Cerrado

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NOV.B.2 (190)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-190
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista próxima à marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais da construção. Em destaque, vista diagonal da curvatura de duas das sete colunas do edifício que estão nas fachadas leste e oeste a partir de sua elevação para a cobertura. Ao fundo, entre as colunas, terra batida um poste de madeira e uma construção simples com cobertura e sob o mesmo, materiais de construção e um homem trabalhando. Logo atrás, outro homem trabalhador e área de Cerrado aparentemente não modificado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (191)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-191
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato retrato. Em primeiro plano, no canto superior esquerdo destaca-se uma árvore popularmente conhecida por pau-doce (da espécie Vochysia elliptica). Em segundo plano está a Ermida Dom Bosco, pequena capela em formato piramidal, pintada na cor branca, despida de qualquer ornamento, construída sobre uma laje circular em elevação, com sua laterais revestidas de pedras e uma pequena escada lateral que leva até o patamar mais alto da plataforma, contornada por vegetação do Cerrado, às margens do que viria a se tornar o lago Paranoá. Em terceiro plano, ao fundo, do lado inferior direito da Ermida, vista parcial do Palácio da Alvorada.
A Ermida foi a primeira construção de alvenaria da cidade, projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), além de ser uma das primeiras obras realizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Construção concluída em 31 de dezembro de 1956, inaugurada em 24 de março de 1957, com a celebração de uma missa. Sendo o primeiro templo religioso de Brasília construído em caráter definitivo. No acervo textual NOVACAP, consta a fatura da obra assinada pelo engenheiro Geraldo Duarte Passos, a serviço da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) para a edificação da Ermida Dom Bosco, constando no documento o seguinte texto “Pelos serviços de construção de uma pirâmide triangular ôca, de concreto armado, de acordo com o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, denominada “Ermida de São João Bosco”[...]” Referência fundo textual NOVACAP no Arquivo Público do DF. A construção do santuário custou um total de 100 mil cruzeiros.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - ERMIDA DOM BOSCO:
· Construída como forma de homenagem ao padre italiano São João Bosco. Todo o misticismo em torno de Dom Bosco e Brasília originou-se a partir de uma narrativa criada por um grupo de goianos. Intencionalmente procuraram relacionar uma visão que o santo italiano teve em seu sonho, a respeito de uma região com riquezas incalculáveis e a formação de um lago, com a região onde Brasília iria ser construída. Dessa forma se procurava fundamentar na vontade divina, por meio da visão profética do santo, a construção da nova capital no Planalto Central. Com a ressignificação do sonho, Dom Bosco passou a ser visto como alguém que já tinha profetizado a respeito da construção de Brasília.
· A Ermida já estava prevista para ser construída antes do concurso da capital ser lançado.
· A congregação dos Salesianos, desde 1956, se fez presente nos acampamentos dos trabalhadores. Esta teria sido a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal.
"

Untitled

NOV.B.2 (193)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-193
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato retrato. Em destaque, na porção central e vista superior, vê-se a Ermida Dom Bosco em etapa de construção, com andaimes nas laterais; O templo é uma pequena capela em formato piramidal, pintada na cor branca, despida de qualquer ornamento, construída sobre uma laje circular em elevação, com sua laterais revestidas de pedras e uma pequena escada lateral que leva até o patamar mais alto da plataforma, contornada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), às margens do que viria a se tornar o lago Paranoá.
A Ermida foi a primeira construção de alvenaria da cidade, projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), além de ser uma das primeiras obras realizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Construção concluída em 31 de dezembro de 1956, inaugurada em 24 de março de 1957, com a celebração de uma missa. Sendo o primeiro templo religioso de Brasília construído em caráter definitivo. No acervo textual NOVACAP, consta a fatura da obra assinada pelo engenheiro Geraldo Duarte Passos, a serviço da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) para a edificação da Ermida Dom Bosco, constando no documento o seguinte texto “Pelos serviços de construção de uma pirâmide triangular ôca, de concreto armado, de acordo com o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, denominada “Ermida de São João Bosco”[...]” Referência fundo textual NOVACAP no Arquivo Público do DF. A construção do santuário custou um total de 100 mil cruzeiros.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - ERMIDA DOM BOSCO:
· Construída como forma de homenagem ao padre italiano São João Bosco. Todo o misticismo em torno de Dom Bosco e Brasília originou-se a partir de uma narrativa criada por um grupo de goianos. Intencionalmente procuraram relacionar uma visão que o santo italiano teve em seu sonho, a respeito de uma região com riquezas incalculáveis e a formação de um lago, com a região onde Brasília iria ser construída. Dessa forma se procurava fundamentar na vontade divina, por meio da visão profética do santo, a construção da nova capital no Planalto Central. Com a ressignificação do sonho, Dom Bosco passou a ser visto como alguém que já tinha profetizado a respeito da construção de Brasília.
· A Ermida já estava prevista para ser construída antes do concurso da capital ser lançado.
· A congregação dos Salesianos, desde 1956, se fez presente nos acampamentos dos trabalhadores. Esta teria sido a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal."

Untitled

NOV.B.2 (195)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-195
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato retrato. Em primeiro plano destaca-se uma árvore popularmente conhecida por pau-doce (da espécie Vochysia elliptica) com a cruz do topo da Ermida centralizada entre os galhos do pau doce. Em segundo plano está a Ermida Dom Bosco, pequena capela em formato piramidal, pintada na cor branca, despida de qualquer ornamento, construída sobre uma laje circular em elevação, com sua laterais revestidas de pedras e uma pequena escada lateral que leva até o patamar mais alto da plataforma, contornada por vegetação do Cerrado, às margens do que viria a se tornar o lago Paranoá. Ao fundo, do lado inferior direito da Ermida, vista parcial do Palácio da Alvorada e a capelinha do palácio residencial do presidente. Ao lado inferior esquerdo da Ermida, vista parcial do acampamento de obra do Palácio da Alvorada.
A Ermida foi a primeira construção de alvenaria da cidade, projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), além de ser uma das primeiras obras realizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Construção concluída em 31 de dezembro de 1956, inaugurada em 24 de março de 1957, com a celebração de uma missa. Sendo o primeiro templo religioso de Brasília construído em caráter definitivo. No acervo textual NOVACAP, consta a fatura da obra assinada pelo engenheiro Geraldo Duarte Passos, a serviço da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) para a edificação da Ermida Dom Bosco, constando no documento o seguinte texto “Pelos serviços de construção de uma pirâmide triangular ôca, de concreto armado, de acordo com o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, denominada “Ermida de São João Bosco”[...]” Referência fundo textual NOVACAP no Arquivo Público do DF. A construção do santuário custou um total de 100 mil cruzeiros.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - ERMIDA DOM BOSCO:
· Construída como forma de homenagem ao padre italiano São João Bosco. Todo o misticismo em torno de Dom Bosco e Brasília originou-se a partir de uma narrativa criada por um grupo de goianos. Intencionalmente procuraram relacionar uma visão que o santo italiano teve em seu sonho, a respeito de uma região com riquezas incalculáveis e a formação de um lago, com a região onde Brasília iria ser construída. Dessa forma se procurava fundamentar na vontade divina, por meio da visão profética do santo, a construção da nova capital no Planalto Central. Com a ressignificação do sonho, Dom Bosco passou a ser visto como alguém que já tinha profetizado a respeito da construção de Brasília.
· A Ermida já estava prevista para ser construída antes do concurso da capital ser lançado.
· A congregação dos Salesianos, desde 1956, se fez presente nos acampamentos dos trabalhadores. Esta teria sido a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal.
"

Untitled

NOV.B.2 (196)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-196
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do canteiro de obras do Palácio do Planalto.
Canteiro de obras do Palácio do Planalto em área com piso de terra, diversos materiais de construção sobre o piso e o que devem ser, provavelmente, alguns depósitos. O canteiro possui cercamento simples com estacas, provavelmente, de madeira. Dentro deste canteiro, na parte inferior da fotografia, há recortes no piso, aparentando ser estudo estrutural de fundação para o Palácio do Planalto. À direita uma pista pavimentada está adjacente ao canteiro de obras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
"

Untitled

NOV.B.2 (197)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-197
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano destaca-se uma árvore popularmente conhecida por pau-doce (da espécie Vochysia elliptica). Em segundo plano está a Ermida Dom Bosco, pequena capela em formato piramidal com vértice principal coroado por uma cruz, pintada de branco, despida de qualquer ornamento, às margens do que viria a se tornar o lago Paranoá, cercada por vegetação do Cerrado (cerrado sentido restrito). Ao fundo, do lado inferior direito da Ermida, vista do Palácio da Alvorada e a capelinha do palácio residencial do presidente. Ao lado inferior esquerdo da Ermida, vista parcial do acampamento de obra do Palácio da Alvorada.
A Ermida foi a primeira construção de alvenaria da cidade, projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), além de ser uma das primeiras obras realizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Construção concluída em 31 de dezembro de 1956, inaugurada em 24 de março de 1957, com a celebração de uma missa. Sendo o primeiro templo religioso de Brasília construído em caráter definitivo. No acervo textual NOVACAP, consta a fatura da obra assinada pelo engenheiro Geraldo Duarte Passos, a serviço da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) para a edificação da Ermida Dom Bosco, constando no documento o seguinte texto “Pelos serviços de construção de uma pirâmide triangular ôca, de concreto armado, de acordo com o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, denominada “Ermida de São João Bosco”[...]” Referência fundo textual NOVACAP no Arquivo Público do DF. A construção do santuário custou um total de 100 mil cruzeiros.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - ERMIDA DOM BOSCO:
· Construída como forma de homenagem ao padre italiano São João Bosco. Todo o misticismo em torno de Dom Bosco e Brasília originou-se a partir de uma narrativa criada por um grupo de goianos. Intencionalmente procuraram relacionar uma visão que o santo italiano teve em seu sonho, a respeito de uma região com riquezas incalculáveis e a formação de um lago, com a região onde Brasília iria ser construída. Dessa forma se procurava fundamentar na vontade divina, por meio da visão profética do santo, a construção da nova capital no Planalto Central. Com a ressignificação do sonho, Dom Bosco passou a ser visto como alguém que já tinha profetizado a respeito da construção de Brasília.
· A Ermida já estava prevista para ser construída antes do concurso da capital ser lançado.
· A congregação dos Salesianos, desde 1956, se fez presente nos acampamentos dos trabalhadores. Esta teria sido a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal.
"

Untitled

NOV.B.2 (199)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-199
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em destaque, ao centro há a vista aérea da Ermida Dom Bosco em etapa de construção, contornada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), às margens do que viria a se tornar o Lago Paranoá, com sua abertura triangular voltada para o Palácio da Alvorada. O templo é uma pequena capela em formato piramidal com vértice principal coroado por uma cruz, pintada de branco, despida de qualquer ornamento. Construída uma laje circular, revestida de pedras, em elevação.
Mancha branca do lado esquerdo da imagem.
A Ermida foi a primeira construção de alvenaria da cidade, projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), além de ser uma das primeiras obras realizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Construção concluída em 31 de dezembro de 1956, inaugurada em 24 de março de 1957, com a celebração de uma missa. Sendo o primeiro templo religioso de Brasília construído em caráter definitivo. No acervo textual NOVACAP, consta a fatura da obra assinada pelo engenheiro Geraldo Duarte Passos, a serviço da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) para a edificação da Ermida Dom Bosco, constando no documento o seguinte texto “Pelos serviços de construção de uma pirâmide triangular ôca, de concreto armado, de acordo com o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, denominada “Ermida de São João Bosco”[...]” Referência fundo textual NOVACAP no Arquivo Público do DF. A construção do santuário custou um total de 100 mil cruzeiros.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - ERMIDA DOM BOSCO:
· Construída como forma de homenagem ao padre italiano São João Bosco. Todo o misticismo em torno de Dom Bosco e Brasília originou-se a partir de uma narrativa criada por um grupo de goianos. Intencionalmente procuraram relacionar uma visão que o santo italiano teve em seu sonho, a respeito de uma região com riquezas incalculáveis e a formação de um lago, com a região onde Brasília iria ser construída. Dessa forma se procurava fundamentar na vontade divina, por meio da visão profética do santo, a construção da nova capital no Planalto Central. Com a ressignificação do sonho, Dom Bosco passou a ser visto como alguém que já tinha profetizado a respeito da construção de Brasília.
· A Ermida já estava prevista para ser construída antes do concurso da capital ser lançado.
· A congregação dos Salesianos, desde 1956, se fez presente nos acampamentos dos trabalhadores. Esta teria sido a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal.
"

Untitled

NOV.B.2 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-2
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, com uma mancha preta na lateral direita. Vista lateral da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. Destaca-se a forma do triângulo, com ambos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu. Futuramente abarcará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita), perpassando o triângulo equilátero, encontra-se o Eixo Monumental ainda sem pavimentação. Ao lado do triângulo equilátero, está um Cerrado com vegetação rasteira.

Untitled

NOV.B.2 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-20
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, ainda sem monumento erguido. Nota-se que o terreno apresenta bastante erosão e está com o nivelamento precário na região relacionado ao Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto. Notabiliza-se, na região da Praça dos Três Poderes, a presença do Marco Zero, um relevo de altitude baixa e bastante acidentado, que marca o cruzamento dos Eixos Monumental e Rodoviário (ainda não concluídos e asfaltados), símbolo do início da construção de Brasília. Mais à frente, o terreno de forma retangular da Esplanada dos Ministérios com a formação do terrapleno em estágio mais avançado de nivelamento. No centro e no lado direito, há somente as bases de alguns Ministérios construídos e galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. Circundando o terreno estão amostras de Cerrado nativo.

Untitled

NOV.B.2 (200)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-200
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Na imagem aparece parte da fachada frontal do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com a estrutura de concreto armado em construção e a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), em fase de cimbramento (processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de madeira ou estrutura metálica), ainda sem o revestimento de mármore branco texturizado, sustentada pelos pilares está a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá. Logo à frente da fachada do palácio está o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), em fase de cimbramento, com suportes de madeira sustentando a estrutura. Ao lado direito do palácio é possível ver uma caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47). Ao lado esquerdo do parlatório nota-se uma placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial, encostada na placa há uma pilha de paralelepípedos; na parte inferior da imagem estão duas máquinas utilizadas na obra. É possível ainda notar algumas pilhas de materiais de construção dispostas na frente do palácio presidencial. Linha escura transversal pegando a lateral direita da imagem, possivelmente de um helicóptero.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

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