Cerrado sentido restrito

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NOV.B.2 (131)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da construção da Igrejinha. Em destaque, evidencia-se o pilar central da Igrejinha, de altura de 450 cm, notabilizando sua leve curvatura. Em cima do pilar nota-se a cruz da Igreja de Nossa Senhora de Fátima e sua com área total de 362,5 m² com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço, mais atrás destaca-se a sombra projetada da “Igrejinha” sobre um casal mirando os avisos da igreja e um homem olhando para trás, ambos estão escorados em três painéis de madeira de autoria de Athos Bulcão (1918-2008) e um pequeno vão que provavelmente serviu de entrada. Ao fundo, na extrema esquerda, dois homens na sombra aparentemente de meia idade, sentados em um banco de madeira e na extrema direita vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Imediatamente atrás um tronco de madeira retorcidas, uma cerca simples de madeira e três placas, uma delas pertencente à construção da Escola Parque da 308.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (117)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista central da escadaria, ainda em construção, da Igreja da Nossa Senhora de Fátima, sendo concluída por diversos trabalhadores que circundam, por dentro, uma grande forma de aço elaborada para realização de concreto. Placas de madeira encontram-se espalhadas ao longo de toda a escadaria. Ao final da escadaria, da esquerda para a direita, uma casa simples composta de madeira com teto íngreme e um banheiro externo. Ao redor deste domicílio, barris de metal; toras de madeira e materiais de construção. À direita, um amontoado de areia espalhado pelo solo. Mais ao fundo, uma longa via central de “chão de terra batida”, e nas laterais observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Novamente à direita, um edifício branco com cobertura íngreme em meio a vegetação e à esquerda a estrutura ainda em finalização do depósito da Novacap.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (11)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, no centro da fotografia, vê-se a Igreja Nossa Senhora de Fátima. Na fachada lateral esquerda , afere-se a janela em fita vertical, característica comum da Arquitetura Moderna, e na fachada principal presencia-se trabalhadores instalando o painel de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Essa última, possui cinco folhas de madeira,a superfície vazada por figuras geométricas em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido de origem italiana, e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes. O edifício é circundado por uma vasta área de gramado plantado e um pequeno cercado. Na fachada posterior, sob a marquise, a cobertura formada a partir da projeção da laje, visualiza-se um gerador protegido por uma pequena estrutura de madeira, e atrás uma estrada de terra. Ao fundo, posterior à Igreja, verifica-se remanescente de cerrado típico (cerrado sentido restrito), e à direita, percebe-se parte do depósito da Novacap, voltado para a via W2 Sul, via paralela à W3 Sul, na Quadra 508 Sul e, provavelmente, moradias provisórias em madeira dos trabalhadores para a construção da nova capital.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (103)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea da Esplanada dos Ministérios. Em primeiro plano, chão de terra batida com algumas marcações de vias por meio de estradas de terra. Ao centro, início da construção do Palácio do Congresso Nacional localizado na Praça dos Três Poderes. É possível visualizar três construções que provavelmente são galpões de armazenamento de materiais de obra, bem como duas máquinas altas no local onde será a base do Congresso Nacional. Em suas laterais, grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (101)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com marcação no chão decorrente das máquinas e do deslocamento no local que será a Praça dos Três Poderes. Ao centro, um pequeno e comprido cercado de madeira à frente de três construções provavelmente para armazenamento de materiais da obra, assim como duas máquinas altas no local onde será a base do Congresso Nacional. Na lateral direita da fotografia, grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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