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NOV.B.21 (1)

Fotografia colorida em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada da Venezuela. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Venezuela Lote Nº 13. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. A Embaixada da Venezuela só se instalou em Brasília, DF em abril de 1972, sendo o autor do projeto o arquiteto Genry Tanededi. A Chancelaria da embaixada recebe obras de artistas venezuelanos. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p. 93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha (1927-2018): “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação mais rasteira, contendo gramíneas, arbustivas e algumas árvores de pequeno porte correspondentes ao bioma Cerrado, especificamente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na parte inferior da imagem, nota-se terra batida, cuja vegetação foi removida por intervenção humana.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (9)

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, vegetação campestre do Cerrado (campo limpo). Em segundo plano, um edifício longilíneo não identificado que aparenta ser provisório e provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás do edifício, à direita o campo nativo continua se estendendo e à esquerda vegetação com maior densidade de árvores, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (8)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista externa a partir da parte interna de um edifício não identificado. Em primeiro plano, piso aparentemente de concreto, duas colunas retangulares que enquadram esquadrias com finos perfis metálicos. Os vidros possuem marcações de X para facilitar a visualização da presença do material transparente. No teto, uma pequena abertura e uma lâmpada está suspensa com fiação improvisada. Atrás do edifício fundo nota-se terra batida, à direita uma figura humana caminhando sobre a terra. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pela linha do horizonte.
Fotografia vista de dentro do edifício NOV-D-4-4-B-20’ (16).
"

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NOV.B.20 (5)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea de um canteiro de obras com materiais de construção e construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, sobre chão de terra. Ao redor do canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo, uma linha com adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que acompanha um curso d’água. Atrás da mata de galeria, vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-20’ (4).
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NOV.B.20 (4)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea de um canteiro de obras com materiais de construção e construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, sobre chão de terra. Ao redor do canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo, uma linha com adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que acompanha um curso d’água. Atrás da mata de galeria, vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-20’ (5).
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NOV.B.20 (36)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea de uma escavação longilínea com contenção de terra e algumas construções ao redor. No canto direito, entre as casas nota-se árvores de médio porte do Cerrado que não foram removidas no processo de construção das habitações. Ao fundo, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que se estende pelo horizonte.

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NOV.B.20 (35)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do Plano Piloto, mais precisamente do Eixo Rodoviário Sul do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília sobre o eixo: “Dêsse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento.” (COSTA, 1957, p.10). Ao redor há vegetação do Cerrado, em que é possível notar trechos campestres (campo limpo), principalmente na parte inferior da fotografia, e trechos com média densidade de árvores (cerrado sentido restrito). A vegetação se estende pelo horizonte.
Fotografia com referência ao item NOV-D-4-4-B-18 (49).
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NOV.B.20 (34)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de escavação do subsolo o qual possui escoramento com tábuas de madeira para contenção de terra. Diversas figuras humanas estão próximas ao local e à direita há uma pequena construção com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas Atrás do canteiro de obras, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ou uma formação florestal (mata seca ou cerradão), devido ao porte das árvores.

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NOV.B.20 (33)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea diagonal do edifício da Imprensa Nacional. O edifício possui um formato quadrado, mas que pelo ângulo da fotografia aparenta ser retangular. Este é de concreto armado com pelo menos quatro pavimentos com uma de suas fachadas revestida por esquadrias. Em sua cobertura percebe-se as seções das inclinações para escoamento de água. Ao redor do edifício, há diversas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás das construções temporárias, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que se estende pelo horizonte.

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NOV.B.20 (32)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do aparenta ser o Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Este possui diversos edifícios/hotéis longilíneos paralelos entre si com dois pavimentos e grandes esquadrias quadrangulares bem marcadas nas suas fachadas. Na parte inferior da fotografia, a vegetação possui aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por intervenção humana. Ao redor dos edifícios há construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás do conjunto de edifícios e entre as avenidas de terra batida, há vegetação de cerrado típico, que se estende pelo horizonte.

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