Cerrado

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NOV.B.07 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-35
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Untitled

NOV.B.10 (86)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-86
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato registra o posteamento do Eixo Rodoviário de Brasília. Em primeiro plano, observa-se na parte inferior, a curva popularmente conhecida como "tesourinha", que dá acesso aos comércios e residências das superquadras. Ainda no mesmo plano, observa-se na parte superior e no meio os canteiros com solo exposto, com árvores esparsas e ao fundo vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ao fundo, atrás da cerca. Em segundo plano, há o Eixo Rodoviário ainda em estrada de terra, com piquetes de demarcação e postes em ambas as laterais da via. Além disso, observa-se um andaime na lateral da via, com um cabo que entra em um dos postes e se estende até o andaime, com cerca de três homens próximos, e outro homem mais á esquerda, na contenção do viaduto. Ao fundo, observa-se uma caminhonete com um homem na porta e outro na caçamba. Em terceiro plano, canteiro com solo exposto e árvores plantadas com fim paisagístico, e blocos residenciais das superquadras (SQ) ao fundo, e horizonte com muitas nuvens. No andaime, há placa com os seguintes dizeres: "EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A.; EBE; S.A.; ELÉTRICA; HIDRÁULICA; MONTAGENS". A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE) foi uma empreiteira com grande papel na constituição das estruturas da capital, como a rede elétrica, a limpeza pública, o ajardinamento, e a construção do Congresso Nacional, Edifícios ministeriais, o Palácio do Planalto entre 1958 e 1966 (BR.ArPDF.NOV.C.1.4). A empresa se instalou no Planalto Central em 1957 e, três anos depois, conforme o cronograma previsto, já havia feito toda a instalação elétrica dos palácios, hospitais, blocos residenciais, ruas, praças, avenidas, aeroporto e embaixadas. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85).

Untitled

NOV.B.14 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-17
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de diversos canos para esgoto de Brasília espalhados sobre chão de terra batida. À esquerda, um cercado de madeira. É possível visualizar à direita da fotografia, a parte posterior da Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como Igrejinha, localizada na 308 Sul. Nas laterais da via de terra batida, há vegetação de cerrado típico com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, à esquerda, duas torres vazadas com tábuas de madeira e à direita, construção de um edifício das superquadras da asa sul. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (56) com alteração de coloração e enquadramento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.14 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-56
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de diversos canos para esgoto de Brasília espalhados sobre chão de terra batida. À esquerda, um cercado de madeira. É possível visualizar à direita da fotografia, a parte posterior da Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como Igrejinha, localizada na 308 Sul. Nas laterais da via de terra batida, há vegetação de cerrado típico com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, à esquerda, duas torres vazadas com tábuas de madeira e à direita, construção de um edifício das superquadras da asa sul. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (17) com alteração de coloração e enquadramento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.15 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-1
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, a Central Telefônica Sul, em processo de construção. Em primeiro plano, na porção inferior à esquerda, um amontoado de entulho e, mais à frente chão de terra batida. Em segundo plano, há estacas de madeira, formando um cercamento, que delimita a área de intervenção e, ao longo dessa, amontoados de terra provavelmente provenientes de movimentações do terreno. À extrema esquerda, há duas placas de identificação com as inscrições (respectivamente da esquerda para a direita): "CENTRAL TELEFÔNICA SUL [em destaque]/ NOVACAP [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] DEPARTAMENTO/ DE EDIFICAÇÕES 5ᵃ DIVISÃO" e "ESTACAS FRANKI LTDA./ FUNDAÇÕES (...)[restante ilegível]". Na segunda placa, parte das inscrições estão ilegíveis, mas se infere tratar dos nomes dos responsáveis técnicos e endereço da empresa. Na extrema direita, há uma terceira placa indicativa onde se lê: "SOCIEDADE IMOBILIÁRIA E COMERCIAL PAULISTA SICOPAL/ Sicopal/ [à esquerda] ENG ᵒˢ RESPONSÁVEIS/ ALBERTO LANG - CREA 5644/ MILTON OLIVO - CREA 8671/ ROBERTO BUENO - CREA 8724/ [à direita] AV. LIBERDADE/ TEL. 35-0114 S.". Mais adiante, está o edifício da Central Telefônica Sul com a execução em andamento. Sua estrutura (pilares e laje) encontra-se ainda enformada e apoiada por tábuas em madeira e há escoramentos montados ao longo da porção visível do edifício. Na parte posterior, há uma torre treliçada com uma escada central, ao que tudo indica executada em madeira, constituída por quatro apoios e travamentos diagonais (contraventamentos), possivelmente erigida para alojar a antena telefônica. Ao fundo, há postes de iluminação e na lateral esquerda, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.15 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-10
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, um cenário ao ar livre com uma tenda que lê "PANAIR DO BRASIL", indicando um local associado à antiga companhia aérea brasileira. No primeiro plano, há vegetação do cerrado com aspecto ralo, devido a intervenção humana no local. No segundo plano, há uma grande tenda de lona branca sustentada por cordas amarradas a estacas no solo. A tenda possui aberturas que parecem ser janelas ou entradas com abas levantadas. Acima dessa construção, há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. No plano de fundo, à direita, há uma estrutura que parece ser outra tenda ou cobertura similar, coberta por uma lona escura e também sustentada por cordas. No plano de fundo, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. Não há pessoas visíveis na imagem, o que sugere uma área temporária ou um momento de pouca atividade. A ausência de atividade humana enfatiza a estrutura do sinal e as tendas como principais pontos de interesse. A intenção do fotógrafo parece ser documentar a presença da Panair do Brasil em Brasília, talvez marcando o início das operações de voo ou outro tipo de serviço relacionado à aviação na nova capital. A escolha de capturar as bandeiras pode ter sido para enfatizar a identidade nacional e o orgulho associados à expansão da infraestrutura aérea no país.

Untitled

NOV.B.15 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-11
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, a captura de um momento dentro de um espaço de comunicação ou monitoramento, típico dos anos 60. No primeiro plano à esquerda, um homem perfilado de cabelos e bigode escuros com vestes aparentemente formais, se volta para um grande painel de comunicação e porta um equipamento conectado por um cabo no painel. Sua expressão é concentrada e ele está levemente inclinado em direção ao equipamento, sugerindo uma comunicação ativa ou transmissão. À direita, um segundo homem de óculos e vestes claras, com fones de ouvido, está sentado de frente para um painel semelhante repleto de botões, interruptores e medidores. Ele segura o que parece ser um documento ou folha de papel, e sua postura é de foco e atenção ao trabalho que realiza. Ambos estão engajados em suas tarefas, indicando uma atmosfera de trabalho. Não há muitos detalhes visíveis no plano de fundo, além dos equipamentos ao qual as figuras humanas interagem, mas pode-se perceber que o ambiente é fechado e funcional, com um aspecto utilitário. A fotografia, provavelmente, tinha a intenção de documentar a tecnologia de comunicações da época e o papel das pessoas que a operavam.

Untitled

NOV.B.15 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-12
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano mostra um terreno árido de terra batida e irregular com sinais de tráfego e escavações, sugerindo atividade de construção ou preparação do solo. Marcas de pneus são visíveis, percorrendo horizontalmente a imagem. Pequenos montes de terra, vegetação esparsa e detritos são distribuídos por toda a área. No segundo plano, ao centro da imagem, há uma pequena edificação e acima dela há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma delas a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. À esquerda da imagem, vê-se o que parece ser o início da linha de postes e vegetação desordenada e à direita, a área é cerceada por uma cerca de madeira simples, delineando a fronteira do que pode ser uma zona de construção. A cena está desprovida de pessoas, veículos ou maquinário, o que transmite uma sensação de quietude ou pausa no trabalho. Postes de eletricidade ou telefone alinham-se verticalmente à esquerda, diminuindo de tamanho à medida que se afastam, o que ajuda a criar uma perspectiva de profundidade na imagem. No plano de fundo, posterior à edificação, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. O fotógrafo parece ter optado por uma abordagem documental, buscando capturar a realidade do local sem embelezamentos ou alterações significativas.

Untitled

NOV.B.15 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-13
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, uma estrutura vertical proeminente que domina a composição. No primeiro plano, uma série de postes delgados, provavelmente de madeira, estão alinhados verticalmente e se estendem da parte inferior à parte superior da foto. O poste central é significativamente mais alto e robusto, com vários isoladores e fios presos que se estendem radialmente em diferentes direções, indicando ser um mastro de antena de transmissão. Os postes menores, que aparecem tanto à esquerda quanto à direita do mastro principal, têm alturas variadas e são conectados a ele por uma teia de fios, criando um padrão geométrico contra o céu. O plano de fundo é composto por um céu vasto e parcialmente nublado, com nuvens dispersas que adicionam textura ao céu e contrastam com a nitidez das linhas criadas pelos postes e fios. Ao redor e atrás da torre/antena, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), em que nos cantos direito e esquerdo, ao fundo, é possível observar copas de árvores de médio porte (espécies não identificáveis). Não há pessoas visíveis na imagem, então nenhuma ação humana pode ser descrita. A cena foca inteiramente na estrutura e em sua relação com o ambiente circundante.

Untitled

NOV.B.15 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-14
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, uma torre de transmissão, possivelmente de telefonia, que se eleva do solo até a altura da imagem. No primeiro plano à esquerda, está estacionado um caminhão de cor clara com a cabine visível e a carroceria parcialmente sombreada pela torre. O veículo aparenta ser de função utilitária, talvez relacionada à manutenção da torre ou ao transporte de equipamentos. À direita, há uma edificação cuja função, ao que tudo indica, se relaciona à torre, possivelmente contendo equipamentos eletrônicos ou utilizada para monitoramento. A estrutura é em madeira com telhado de duas águas, tem uma porta na fachada lateral esquerda, com janelas visíveis em sua fachada frontal. Atrás dessa, está a torre. Sua estrutura é composta de treliças metálicas, formando uma série de padrões geométricos triangulares que proporcionam estabilidade e resistência à torre. No cume da torre, estão instaladas duas antenas parabólicas que apontam em direções levemente divergentes, provavelmente para transmissão ou recepção de sinais. Na parte inferior da torre, há afixada na sua estrutura uma placa de aviso com os dizeres “PERIGO DE VIDA / [imagem de uma caveira com raios em suas laterais] / [texto ilegível]”, presumivelmente alertando para perigo de eletrocussão. O plano de fundo é dominado por um céu nublado, o que sugere um clima instável ou a possibilidade de chuva e vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Não se vê pessoas na imagem, contudo, a presença do caminhão, indica atividade humana recente ou iminente no local. O fotógrafo escolheu um ângulo que enfatiza a altura e a importância da torre, enquadrando a foto de baixo para cima. Técnica utilizada inclui a composição equilibrada, a escala e a relação entre a torre e as construções ao redor, com a estrutura se destacando contra o céu encoberto, criando um forte contraste visual.

Untitled

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