Cerrado sentido restrito

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NOV.B.2 (234)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-234
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, contendo algumas manchas. Vista aérea da composição territorial de Brasília, destacando o Lago Paranoá em primeiro plano, o Palácio do Alvorada ao centro da imagem, a Lagoa do Jaburu à esquerda do Palácio do Alvorada, o Brasília Palace Hotel à direita da residência oficial do Presidente da República e ao fundo a nova capital em construção. No terreno ao redor da Residência Oficial do Presidente da República, pode-se observar a área campestre de cerrado já modificada por meio de abertura de caminhos e estradas. Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.” Ao fundo, Trechos de vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (236)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-236
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, contendo algumas manchas. Em primeiro plano temos vegetação típica do cerrado, podendo observar vários Buritis no terreno e mata de galeria do curso do rio Paranoá demarcando onde hoje está situado o lago Paranoá. Em segundo plano à esquerda temos vista do acampamento dos trabalhadores responsáveis pela obra do palácio da Alvorada, o qual as edificações eram temporárias e construídas de madeira. À direita da imagem o próprio Palácio da Alvorada com seu esqueleto estrutural em fase de construção juntamente com o Brasília Palace Hotel que é possível observar ao fundo logo atrás do Alvorada. Em terceiro plano vemos paisagem de cerrado onde atualmente é a nova capital do Brasil. Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.” Por toda a imagem é possível observar a vegetação do Cerrado. Em primeiro plano há campo limpo, que ao se aproximar da faixa de vegetação com maior adensamento de árvores (mata de galeria), se torna um campo limpo úmido. Atrás da mata de galeria observa-se a continuação do campo limpo. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (240)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-240
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, contendo algumas manchas. Vista aérea com foco na composição territorial da residência oficial do Presidente da República. Em primeiro plano temos a vista frontal do Palácio da Alvorada e do gramado frontal, contendo algumas marcas de abertura de estradas à esquerda da imagem. Em segundo plano à esquerda, pode-se vislumbrar a área onde hoje está a lagoa artificial e independente do lago Paranoá. A imagem possibilita ver também, ao fundo, as áreas com vegetação nativa e bastante desmatadas com terreno marcado por abertura de caminhos, juntamente com a área onde hoje é o Lago Paranoá. Em terceiro plano observa-se o relevo onde atualmente localiza-se a região do Lago Sul e mais à direita, ao fundo da fotografia, temos um vislumbre da Ermida Dom Bosco, obra de Oscar Niemeyer inaugurada em 24 de março de 1957. Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.” Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (242)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-242
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, contendo algumas manchas. Vista aérea com foco na composição territorial da Residência Oficial do Presidente da República. Em primeiro plano temos a vista das fachadas lateral e frontal do Palácio da Alvorada já com o renque de palmeiras imperiais em sua fachada frontal e sua capela anexa. É possível observar movimentação no terreno ao redor do Palácio e uma construção na parte inferior da imagem que provavelmente compõe o acampamento dos trabalhadores. Em segundo plano na esquerda da imagem, vemos uma fração da área onde hoje localiza-se a lagoa artificial e independente do lago Paranoá e mais ao fundo, área onde hoje é o Lago Paranoá. Em terceiro plano observa-se o relevo onde atualmente está localizada a região do Lago Sul e ao fundo da fotografia vislumbra-se a Ermida Dom Bosco, obra de Oscar Niemeyer inaugurada em 24 de março de 1957. Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.” Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
"

Untitled

NOV.B.2 (248)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-248
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, contendo algumas manchas. Vista aérea com foco na composição territorial da residência oficial do Presidente da República em obras. Pode-se observar o terreno alterado em grande parte por conta da construção do Palácio da Alvorada, contendo áreas com vegetação nativa e bastante desmatadas com terreno marcado por abertura de caminhos, para que, as máquinas e caminhões tenham acesso ao canteiro de obras por completo sem nenhuma dificuldade. Observa-se que a obra do Palácio da Alvorada está em fase estrutural, ainda sem vestígio algum do paisagismo frontal e posterior. Observa-se também o molde e o esqueleto de sua capela anexa em fase de construção. À esquerda da imagem pode-se observar o acampamento dos trabalhadores com suas edificações de apoio construídas de madeira e em meio a várias construções vislumbrar o protótipo em tamanho real da capela do alvorada que teve sua construção iniciada em 1957, o qual foi feito com objetivo de atestar se as placas de mármore da capela ficariam perfeitas. Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.” Por toda a imagem é possível observar a vegetação do Cerrado. Em primeiro plano há campo limpo, que ao se aproximar da faixa de vegetação com maior adensamento de árvores (mata de galeria), se torna um campo limpo úmido. Atrás da mata de galeria observa-se continuação do campo limpo. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (250)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-250
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do acampamento de obras e o Palácio da Alvorada ao fundo. Em primeiro plano, chão de terra batida com alguns alojamentos em madeira (fachada com ripas de madeira e coberturas em branco), postes de madeira espelhados e materiais de obra sobre o chão. Alguns alojamentos estão armazenando materiais de construção. Em segundo plano, pequena parte do cerrado não modificado. Mais ao fundo, à esquerda da fotografia, o Palácio da Alvorada ainda em fase de construção, porém já com as suas marcantes colunas das fachadas em destaque. No horizonte, fragmento de vegetação do Cerrado, de aspecto ralo devido a intervenção humana, sendo possivelmente um campo sujo ou cerrado típico (cerrado sentido restrito) desmatado.

Untitled

NOV.B.2 (292)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-292
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista das varandas do segundo pavimento, a área privativa familiar, ao qual o acesso se dá pela sala de vestir do presidente, quarto do presidente e demais quartos do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, a varanda do quarto do presidente, que está à esquerda da fotografia, e três colunas da fachada leste do Palácio. Ao fundo, em direção à fachada norte, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (630) com alteração de colorimetria em preto e branco, enquadramento mais para baixo e levemente para a esquerda e um homem sentado na varanda.
"

Untitled

NOV.B.2 (346)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-346
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Imagem aproximada da delimitação da estrutura de alvenaria da Capelinha do Palácio da Alvorada, estágio inicial da construção; em destaque, estão as esperas da armadura de aço da estrutura de concreto armado posicionadas dentro das delimitações no chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem. Ao centro das marcações vê-se algumas tábuas de madeira apoiadas nas esperas, margeando as marcações, estão dois suportes de madeira com lâmpadas no topo, protegidos por uma cobertura de chapa metálica, que serviam de apoio à construção da Capelinha, iluminando o local nos turnos noturnos da obra, a fim de cumprir os prazos curtos de entrega determinados. Ao fundo da imagem cercado por vegetação típica do Cerrado, nota-se a Ermida Dom Bosco e um caminho de terra que levava do templo ao palácio residencial. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.2 (348)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-348
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Construção do que aparenta ser a Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, há formas de madeira que foram utilizadas na concretagem do piso e vista do concreto no piso. Ao centro, pequenas barras de aço saem do piso de concreto e formam um caminho curvilíneo. Além das barras, há alguns postes de madeira, uns parecem ter iluminação, uma caixa de madeira para armazenamento de ferramentas e à direita da fotografia, alguns trabalhadores atuando na obra. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (562)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-562
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem da área externa de lazer do Palácio da Alvorada, com enfoque na obra finalizada da piscina e na marquise de apoio. Em primeiro plano, há o vasto gramado do jardim íntimo localizado na parcela posterior (fachada leste) da construção. Logo após, há a piscina da residência concluída, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m. Na fotografia, é possível identificar que as paredes que compõem a ilha já estão revestidas de azulejos azuis - da Oficina Francisco Brennand, de Recife - e seu topo tem acabamento de mármore branco. O equipamento de lazer, que contem também com uma escada de acesso, aparenta estar em pleno funcionamento, com volume total preenchido por água. Implantada nas proximidades da lateral norte da piscina, deslocada para a direita, a pérgola com bar e churrasqueira, composta arquitetonicamente por uma fina cobertura sustentada por dois núcleos periféricos de concreto, é registrada em completamente concretada. No chão, sob essa marquise, duas pessoas são retratadas sentadas e repousando, enquanto outras quatro conversam mais ao fundo. Na ambiência que envolve essas construções, encontra-se o jardim da residência oficial, projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa, em etapa inicial de implementação, sem vegetação de maior porte, mas já com as faixas de gramado no entorno imediato da edificação e com o piso, próximo à piscina, do lado leste, de concreto com juntas gramadas. Perto desse piso, do lado direito da imagem, cinco figuras masculinas com uniforme da Guarda Especial de Brasília (GEB) caminham em direção ao sul. Ainda neste plano, à esquerda, é notório um trecho de solo exposto, o que evidencia que, embora os elementos arquitetônicos estivessem prontos, o paisagismo e desenho da área externa da casa ainda estavam sendo executados. Por último, em terceiro plano, encontra-se a vista norte da cidade, local onde atualmente está parcialmente implantado o Lago Paranoá. Na paisagem há o predomínio do aspecto rural, marcado por grandes descampados em meio ao Cerrado. Ao redor da piscina há gramado plantado e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: A piscina com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
"

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