Cerrado

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NOV.C.2 (71)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, um grupo de pessoas caminha por uma área com vegetação típica do Cerrado. Em primeiro plano, está Sarah Kubitschek (1908-1996), esposa de Juscelino Kubitschek (1902-1976), vestindo blusa e casaco brancos, com saia e luvas pretas. Ao seu lado, está Coracy Uchôa Pinheiro (1906-2013), esposa de Israel Pinheiro (1896-1973), vestindo roupa toda preta. Logo atrás, está Israel Pinheiro Filho (1931-2020), de calça social bege, camisa verde e mãos nos bolsos. Em seguida, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, veste calça e camisa claras, acompanhado de um homem não identificado usando uniforme militar. O grupo se aproxima de uma cerca feita com estacas de madeira e arame farpado. Em segundo plano, nota-se um extenso campo coberto por gramíneas e arbustos, característicos do bioma Cerrado. Ao fundo, uma densa mata de galeria é visível, destacando-se pela maior concentração de árvores e vegetação mais fechada. A paisagem ao redor é aberta, com uma vegetação que inclui tanto plantas rasteiras quanto árvores esparsas, indicando a diversidade do Cerrado. A fotografia foi tirada em um dia claro, com o céu azul ao fundo, proporcionando uma boa visibilidade do ambiente natural.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (68)

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em primeiro plano na fotografia é possível ver um grupo de homens, cerca de nove pessoas, vestidas com roupas sociais de várias cores. No geral são autoridades e funcionários do governo. Da esquerda para direita estão: o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), o coronel aviador Renato Goulart (1923-2007, o diretor executivo da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) Moacyr Gomes e Souza (1911-1985), Juscelino Kubitschek (1902-1976), o paisagista Ney Dutra Ururahy (1922-2013), o político Clóvis Motta (1928-1979), o último homem na fotografia, que se encontra apoiado em uma viga de madeira com um cigarro na boca não teve sua identidade identificada.
Em segundo plano é possível ver uma paisagem alterada, com solo exposto e montes de terra que foram movidos para a terraplanagem e implementação de estruturas no local. Ao fundo na fotografia se encontra uma mata densa, possivelmente uma mata de galeria, remanescente de vegetação nativa do Cerrado.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (4)

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em foco é possível ver um grupo de oito homens parados no meio de uma via de terra batida, eles vestem roupas sociais e conversam entre si. No centro do grupo se encontra o arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), ele veste suéter em tom claro e calça social cinza, enquanto caminha em direção ao fotógrafo olhando para o chão. Em segundo plano estão presentes algumas edificações térreas construídas em madeira e cercadas por arame por arame farpado, nota-se a rede elétrica feita com postes de madeira bruta frente às casas e algumas pequenas faixas de vegetação nativa remanescente de Cerrado, composta por arbustos e árvores de pequeno porte. Niemeyer ganhou notoriedade pelos projetos de edifícios cívicos que elaborou para Brasília, sendo convidado em 1956 pelo Governo do ex-presidente da República (1956-1961) Juscelino Kubitschek (1902-1976) para este trabalho. Local: Candangolândia. Rua do Sossego. Residências cosntruídas pela Enal - engenharia e arquitetura Ltda. Ver pasta B1. Não foi possível identificar a identidade dos demais trabalhadores que estão em volta do Oscar.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.26 (3)

"Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem mostra a área destinada a representação diplomática do Iran (Irã), em meio ao Cerrado em expressão original. A Embaixada do Irã é notória por ter sido a primeira a ser oficialmente instalada em Brasília, cerca de dois meses após a inauguração da cidade em 21 de abril de 1960. O então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek de Oliveira, participou da inauguração da sede provisória, que era apenas com uma casa de madeira, no dia 7 de junho de 1960, quando sua embaixada no Rio de Janeiro, aberta em 1943, foi transferida para a cidade.
Conforme reportagem do periódico Correio Braziliense, em 22 de julho de 1961, a inauguração da sede definitiva ocorreu no dia 24 de julho de 1961, às 17 horas de uma segunda-feira. Localizada na Avenida das Nações, lote n. 31.
Conforme o arquiteto Paulo Roberto Alves dos Santos o projeto arquitetônico da chancelaria é de autoria de Holf Wener Huther, já o da casa do embaixador ficou a cargo de Mehdi Kazemi Did-hendi. Os prédios são construídos em estrutura de concreto e armação de alvenaria. Ocupa uma área total de 25 mil metros quadrados, sendo 1.949m² de área construída, dividida em dois pavimentos.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.26 (2)

Fotografia aérea em preto e branco, no formato paisagem, mostra a fase final da construção da barragem do Lago Paranoá. No primeiro plano, correspondente à montante da barragem, é visível o Lago Paranoá se enchendo. Adjacente ao lago, encontra-se o corpo da barragem em fase de finalização e o vertedouro, localizado em sua ombreira esquerda. O vertedouro da barragem do Lago Paranoá é construído em concreto armado e possui três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento. Próximo ao vertedouro, há um guindaste e uma estrutura provisória não identificada. À ombreira direita do corpo da barragem, na encosta, é possível observar o talude que receberá a via de ligação entre o Lago Sul e o Paranoá. O terço superior da fotografia é marcado pela paisagem composta por vegetação nativa do Cerrado, predominantemente arbórea, onde se destacam manchas de cores claras, indicando as cascalheiras de onde foram extraídas matérias-primas para a construção. Para uma melhor compreensão da etapa de construção do corpo da barragem, consulte o maço B10 - Energia, itens: B10(08), B10(10), B10(13), B10(21), B10(26), B10(27), B10(28), B10(31), B10(37), B10(72) e B10(98). Os itens B10(53) e B10(108) também mostram a construção do vertedouro. Ver informações complementares no Relatório Técnico das obras da Barragem, NOV-E-2-0001 (13d), presente no arquivo textual do Fundo NOVACAP.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.23 (5)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra vista aérea da região da Barragem do Paranoá. Na parte inferior da imagem, observa-se a construção da Barragem do Paranoá, margeada por vegetação nativa de Cerrado, com casebres que servem de acampamento e apoio na borda inferior. A vegetação circunda toda a imagem, sendo mais adensada na lateral esquerda e mais rasteira na parte inferior. No centro da imagem se encontra o Lago Paranoá, indo rumo ao Palácio da Alvorada na parte superior, e na lateral esquerda solo revolvido para aterramento da barragem. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.23 (2)

Fotografia colorida em formato paisagem registra Lago Paranoá próxima à barragem. Em primeiro plano, observa-se o Lago Paranoá, em que o formato das seichas (ondulações em corpos de água confinados) na parte inferior da fotografia indica que ela foi tirada de algum tipo de veículo náutico. Em segundo plano, há um monte de terra acumulada para a formação da Barragem do Paranoá, com uma máquina à esquerda. Em terceiro plano, vegetação do Cerrado adensada à direita e o horizonte ensolarado com muitas nuvens ao fundo. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente, estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (9)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e pequenos troncos sobre o solo. Na linha do horizonte, a presença de parte da vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (8)

Fotografia colorida em formato paisagem feita em 03/09/1959. No registro uma placa identifica a Casa da Cultura Francesa – atualmente a Aliança Francesa de Brasília –, durante os primeiros anos da construção de Brasília, entre 1956 e 1959. A placa apresenta uma preocupação estética em sua representação, que diferente de parte das demais placas presentes durante o processo de construção de Brasília, esta apresenta uma melhor diagramação das letras. Duas linhas paralelas fazem alusão às cores da bandeira francesa. Um fato curioso, é que, apesar não ter tido o projeto concretizado, “durante visita de Le Corbusier à Brasília, Darcy Ribeiro, na ocasião Ministro da Cultura, teria ‘encomendado’ a Le Corbusier os projetos para a Embaixada da França e para a Casa da Cultura Francesa”. “Ao longo dos anos, a Aliança teve que expandir para acomodar mais alunos, agora mais de 3.000 por ano, tornando-se a primeira escola de língua francesa do Distrito Federal e a terceira Alliance francesa do país, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro” (Aliança Francesa Brasília). A placa está sustentada por duas ripas de madeira pintadas de branca sobre um solo concretado. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A placa está alocada, possivelmente, às margens de uma estrada ainda em terra batida. Em plano de fundo, parte do contexto de construção, sendo possível sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. Ao fundo nota-se vegetação com alta densidade de ávores de diferentes porte, indicando uma formação florestal do Cerrado conhecida como cerradão.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (7)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica o Núcleo Rural da Vargem da Benção, sendo um dos primeiros lotes destinado ao caráter rural, durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. A placa é sustentada por uma estrutura feita em ripas de madeira, onde lê-se: NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Plano de Loteamento Rural Núcleo Vargem da Benção. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Conforme Tavares (1995, p. 19-20), por meio do convênio que o DTA firmou com o Ministério da Agricultura, cujo objetivo era o estudo de florestamento e reflorestamento, foi destinada uma área onde atualmente estão localizadas as piscinas do Parque Nacional de Brasília para o plantio de pinheiros e eucaliptos. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.
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