Cerrado

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NOV.B.13 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-31
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam a extensão transversal da longa fachada oeste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada de cobogós do bloco principal e o bloco térreo atrás. Da esquerda para à direita: um grupo de aproximadamente 4 operários estão encostados em um veículo de cor azulada e vestem roupas mais casuais - calças jeans, camisas claras; adiante, um homem de camisa azul e calças escuras se agacha ao lado de um poste de energia elétrica; atrás deste, uma espécie de placa de fundo preto, um poste e outra pessoa de vestes claras ao lado; em um plano à frente, ao que parece, uma criança se locomove sobre a terra seca batida; ao lado e um plano atrás, um grupo de 6 homens estão debaixo da cobertura do bloco térreo; dando seguimento à linha de observação, mais pessoas estão distribuídas entre o bloco secundário e os pilares do bloco principal; abaixo do bloco de 3 pavimentos, um caminhão azul e alguns carros estacionados entre os pilares, bem como uma mulher de longo vestido vermelho, 2 homens sob o sol e 4 agrupamentos de pessoas próximas ao edifício; perto da instalação pequena de apoio ao canteiro, 3 homens de vestes azuis conversam; ao fundo, após a instalação de apoio, aproximadamente 5 carros estão estacionados - entre eles Fuscas e Jeep Willys - com algumas pessoas com trajes mais formais saindo da região de estacionamento; por último, no plano à frente do estacionamento, um homem de camisa listrada e calças azuis anda de bicicleta no terreno de terra seca. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado, dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca.
"

Untitled

NOV.B.13 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-32
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista de parte da fachada envidraçada do bloco principal e visualização do corredor de conexão - local onde fica o mezanino e a recepção - entre os blocos. À frente do corredor no bloco secundário, 2 funcionários - vestidos com macacão escuro, um deles utilizando chapéu - escorados nas esquadrias conversam entre si. Entre o hotel e o bloco secundário, há grama plantada. À esquerda, duas mudas e um cortador de grama manual, atrás do pilar. Após o bloco principal, um carro preto está estacionado sob o sol e 6 operários umedecem o solo de terra seca batida, ao fundo, onde veio a ser o estacionamento do hotel. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Atrás do hotel nota-se a vegetação campestre de Cerrado (campo sujo). Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Untitled

NOV.B.13 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-33
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e manchas roxas. Vista parcial da fachada frontal do bloco principal do Palace Hotel voltado para área onde será preenchido o Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda de urgência de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. No canto direito da imagem, o prédio de três pavimentos projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012), com dois carros estacionados entre os pilares do térreo. No canto esquerdo, um operário de capacete, calça jeans e camisa social aberta caminha frente às pilhas de terra vermelha e observa o edifício ao lado. Ao seu lado, uma árvore seca e de galhos enegrecidos. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Untitled

NOV.B.13 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-34
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se o enquadramento parcial do segundo bloco - área de restaurante e salão de eventos - e de parte da piscina oval ainda não concluída na área social do hotel. A área de piscina encontra-se próxima do bloco térreo e foi pensada por Niemeyer de modo simplista, quando à época da construção desenhou o formato ovalado. Este formato partiu de uma inspiração do arquiteto: “Tudo era feito na marra, com burocracia zero. Um dia, tomando café no bar hotel, impaciente pela demora na construção da piscina - havia uns seis meses e nada -, Niemeyer desenhou um ovo de Páscoa (uns dizem que num papel; outros que no chão mesmo) e disse: ‘Taí, podem fazer.” (ESNAL, 2015, p. 35). Um trabalhador encontra-se dentro da piscina - aparenta realizar a etapa de rejunte -, trajando apenas calça enquanto sua camisa está pendurada em uma estaca de madeira no arredores da piscina. Entre a área à construir da piscina e o segundo bloco envidraçado, um mosaico de calçadas concretadas, gramado e terra seca batida, indicando que ainda estava em processo de obras. Abaixo da marquise, à frente do plano de vidro convexo, um homem de calça e camisa escura transita nas dependências da área social do hotel. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda de urgência de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Untitled

NOV.B.13 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-35
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam parte da extensão transversal da longa fachada frontal do conjunto do Brasília Palace, ao fundo, voltados para leste, é possível ver também o segundo bloco térreo, destinado ao restaurante e ao salão de eventos, e um cerceamento alto de tapumes dividindo as instalações de apoio do bloco secundário. Aproximadamente 6 carros estão estacionados abaixo e nas imediações do bloco principal, dois Jeep Willys, um Buick Super Sport 1941, uma Kombi e um Fusca estão visíveis. À direita da imagem, um mosaico de pisos com gramado, calçada concretada e terra seca batida estão aparentes, também uma sequência de postes de energia e um tronco seco e de galhos enegrecidos. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.13 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-36
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista térrea registra o processo de montagem estrutural das peças metálicas que veio a ser o Brasília Palace Hotel em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro da perspectiva térrea da estrutura do edifício implantado ao contexto topográfico, considerando os planos horizontais de cada pavimento dando-se a noção da extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Em primeiro plano, do lado direito do registro, uma das fachadas cegas (sul) do edifício. Ao contexto construtivo do hotel, trabalhadores (7) conversam - uns sentados e outros em pé - sobre as peças metálicas destinadas ao vigamento do primeiro pavimento, em aparente momento de descontração. Algumas escadas estão apoiadas interna e externamente para facilitar o acesso dos operários à verticalidade da estrutura. Do lado esquerdo da imagem, na base da fachada oeste, peças metálicas depositadas sobre tábuas de madeira ao solo. Abaixo das estruturas, encontram-se maquinários e materiais. Ao fundo da estrutura do edifício, na fachada leste, nota-se o levantamento para estruturação do terraço que veio a ser o restaurante, este bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Entre as estruturas do edifício e do terraço, uma caminhonete transita pelos arredores da obra, sendo responsáveis pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Árvores - de pequeno e médio porte sobre o solo de gramíneas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Untitled

NOV.B.13 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-37
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato retrato, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Registro de trabalhadores realizando a colocação de uma viga metálica na estrutura do que veio a ser o Brasília Palace Hotel, em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No registro, em primeiro plano, três operários: um operário com chapéu, camisa de manga longa dobrada na altura do cotovelo, auxilia com uma corda o erguimento de uma viga metálica feita por uma grua posicionada verticalmente por outro trabalhador dentro do veículo, com chapéu e roupas escuras. Os demais trajam roupas sociais, dois capacetes - auxiliam na sustentação de uma viga metálica. Uma grua, operada por um trabalhador, suspende uma extremidade da peça, enquanto operários, por meio de uma corda amarrada na mesma, equilibram a subida da peça que irá ser colocada por um quarto operário acima, sentado sobre uma das vigas já instalada na estrutura. No solo, ao fundo, outro operário - trajando uma camisa e boné claro - está em pé sobre o aglomerado de vigas no chão localizadas no quadrante esquerdo do registro, observando a atividade realizada. No quadrante superior, nas vigas em balanço, notam-se botas de outros dois trabalhadores sentados nas peças metálicas - na 1ª e 4ª da direita para a esquerda, com uso de equipamento precário de segurança. Ao fundo do contexto de obra, um homem de calças claras e camisa de manga longa escura, caminha pelo terreno com seu braço esquerdo levantado. O Cerrado - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao fundo, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), . Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO.
"

Untitled

NOV.B.13 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-39
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. A imagem captura parte do bloco secundário e térreo, sustentado por pilares metálicos anodizados pretos, de laje retilínea e demonstra um trecho do painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda de urgência de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Na lateral direita, ao lado do hotel, há gramado plantado e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com sequência de chuvas do ano de 1961 e o lago artificial surgiu, e então Juscelino Kubitschek (1902-1961) se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42).  

Untitled

NOV.B.13 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-4
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida aérea em formato paisagem da extensão do Brasília Palace Hotel, em Brasília - DF, nos anos de 1959-1960. A representação digital contém manchas e riscos verdes. Em dois terços da imagem, a obra de Oscar Niemeyer (1907-2012) se estende transversalmente, consistindo em um prédio de três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, equilibrando-se sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto, com extensão de 203 metros de comprimento. Abaixo da edificação, há um amontoado de materiais construtivos, uma escada e um caminhão amarelo estacionado. Ao lado do caminhão, um tapume se estende até o segundo bloco, longitudinal e térreo, onde ocorrem as atividades sociais do hotel. No canto direito da imagem, é visível parte da estrutura destinada ao restaurante, com sua cobertura em laje retilínea e marquises em balanço. Entre o tapume e a escada do bloco térreo, um homem vestindo trajes claros e possivelmente um toque blanche (chapéu de cozinheiro) movimenta materiais do lado de fora do edifício. Após o bloco linear, três homens caminham na área cimentada, sob a penumbra do prédio. No plano do horizonte, o Lago Paranoá preenche o Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, estendendo-se pelo horizonte. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda urgente de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas só foi realizado em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um ponto de encontro habitual para pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-23;

Untitled

NOV.B.13 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-40
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista da perpendicular entre o corredor de acesso ao segundo bloco do hotel e o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o gramado plantado com fins paisagísticos. Na frente do corredor envidraçado, na oitava esquadria da esquerda para a direita, dois homens de capacete e vestes escuras conversam. Atrás da extremidade esquerda do segundo bloco, há uma instalação, provavelmente de apoio à construção do Palace. Ao seu lado um cercamento em tapume. Ao fundo, a região onde veio a ser o Lago Paranoá, local onde residiam parte dos trabalhadores da capital - a Vila Amaury - em uma vila precária de casas e comércios em madeira. Tal vila foi criada por Amaury Almeida, servidor da NOVACAP, em 1957 como uma região tida pela empresa como provisória, pois aquela porção de terreno receberia as águas da barragem do Paranoá, com intuito de promover lazer e conforto climático à Brasília. A remoção dos residentes foi compulsória, mas alguns resistiram à destruição da vila permanecendo até que o nível da água subisse, tendo seus pertences levados. Cely Nogueira, trabalhador da época, conta que seu pai foi um dos que resistiu à saída da Vila: “Meu pai teimoso não queria sair. Ele não acreditava que a água ia subir. De repente, a água estava entrando dentro de casa. Eu me mudei com ele com a água dentro da casa porque ele não queria sair. Aquele que não queria sair, teve que sair forçado” (NOGUEIRA apud BASTOS, 2018). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

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