão amarelo, e na frente do mesmo, figuras humanas sentadas no banco interno do automóvel. Dentre as que estão de pé, uma de pele negra, que se destaca pela tonalidade da roupa mais escura que as demais. Ainda no mesmo automóvel, outra parte com figuras impedidas de visualizar as faces devido a copa das árvores do Bioma do Cerrado. O segundo caminhão, ao lado (da direita para esquerda), com aproximadamente cinco (5) figuras masculinas de pé em cima, com roupas de tonalidades claras e marrons. Na porta do caminhão contém a inscrição: “NOVACAP” em caixa alta e abaixo dois dígitos não-identificados, no capô uma faixa preta na horizontal. A frente desse segundo automóvel, há uma árvore retorcida do cerrado, que a copa da mesma estar por cima de figuras humanas que estão distribuídas no terceiro e no quarto caminhão. Há outros automóveis não-identificados distribuídos, na vegetação do cerrado (típico). Atrás desses automóveis, vegetação de cerrado campestre, infere-se ser Campo Rupestre. Por último o céu de nuvens.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (25)

"Fotografia preto e branco no formato paisagem, autor desconhecido. No primeiro plano, a fotografia mostra uma multidão e no meio dela há um caminhão cheio de figuras humanas. As figuras humanas em cima do caminhão estão em pé, a maioria vestida de camisa branca, observa-se que dentre essas figuras humanas, contém com peles negras. Há uma sombrinha aberta para se proteger do sol ardente do cerrado. Ao redor do caminhão, existem figuras humanas que estão agrupadas e sem espaço para o menor movimento. No canto direito da imagem, é possível enxergar dois capacetes, infere-se ser de policiais uniformizados da década de 1950. No segundo plano, há uma vegetação vasta e por último, o céu repleto de nuvens.

"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (24)

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação do cerrado (típico). No primeiro plano, apresenta-se um caminhão com figuras humanas que estão de perfil, umas em pé e outras sentadas, e com olhares direcionados para frente, sendo voltado para o lado direito da imagem. As figuras humanas, estão divididas entre figuras masculinas e infantis. Utilizam como roupas blusas em tonalidades claras, elementos de chapelaria, sombrinhas e duas figuras de óculos de sol. No fundo da imagem, há formação de cerrado típico predominante em harmonia com o céu.

"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (23)

Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A fotografia foi tirada em um ambiente com presença do cerrado (típico). Apresenta, em primeiro plano, um grupo de pessoas em cima de automóveis, podendo ser identificado dois. O grupo é composto por figuras masculinas e femininas, cuja maioria dessas são masculinas, vestidas em grande parte de blusas de tonalidade clara, e se encontram em pé e também sentadas na parte nas laterais dos automóveis. Ao fundo da imagem, podemos identificar o teto de um ônibus de cor amarela por trás de um arbusto. E na linha do horizonte, copa da vegetação de árvores do cerrado em harmonia com o céu.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV. B-25 (9)

"Cemitério de Brasília-DF, datada de 17 de janeiro de 1959. Apresenta uma estrada de terra no cemitério do Campo da Esperança. A fotografia está composta por dois planos, o primeiro plano, a centralidade de uma estrada de terra vermelha, que está entre a vegetação de Cerrado com característica de campo sujo e Cerrado típico. O(a) fotógrafo(as) que registrou a estrada, buscou destacá-la com em uma perspectiva, sendo que esta continua e termina na linha do horizonte. Tal linha, forma o segundo plano, que está na metade da fotografia na horizontal, formado pelo céu com presença de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (144);
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV. B-25 (8)

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada em 1959-1960; apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com capim seco plantado e arbustos de pequeno e médio porte na lateral esquerda do túmulo. Na parte superior do amontoado, uma cruz de madeira que contém uma coroa de flores de tons claros, podendo estar associada à divindade da religião do cristianismo, podendo ser chamado de Jesus Cristo ou Jeová. Sobre o túmulo uma placa (simples) em formato quadrado, aparentemente, julga-se ser, um chassi de madeira para tela, com o estado de conservação em deterioração, encostada na base da cruz, que contém uma inscrição, de cor escura sobre fundo claro da tela, em letra de forma, indica ser uma mensagem póstuma, “Homenagem da Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro” abaixo continua com “ao Herói de Brasília Dr. Bernardo Sayão de Araújo” logo mais com tamanho da fonte menor, no canto inferior direito, “Brasília 2 de Novembro de 1959”. Trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959).
Ao fundo do túmulo, embasado com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados, sendo possível identificar duas colunas com três fileiras. Logo, uma fileira de ornamentos de coroas de flores e folhas, que indicam para remoção dos ornamentos. Por trás, uma faixa de areia que cobre a terra do campo limpo (cerrado típico). Depois do campo limpo, foi possível identificar três características de fitofisionomias do bioma Cerrado e que aparecem nas seguintes ordens por camadas na imagem fotográfica, sendo o primeira de campo sujo, com a predominância de arbustos de pequeno porte; a segunda formada do cerrado rupestre, composta por árvores de médio e grande porte; a terceira fitofisionomia do cerrado típico.
No meio da vegetação existe um fragmento que forma um caminho para a passagem de pessoas, sendo esse caminho chamado de “caminho do desejo” ou popularmente como “caminho de rato”. O percurso possui um leve formato em “S”, porém mais comprido que direciona a estrutura de cruz em madeira. Após essa cruz, identifica-se duas figuras masculinas que utilizam calças compridas de tonalidades escuras e camisas sociais de mangas curtas em tonalidades curtas, localizados no final do caminho. Acima da copa das árvores o céu com presença de nuvens.
Há uma narrativa de Eduardo Brandão Cavalcanti sobre o falecimento de uma pessoa antes de Bernado Sayão, que relatou em uma entrevista no Projeto ""Programa de História Oral"" (disponível no Acervo Digital do ArPDF). Assim, nas palavras de Eduardo Cavalcanti (1992): ""[...] E nós convivemos muito com o
padre Roque e ele nos protegeu bastante. Tinha um outro padre também, na época,
muito engraçado - que dizem que é a primeira pessoa enterrada no Campo da
Esperança, antes do doutor Bernardo Sayão, que foi uma pessoa com quem eu tive
muito pouco contato, doutor Bernardo Sayão. No tempo que eu fui pra estrada de
ferro, da estrada, da Belém-Brasília, ele tinha morrido. E como ele andava pouco
aqui, conheci até pouco o doutor Bernardo Sayão - era o padre Plínio44, era um
alemão, gozadíssimo, um padre grande. Dizem que é o primeiro corpo colocado no
Campo da Esperança. E o padre Plínio... De vez em quanto o padre Roque ia os
dois, o padre Plínio ia, porque a festa era boa, a comida era gostosa, os padres
gostavam, gostava de ir também pra um lazerzinho deles. [...]"" (CAVALCANTI, 1992, p. 38).
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (144); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV. B-25 (7)

"Imagem fotográfica em formato horizontal e em preto e branco, datada 1959-1960, que foi fotografada por Mário Fontenelle. Apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A imagem fotográfica, está composta por três planos. No primeiro plano, compreende-se a região destinada para o túmulo, onde percebe-se a distribuição de areia de tonalidade clara sobre terra vermelha, que teve a vegetação do Cerrado removida. Trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). A mencionada areia está localizada no lado inferior esquerdo, centro e lado inferior direito, sendo que neste espaço existe a centralidade do túmulo. Assim, o túmulo contém os seguintes elementos: formado por um amontoado de terra vermelha que está integrado com ornamentos de coroas de flores. As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio portes, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às de gérberas (Gerbera jamesonii Bolus). Ao redor da terra vermelha, embasamento com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados, criando assim, uma base retangular. Em duas extremidades da base, evidencia-se dois coqueiros pequenos, sendo cada planta em cada extremidade. À direita das plantas de palmeiras, atrás do amontoado de terra vermelha, localiza-se ao amontoado de terra estrutura da cruz de madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.) sobre a Cruz, em que todas se encontram em tonalidades claras. Na transição do primeiro plano para o segundo que existe uma vegetação rasteira (porte baixo), que indica para alteração da paisagem pela ação humana, localiza-se uma placa de madeira fixada no solo com plantas rasteiras, de estatura média, sendo possível visualizar à frente. Nesta parte, contém as seguintes características: com uma pintura de tinta branca e inscrição em cinco linhas, onde foi possível identificar a palavra “cemitério” em caixa alta, infere-se sobre a primeira “SEN” em caixa alta e na quinta linha “10”, algoritmo não identificado em seguida espaço, seguido de “1018”. As outras inscrições, nas linhas terceira e quinta, possuem letras menores. Ainda no segundo plano, ao lado esquerdo encontra-se um automóvel identificado como um Jeep, posicionado na diagonal permitindo visualizar o ângulo da parte da frente e do lado externo. Neste sentido, no ângulo externo, próximo a roda anterior, na coluna frontal no sentido vertical, encontra-se duas inscrições: a primeira de cima para baixo, “Jeep”; a segunda, um símbolo que infere-se ser um carimbo circular que ao centro existe uma inscrição que infere-se ser “4” com outro algarismo ou letra. Ademais, na parte da carroceria na linha de freio, abaixo da porta, a inscrição em letras maiúsculas “NOVACAP”. Ao centro desse plano, encontra-se um objeto desconhecido de formato quadrado no meio da vegetação rasteira; mais a frente, no lado direito, um amontoado de areia de tonalidade branca. No terceiro plano, atrás do Jeep, encontra-se vegetação com características de cerrado típico. Acima da copa das árvores o céu com presença de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 11 a 20 de 142