Cerrado

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NOV.B.13 (95)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-95
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Representante digital consta de manchas e riscos. Vista térrea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada do hotel, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. No plano inferior central, ao térreo da fachada leste, nota-se a estruturação do terraço do que veio a ser o restaurante - ainda em processo obra -, caracterizado pela laje em T onde hoje, encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria  do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). A frente da laje sobre pilotis do saguão, observa-se a presença de uma caminhonete - responsável pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra -, e atrás deste, montes de materiais - aparentando ser areia. Abaixo da marquise, à direita, dois tanques. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada a locação do edifício, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Na parte inferior, nota-se rebrotas de gramíneas, arbustos e árvores do Cerrado, indicando remoção recente da vegetação.

Untitled

NOV.B.13 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-96
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fundação do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1957-1960, em Brasília - DF. Captura da fabricação das sapatas concretadas do bloco principal do Brasília Palace, à partir delas se encaixam os pilares e vigas metálicas que estruturam o Palace. Nos dois quadrantes direitos da imagem, nota-se a presença de operários na 3ª e 4ª sapata, estando três operários na 3ª e quatro na 4ª. Na 3ª sapata, um homem de chapéu de palha, à esquerda, está curvado trabalhando com uma pá, provavelmente remexendo o concreto da base da sapata. Atrás da mesma sapata, dois homens de camisa clara: um está de chapéu escuro, calça em um tom mais escuro e dobra uma das pernas, apoiando o pé.  Ao seu lado, um homem de cabelos escuros e curtos olha na direção do fotógrafo. Na linha da 4ª sapata, dois operários estão inclinados frente a frente mexendo com a base da sapata, enquanto outros dois operários de pé analisam pranchas. Entre os operários, dois baldes metálicos. Acima das sapatas, fios com lâmpadas propiciam a iluminação do canteiro. No nível acima do canteiro, notam-se postes de energia elétrica, uma torre de energia, dois rolos compactadores e, ao fundo, vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO.

Untitled

NOV.B.13 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-97
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fundação do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1957-1960, em Brasília - DF. Representante digital contém uma mancha central esbranquiçada e riscos e pontos brancos dispersos na fotografia. Captura das sapatas concretadas do bloco principal do Brasília Palace, a partir delas se encaixam os pilares e vigas metálicas que estruturam o edifício. É possível ver, em um plano atrás, que o edifício já tem parte de seu esqueleto metálico estrutural já montado até o começo do terceiro andar. Na segunda sapata na fileira esquerda, uma escada está escorada. Na mesma linha de sapatas, um operário de pele negra, vestes claras (regata, calça e boina), entre a 4ª e 5ª sapata, está agachado se equilibrando sobre a viga, com ambos os braços encolhidos frente ao corpo, como se segurasse algo. Do lado direito da imagem, no quadrante inferior, está uma grande viga metálica posicionada horizontalmente sobre o solo. Na mesma linha de sapatas, entre a 5ª e 6ª sapata, um operário vestindo calças claras e uma camisa aberta se equilibra ao descer a escada apoiada na viga, segurando um balde na mão direita e, de cabeça baixa, observava o piso abaixo. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Entre as fileiras paralelas de sapatas está um operário sorridente com vestes brancas, boina branca e um balde na mão esquerda. Mais à esquerda, duas carriolas e uma pedra ao centro. A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO. 

Untitled

NOV.B.13 (98)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-98
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato retrato. Vista térrea registra uma das fachadas cegas em nível de detalhamento - com as peças de mármore colocadas - do Brasília Palace Hotel em fase avançada de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira. Em primeiro plano, uma escada de madeira disposta na fachada cega para auxiliar o acesso dos operários até a cobertura do edifício. Há manchas decorrente da umidade na parte superior, onde é perceptível a etapa de aplicação dos revestimentos e cobogós. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. O local foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Untitled

NOV.B.13 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-99
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada sul do Brasília Palace Hotel e parte do segundo bloco térreo em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Na porção esquerda da imagem, diversos trabalhadores (11) estão distribuídos por entre as estruturas da base ao segundo pavimento, sendo que alguns estão se equilibrando nas vigas. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Atrás do segundo bloco térreo - onde se localiza o saguão, restaurante, salão de festas e o mezanino - está um andaime de madeira treliçado. No plano de fundo do lado direito, atrás dos montes de materiais, estruturas destinadas para apoio ao canteiro de obras. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.14 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-1
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) levemente rebaixado no terreno e este possui laje treliçada pré-moldada é um sistema construtivo de laje pré-moldada, que é composto por vigotas de concreto armado e por algum material de preenchimento, podendo ser de cerâmica ou de EPS, conhecido como isopor (PINHEIRO, 2022). Ao redor da construção há montes de material de construção sobre o chão de terra batida. Logo atrás do cercado, há três árvores nativas do Cerrado de médio porte em terra batida, e ao fundo há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.14 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) com coberturas pré-moldadas convexas e na parte superior e à direita, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao redor das construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com sinais de interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-11
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) com coberturas pré-moldadas convexas e na parte superior e à direita, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao redor das construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com sinais de interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato retrato. Vista do posicionamento das tubulações para saneamento de água sob chão de terra com escavação que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Ao centro as tubulações posicionadas; à direita ao fundo, parte das tubulações. Ao longo da tubulação, na lateral direita, nota-se algumas árvores nativas do Cerrado de médio e grande porte, com destaque para a árvore de grande porte ao fundo, popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). Ao fundo, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-14
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posicionamento das tubulações de água sob chão de terra com escavação que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Ao centro as tubulações posicionadas; à esquerda ao fundo, parte das tubulações. Vista da construção das tubulações de esgoto. Nas laterais da tubulação, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

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