Cerrado

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NOV.B.2 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-8
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia no formato paisagem, em cores, registro aéreo. Imagem enquadrando as porções de terra delimitadas para a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, com alguns pontinhos espalhados de possíveis marcas de deterioração. O terreno margeado por vegetação típica do Cerrado e em chão de terra batida resultado do processo de terraplenagem; na porção central mais à esquerda e no topo do triângulo equilátero da Praça dos Três Poderes, destaca-se o terreno de obra do Palácio do Congresso Nacional, monumento sede do poder Legislativo, composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa; dentro dos limites demarcados vê-se algumas estruturas de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Companhia Construtora Nacional S.A. (os palácios originais de brasília - Elcio Gomes da Silva - pág. 113). Passando paralelamente, na porção central à direita da imagem, de cada lado do retângulo delimitando o que viria a ser o canteiro central da Esplanada dos Ministérios, estão caminhos de terra que viriam a se tornar a via N1 e S1 do Eixo Monumental, um outro caminho de terra que se destaca à esquerda do terreno que viria a se tornar a via N2 do Eixo Monumental. Na parte inferior da fotografia, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (79)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-79
  • Item
  • 06/07/1958
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista área do canteiro de obras do Palácio Congresso Nacional. Em primeiro plano, nota-se uma via de terra de chão batida, utilizada para locomoção entre as áreas construtivas, disposta horizontalmente. Em seguida, situa o grande cercado do canteiro de obras do Congresso, em seu trecho inicial, observa-se um terreno de tonalidade mais escura, com a presença de materiais de construção e trabalhadores esparsos na região. No limite do perímetro delimitado, da esquerda para direita, presencia-se calhas de madeira de presentes em duas áreas cortado por uma pequena trilha de terra, lateralmente, há uma caixa perto de duas edificações temporárias, que serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, em seguida, há um pequeno estacionamento com dois automóveis estacionado e outro transitando o local. Adiante, no sentido oeste-leste, visualiza-se um alojamento com área externa com mesas de carpintaria, a qual repete-se ao lado, próximo a duas edificações paralelas com áreas para estacionar. Na extrema direita, verifica-se uma escada simplória, circundada por caminhões que transportam materiais que ascende até a Via S1, ainda incompleta, com apenas parte de seu trajeto desenhado efetuado. Constata-se que boa parte de seu percurso é densamente ocupado por recursos da obra, enxerga-se também um caminhão perambulando pela área. Mais adiante, centralizado, presencia-se uma construção provisória de dimensão considerável com cobertura não retilínea, perto da rampa externa do Congresso Nacional que encontra-se em estágio embrionário de efetuação. À frente, sobressai a malha estrutural do edifício principal, em processo incipiente de construção ainda sem nenhuma das cúpulas erigidas, ainda em fundação. Em seguida, notabiliza-se um espaço vazio contendo terra de chão batido. À leste, assenta-se o perímetro do Supremo Tribunal, detendo, à época, apenas quatro construções temporárias, em uma delas é possível visualizar a cobertura ainda sendo montada. No extremo oposto, ressalta-se a Via N1, Eixo Monumental, com pavimentação inconclusa, a qual perpassa todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios. Observa-se sutilmente dois caminhões em sentido contrário deslocando no trajeto. À esquerda, rente a pista, situa-se a área de elaboração do Palácio do Planalto, com poucos pilares levantados e três diminutas construções temporárias esparsas em seu trecho inicial. Ao fundo, alastra-se uma faixa densa de Cerrado composta de vegetação de médio e grande porte.

Untitled

NOV.B.2 (77)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-77
  • Item
  • 03/02/1958
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da ponta do vértice superior do triângulo equilátero, correspondente a área da Praça dos Três Poderes, tal triângulo detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). Destaca-se na fotografia a formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo,e sua acentuada elevação de 5m do terreno natural, emergindo do cerrado, realizado com arrimo em concreto aparente. No lado esquerdo do triângulo equilátero, estão localizados galpões e depósitos, os quais provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras, cercados por andaimes. Fora do triângulo, na metade da medida que liga o ponto superior à sede do Poder Executivo, nota-se uma mancha de Cerrado com um galpão,no centro, de aspecto longitudinal. Localizado na parte inferior, rodeando a região está uma amostra bastante densa de Cerrado nativo. Ao fundo da terraplanagem, está uma grande região descampada e uma densa vegetação correspondente ao Cerrado.

Untitled

NOV.B.2 (75)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-75
  • Item
  • 03/02/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista Lateral da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). No momento, há apenas
construções simples longitudinais, provavelmente de galpões e depósitos utilizados para armazenar materiais na região corresponde a sede do Legislativo. Atravessando o complexo, na parte direita do triângulo equilátero, que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está em fase inicial de construção o Eixo Monumental ainda não pavimentado. Originando perto das redondezas da Vila Planalto, uma via terrestre perpassa a parte superior do triângulo equilátero e contorna sua parte esquerda descendo até a parte final do terrapleno, no trecho inferior encontram-se dois caminhões transportando materiais de construção. Ainda não foi realizado, o terrapleno do retângulo que formaria a Esplanada dos Ministérios. Circundando a Praça dos Três Poderes estão amostras de Cerrado Nativo, próximo ao vértice superior ainda tem a formação inicial das habitações populares da Vila Planalto, vila formada pelos operários que trabalhavam nas obras monumentais de Brasília.
"

Untitled

NOV.B.2 (73)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-73
  • Item
  • 03/02/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista Lateral da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). No momento, há apenas
construções simples longitudinais, provavelmente de galpões e depósitos utilizados para armazenar materiais na região corresponde a sede do Legislativo. Atravessando o complexo, na parte direita do triângulo equilátero, que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está em fase inicial de construção o Eixo Monumental ainda não pavimentado. Originando perto das redondezas da Vila Planalto, uma via terrestre perpassa a parte superior do triângulo equilátero e contorna sua parte esquerda descendo até a parte final do terrapleno, no trecho inferior encontram-se dois caminhões transportando materiais de construção. Ainda não foi realizado, o terrapleno do retângulo que formaria a Esplanada dos Ministérios. Circundando a Praça dos Três Poderes estão amostras de Cerrado Nativo, próximo ao vértice superior ainda tem a formação inicial das habitações populares da Vila Planalto, vila formada pelos operários que trabalhavam nas obras monumentais de Brasília.
"

Untitled

NOV.B.02 (715)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-715
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista central do Catetinho 1 já finalizado suas construções e com a pintura branca. Tal obra é composta praticamente toda de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício, na parte esquerda é visível com cadeiras e mesas de madeira, utilizada para a refeição, na parte direita, há um espaço vazio. Na parte posterior do “Palácio de Tábuas”, é possível visualizar parte da parede e janela do anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. Próximo ao anexo, há uma árvore que é possível visualizar apenas suas folhas acima da cobertura do Catetinho. Em primeiro plano, é notável o solo ainda sem calçamento com o tradicional “chão de terra batida”. No canto esquerdo da fotografia, destaca-se a presença da folhagem da planta ornamental popularmente conhecida por piteira (Agave sp.) e recorte dos galhos e folhagem da árvore conhecida como pau-doce (Vochysia elliptica). Ao fundo, na extrema direita, três plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) enfileiradas e vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (532) com leve alteração de colorimetria e leve desfoque fotográfico à esquerda.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (712)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-712
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Catetinho 1 e do Catetinho 2. Em primeiro plano, vegetação natural do Cerrado, provavelmente alterada pela ação humana e logo atrás, piso de terra com seis plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.), outras pequenas palmeiras e uma árvore popularmente conhecida como barbatimão (Stryphnodendron adstringens). Em segundo plano, a fachada lateral e principal do Catetinho 1, o qual é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. À sua direita, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. Em terceiro plano, da esquerda para a direita, é possível visualizar um homem vestindo calça escura e camisa clara ao lado de um veículo, provavelmente um Ford Pick-up. Ao lado do veículo, o Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2), que possui os mesmos aspectos modernistas e inspirações da arquitetura colonial brasileira. Entretanto, seu diferencial para o Catetinho 1, é a presença de uma fachada menos permeável e aberturas nas varandas mais diminutas, sua diferença estrutural evidencia-se na sua composição de estrutura mista, ferro e pilotis com vigas levíssimas de “alma” de Eucatex, uma chapa de fibra de madeira de alta densidade que permite o empilhamento eficaz e seguro em logística (Empresa Eucatex) e madeira. Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.2 (706)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-706
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, registro aéreo. Imagem enquadrando os três monumentos que constituem a Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu. Na porção central da imagem está o canteiro de obras do Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. O palácio está em estágio inicial de construção, com algumas estruturas de madeira já posicionadas, no local onde será erguido o monumento. Próximo à estrutura em construção está a estrutura de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Nacional. Em segundo plano, na porção central, é possível ver estacas de madeira dispostas de maneira enfileirada no terreno da Praça dos Três Poderes. À direita da praça, nota-se o canteiro de obras do Supremo Tribunal Federal, monumento sede do poder Judiciário, construção em estágio inicial, destacando mais as estruturas temporárias de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Rabello S.A.. À esquerda da praça, destaca-se um protótipo dos pilares das fachadas frontal e posterior do Palácio do Planalto, monumento sede do Poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Esse pilar foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo de parabole deixando o pilar mais estreito (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106). Próximo ao protótipo vê-se as estruturas temporárias de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (700)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-700
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes, no lado esquerdo, em primeiro plano, situa-se uma via temporária com um Escrêiper vagando por ela, sua extensão chega até a sede do Legislativo. Postes de madeira, encadeados à direita, acompanham toda a via do trecho não pavimentado que desemboca adjunto a um amontoado de terra, próximos a essa localidade, estão dois automóveis transitando em direção a Praça dos Três Poderes. Ao centro, situam-se os depósitos de aspecto longitudinal, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Mais ao fundo, localizam-se as duas rampas externas do Congresso Nacional, uma delas oferece acesso à base da sede do Legislativo, é possível notar no canto direito extremo, o processo cimbramento, adjacente, a um solo bastante acidentado. A outra oferece acesso às cúpulas emblemáticas da Câmara dos Deputados, de maior dimensão, sem revestimento e com andaime rente a parede externa. É possível visualizar ainda, os trabalhadores manipulando os recursos da obra na cobertura e, abaixo, mais operários preparando materiais da obra. Já o Senado está em estágio de acabamento encontra-se com a forma original. Mais atrás, ressalta-se os monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. A parte inferior de ambas as grandes edificações está sendo iniciado seu revestimento. Destoa-se no lado esquerdo, a presença da plataforma de proteção, que possui a função de evitar a queda de pessoas, ferramentas e materiais. Tal estruturação aparece, externamente, a cada sete pavimentos. Nos pavimentos iniciais, verifica-se a construção da vedação das empenas. Adjacente ao Congresso Nacional, pousa o Eixo Monumental, sem pavimentação concluída, esse trecho alonga-se por todo o terreno. O Palácio do Planalto, sobressai, com a predominância de diversas escoras em toda a sua malha estrutural e também nas colunas-curvas emblemáticas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Atrás do Congresso Nacional, cercado de estruturas provisórias que bloqueiam a visão do Museu da Cidade e seu formato característico das vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura. O Supremo Tribunal Federal, é possível observar apenas uma fachada da série de colunas-curvas encadeadas, contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. Próximo no sentido sul, está um grande descampado de terra de chão batido. Atrás das construções, é possível observar vegetação do Cerrado que se estende na linha do horizonte (fitofisionomia não identificável), em que é possível observar trechos campestres e outros com presença de árvores.

Untitled

NOV.B.2 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-7
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista panorâmica do Cerrado Nativo que concentra manchas à direita do Eixo Monumental (já pavimentado). Apenas uma amostra da parte direita do triângulo equilátero, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estarão os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo), Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e Palácio do Planalto (Executivo). Galpões e depósito estão construídos, da esquerda e direita, estão próximos do Eixo Monumental, do vértice inferior e mais ao fundo. Fora da região do triângulo equilátero, ao fundo, há uma densa Mata de Galeria.

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