Cerrado

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NOV.B.2 (447)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-447
  • Item
  • 11/07/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção sobre o mesmo. Em destaque, o Palácio do Supremo Tribunal Federal todo coberto com tábuas de madeira utilizadas como forma para a sua construção. Na fachada principal há uma pequena escada de madeira com um homem, provavelmente, trabalhador em frente da escada, além de uma placa de identificação escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Na cobertura, ao centro, um homem está trabalhando. Na fachada leste, atrás do edifício, há uma torre de madeira. No horizonte, vegetação de Cerrado aparentemente não modificada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (441)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-441
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida. Em segundo plano, extensão de um pequeno cercado de madeira, além de materiais de construção no chão de terra batida e uma construção, à esquerda da fotografia, que serve provavelmente para armazenamento de materiais. Ao centro, o STF em construção com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Na fachada oeste há uma grande rampa que se estende do chão até a cobertura; na fachada leste, atrás do edifício, há duas torres de madeira na fachada leste. No horizonte, vegetação do Cerrado aparentemente não modificada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-43
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato retrato. Em primeiro plano está o acampamento de obras do Palácio do Congresso, com alguns acampamentos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Localizado no canteiro de obras do congresso, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105). Em segundo plano, mais à esquerda da imagem está o Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, com o esqueleto estrutural do prédio construído, em fase de cimbramento (processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de estrutura metálica), com as vigas e lajes em concreto aparente; cercado de algumas pilhas de materiais usados na obra do Congresso Nacional. Em terceiro plano está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, em estado intermediário de construção, com a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de sua fachada finalizados e a estrutura interna em concreto armado em andamento, com a malha de ferro de suporte de cimbramento; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento. Inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), com a estrutura finalizada, mas sem acabamento; entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (426)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-426
  • Item
  • 23/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal praticamente finalizado. Em primeiro plano, terra batida. Em destaque, quatro das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do edifício finalizadas. Da esquerda para a direita da fotografia, a volumetria central do Palácio do Supremo Tribunal Federal com as esquadrias verticais que serão colocados os vidros das janelas; nesta é possível visualizar os três pavimentos do edifício bem como uma escada para auxiliar na obra; próximo às colunas, sacos de materiais para a obra e alguns homens trabalham na construção do mesmo. No fundo, um ônibus, provavelmente utilizado para transportar os trabalhadores e parte de uma área do Cerrado não modificado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (425)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-425
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em destaque, quatro das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do edifício. À esquerda da fotografia, um homem trabalhando e parte da volumetria central do Palácio do Supremo Tribunal Federal. À direita, terra batida. No horizonte, vegetação de Cerrado aparentemente não modificado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (423)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-423
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, da esquerda para a direita, cinco homens trabalhadores atuando na obra sobre um chão de terra batida com materiais de construção, como tábuas de madeira, e montes de terra; piso da laje do edifício. Em destaque, vista frontal da curvatura de uma das sete colunas do edifício que estão nas fachadas leste e oeste a partir de sua elevação para a cobertura. No horizonte, área de Cerrado aparentemente não modificado, sendo possível observar copas de árvores adensadas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (422)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-422
  • Item
  • 03/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção no mesmo, como tábuas de madeira e um monte de cascalho, conjunto de lascas de pedra. Em segundo plano, uma demarcação de via com chão de terra batida e montes de terra nas laterais. Ao centro, a extensão de um pequeno cercado em madeira e uma construção em madeira, provavelmente galpão de materiais ou alojamento dos trabalhadores; logo atrás, o STF em construção com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Na fachada oeste há uma grande rampa que se estende do chão até a cobertura; na fachada leste, atrás do edifício, há duas torres de madeira na fachada leste. No horizonte, vegetação do Cerrado aparentemente não modificado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (419)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-419
  • Item
  • 02/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Museu da Cidade, ambos em fase de construção, na Praça dos Três Poderes. Em primeiro, terra batida com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, da esquerda para à direita, o Museu da Cidade em construção com andaimes e trabalhadores atuando na obra; canteiro de obras com construção, provavelmente depósito de materiais; o Palácio do Supremo Tribunal Federal com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Atrás do edifício, há duas torres de madeira na fachada leste do edifício e mais à direita, outras construções, depósitos de materiais ou alojamento dos trabalhadores. No horizonte, área de Cerrado aparentemente não modificado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (415)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-415
  • Item
  • 03/09/1959 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção e dois barris espalhados. Ao centro, vista do Museu permite observar a escada interna para o acesso principal com rebocamento do edifício e execução do contrapiso, porém sem pintura, revestimentos ou vedação. Abaixo do balanço do Museu, que serve como cobertura que protege a porta de entrada, dos pilares de sustentação e entre eles, uma escada de acesso, observa-se tábuas de madeira e tonéis. Ao fundo, à esquerda da fotografia, postes de madeira com fiação, prédios do acampamento da construtora Rabello, caminhão e vegetação do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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Untitled

NOV.B.2 (412)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-412
  • Item
  • 1958 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Vista lateral do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. Em primeiro plano, terra batida nivelada para a construção da Praça dos Três Poderes. Em segundo plano, vista da fachada do Museu da Cidade que é voltada em direção ao Palácio do Congresso Nacional com cerca de arame e estacas de madeira ao seu redor; no horizonte, paisagem não modificada de Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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