Cerrado sentido restrito

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NOV.B.18 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-40
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a terraplenagem de uma área do Plano Piloto, em Brasília - DF, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Na imagem vê-se um recorte correspondente a área da Rodoferroviária em meio a vegetação densa, de colorações que variam do verde claro até o verde escuro, correspondente ao Cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na região que sofreu ação antrópica, tem-se uma instalação de dois telhados e, ao lado esquerdo, uma fileira de caminhões (aproximadamente seis) direcionados à movimentação de terra. O entorno do retângulo de terra e das vias de terra batida está envolvido pelo mosaico de vegetações de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estendem pelo horizonte. Uma delimitação de estrada se estende pela diagonal direita da região terraplanada. Já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília.

Sin título

NOV.B.18 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-6
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Registro aéreo das instalações de apoio em meio ao canteiro de obras do Plano Piloto, em Brasília-DF, entre os anos de 1957-1960. No registro identifica-se alojamentos retangulares responsáveis por auxiliar os processos de obra das construções de Brasília. No quadrante inferior esquerdo está um alojamento de trabalhadores, próximo à estrada que ainda receberá asfalto e que está em um nível elevado. À frente deste alojamento está um cercado de tapumes com algumas estacas ao centro e uma árvore jovem. Ao lado direito, entre o alojamento e o conjunto de edificações ao centro da imagem, está uma pequena massa vegetativa que é resquício da vegetação desmatada para a obra, pertencendo esta ao bioma Cerrado, sendo possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). No conjunto de edificações vê-se estruturas compridas, de uma água (uma queda de telhado) e com amplas aberturas, indicando possíveis locais comunitários (refeitórios, galpões, etc.). No entorno dessas construções é nítida a movimentação de terra feita para adequar o terreno. Vias menores, em terra, cortam parte do terreno e parte da matriz vegetativa acima, matriz esta que tem trechos de vegetação campestre (campo sujo) e trechos de vegetação savânica (cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.18 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-7
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia espelhada colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro aéreo do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) em asfaltamento (popularmente conhecido como eixão e eixinhos), durante os primeiros anos de construção de Brasília, nos anos de 1957 e 1958, com as superquadras em plano de fundo. A disposição das tramas viárias e dos conjuntos residenciais se deram no plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital através do eixo rodoviário, este que, segundo a edição “Arquitetura e Engenharia” da Revista Brasília (Pinheiro, 1960, p. 9), “foi arqueado, de acordo com a topografia local, e veio a formar o tronco da circulação, livre de Cruzamento graças ao recurso dos trevos e passagens de nível, que conduz às superquadras residenciais, estabelecidas em ambos os lados seus”. Conforme relatou Lucio Costa em uma das edições da Revista Brasília de 1957, “o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). As três faixas estão em etapas diferentes de construção, da esquerda para a direita (considerando o fato da fotografia estar espelhada): o eixinho oeste (ERW - sul) é definida por duas faixas, as quais uma está asfaltada e a outra aplainada aguardando a etapa de pavimentação, um veículo azul transita na via não pavimentada, estando voltado ao sentido do registro; o eixinho leste (ERL - sul) não apresenta processo de pavimentação, com as duas vias apenas demarcadas em terra batida; a via central, conhecido como eixão, tem sua área de domínio maior e apenas parte dela está pavimentada, enquanto restante da via está em terra batida aplainada e a outra apenas demarcada, cinco veículos transitam pela parte asfaltada da rodovia. Entre as três vias, no centro do registro, tubos de concreto espalhados entre os canteiros centrais e laterais evidenciando o processo de obra em andamento. A construção das pistas do Eixo Rodoviário de Brasília e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - pista central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da pista central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Ao fundo da fotografia, na linha do horizonte, parte da escala edilícia dos conjuntos residenciais das superquadras construídas dos dois lados das vias, com os conjuntos de maior altura próximos do eixo rodoviário, conforme descritas por Lucio Costa (1902-1998), foram denominadas e pertencentes a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73). A escala se dispersa conforme se distancia do centro para a esquerda do registro, até chegar às residências térreas do Setor de Habitações Individuais Geminadas Sul - SHIGS. Entre os intervalos das pistas centrais e laterais e grande parte da extensão fotográfica, é possível ver parte da vegetação nativa do local com trechos com vegetação campestre (campo sujo) e trechos com vegetação de porte savânico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte que se estendem pelas bordas e pelo horizonte do registro, caracterizando o contexto local do que viria a ser os blocos das superquadras. Autor da fotografia: Mario Fontenelle
"

Sin título

NOV.B.18 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-8
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Centralizadas na fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver vegetação nativa do local de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte. No quadrante superior esquerdo, observam-se edifícios sendo construídos, possivelmente referentes a uma das superquadras modelo - 107, 108, 307, 308. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
"

Sin título

NOV.B.20 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-12
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de diversos tambores metálicos sobre chão de terra o qual possui um pequeno rasgo à direita da fotografia. Logo atrás, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Sin título

NOV.B.20 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-17
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de dois cercados com troncos de madeira e arames rodeado pela vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). O céu indica estar no período poente (entardecer) ou nascente (amanhecer).

Sin título

NOV.B.20 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-25
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Escola Industrial de Taguatinga em fase de construção. Em primeiro plano, concretagem de parte do piso com carrinho de mão e diversos materiais de obra espalhados sobre o mesmo. Em segundo plano, o edifício longilíneo e horizontal de alvenaria, com alguns troncos de madeira (à direita) adjacentes às suas fachadas, acabamento de reboco aplicado na parede (após a alvenaria e antes da massa e do revestimento final), colunas em sua fachada à esquerda sobre o alpendre (pequeno telhado saliente acima de uma porta, de uma janela, para abrigar do sol, da chuva ou para servir de ornato; telheiro) e telhado de uma água com inclinação mínima. Ao fundo, nos cantos esquerdo e direito da fotografia, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-27’ (21) com alteração de coloração e espelhada.
"

Sin título

NOV.B.20 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-27
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra batida. Um edifício longilíneo não identificado em fase de construção com revestimento de alvenaria e janelas em fita. À direita, construção de uma marquise e figuras humanas estão atuando na construção do mesmo. Atrás do edifício, nos cantos direito e esquerdo, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Continuação da fotografia item NOV-D-4-4-B-20’ (28).
Fotografia similar ao item NOV-D-4-4-B-27’ (3) com alteração de coloração e enquadramento.
"

Sin título

NOV.B.20 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-29
  • Unidad documental simple
  • 06/11/1957
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do Mário Fontenelle (1919-1986). Vista de um canteiro de obras com diversos tijolos cerâmicos empilhados, materiais de construção, troncos de madeira utilizados para a obra e figuras humanas atuando na obra. Rodeando o canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico. Ao fundo, uma faixa mais adensada de vegetação sugere uma possível mata de galeria que acompanha curso d’água, e atrás a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres com ausência de árvores (campo limpo) e trechos com adensamento de árvores (possivelmente cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.20 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-30
  • Unidad documental simple
  • 06/11/1957
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do Mário Fontenelle (1919-1986). Vista de um canteiro de obras da construção da base de um edifício com diversos tijolos cerâmicos empilhados ao fundo (à direita), materiais de construção, troncos de madeira utilizados para a obra e figuras humanas atuando na obra. Atrás da construção nota-se vegetação de cerrado típico e logo depois, há uma faixa mais adensada de vegetação que sugere ser uma possível mata de galeria que acompanha um curso d’água, com presença de algumas palmeiras que são popularmente conhecidas como buritis (Mauritia flexuosa). Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres com ausência de árvores (campo limpo) e trechos com adensamento de árvores (possivelmente cerrado sentido restrito).

Sin título

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