Cerrado

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NOV.B.2 (124)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-124
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do local onde provavelmente será o Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida e materiais de construção sobre o mesmo, como tábuas de madeira e vários montes do que aparenta ser brita, pela coloração, para a mistura do concreto que será utilizado na construção do edifício. Ao centro, da esquerda para a direita, no canto da fotografia, parte dianteira de um caminhão; ao centro, dois caminhões, um monte de material de obra e alguns homens trabalhadores sobre este monte; e materiais de construção sob uma pequena cobertura para preservação dos mesmos. Ao fundo, um grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). No horizonte, diversas fitofisionomias do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (127)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-127
  • Item
  • 06/08/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Em primeiro plano, um cercado de madeira simples, com um solo de “chão de terra batida” e ao lado vegetação rasteira do Cerrado, que possivelmente se encontra nesse estado pela ação humana de remoção da vegetação. Duas casas simples de madeira em sua entrada com dois homens aparentemente uniformizados ao seu redor. Ao longo da via, há três postes de luz elétrica de estrutura simplória. Em segundo plano, vista aérea da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em destaque, o pilar central, com altura de 450 cm e uma cruz em cima e outros duas na lateral esquerda com a altura de 350 cm, que sustentam a Igrejinha, tais pilares trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a cobertura parecer um elemento desprovido de peso. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. À frente, uma passarela frontal com uma escadaria e placa de boas-vindas. Na lateral da Igrejinha, uma janela traseira transversal está seccionada em três partes e na parte posterior, duas janelas dispostas uma na vertical e outra horizontal cobertas pela sombra da da Igrejinha. No perímetro da Igreja, um homem com vestes simples está caminhando em direção a entrada da igreja. Mais ao fundo, um grande cercado de madeira circundando um grande edifício comercial da 107 Sul, ainda em fase de construção avançada com andaimes e escadas temporárias. No estacionamento, nota-se a aparição de caminhonetes e diversos edifícios baixos ao redor com teto íngreme. Na parte posterior do edifício, duas vias de “chão de terra batida” que atualmente é a W1, popularmente conhecida como “Eixinho”, e a W3 Norte. Na parte superior, há vegetação. Ao lado direito das vias, um cercado de madeira com diversos domicílios de construções simples e uma vegetação típica do Cerrado em volta. Ao longo do terreno, duas casas bem espaçadas geograficamente de dimensões bastante superiores aos domicílios vizinhos. No horizonte, há mais vegetação que se estende pelo mesmo.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (129)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-129
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Em primeiro plano, poste de madeira simples de madeira com fiação elétrica, em baixo, um grupo de quatro homens com veste simplórias situados em um terreno desbravado típico de “chão batido”. Em segundo plano, vista lateral da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em destaque, aparece um elemento desprovido de peso formado por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro colunas e, topo, uma cruz. Há dois pilares, o pilar central da frente, com uma cruz, acima da Igreja possui uma altura de 450 centímetros e de trás uma altura de 350 centímetros. A lateral do edifício, ainda não está pintada com os afrescos de Athos Bulcão (1918-2008), mas possui a presença da janela traseira transversal seccionada em três partes. A frente, uma escada compõem o elemento inicial da entrada da Igrejinha que se depara com as três portas da Igrejinha com o visual de cinco folhas de madeira, o qual tem a superfície vazada por figuras geométricas, em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido, de origem italiana e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes. Ao fundo, da esquerda para a direita, há três edifícios encadeados, lado a lado, bastante similares em sua estrutura localizados na quadra 307 sul. Uma estrutura ainda inacabada de andaimes de madeira e uma escada temporária possui uma passarela ainda em construção, a qual três trabalhadores estão finalizando sua lateral. Quatro trabalhadores ocupando-se na extração de madeira utilizando como transporte e locomoção, uma caminhonete. Estão cercados por uma grade que destaca-se com o dizeres de uma faixa escrita “Viva Nossa Mãe Rainha do Rosário de Fátima"". No lado direito da Igrejinha, novamente um cercado, porém de dimensões menores, com uma edificação simples de madeira que serve como bazar. Em seguida, árvores do Cerrado, um carro antigo numa via de “chão batido” e três edifícios de madeira com teto bastante íngremes.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (136)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-136
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Registro aéreo do canteiro de obras do Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. O palácio está em estágio inicial de construção, com algumas estruturas de madeira já posicionadas, no local onde será erguido o monumento. Próximo à estrutura em construção está a estrutura de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Nacional. Em último plano, ao fundo da imagem, vê-se a estrutura de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção, margeado por vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência (campo limpo) ou poucas árvores (campo sujo).

Untitled

NOV.B.2 (142)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-142
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista aérea do complexo que compõem a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, em terra batida. Em primeiro, destaca-se os materiais de construção empilhados concentrados à direita, perto do Eixo Monumental está uma máquina, no outro extremo, dois galpões que provavelmente acumulavam os recursos materiais utilizados nas obras. Mais a frente, está a malha estrutural componente do Congresso Nacional, com as cúpulas ainda em fase inicial de construção e diversos depósitos contendo os elementos essenciais para a constituição da sede do Legislativo. Na área correspondente a Esplanada dos Ministérios conta apenas com um prédio administrativo com sua malha estrutural ainda bem incipiente. À direita da fotografia, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.2 (146)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-146
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista aérea da malha estrutural do Congresso Nacional, em primeiro plano, estão quatros galpões de aspecto longitudinal, provavelmente acumulava materiais de construção ao redor dessas edificações provisórias. Em segundo plano, está a estrutura do em fase inicial, das cúpulas e da rampa externa da sede do Legislativo. Ao lado, está o Eixo Monumental, atravessando todo complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, que está em fase inicial de construção, sem pavimentação. Em terceiro plano, diversas calhas estão enfileiradas ao centro. À esquerda, está a área delimitada elevada alguns metros com a presença de apenas uma coluna erigida, correspondente ao Palácio do Planalto, um grande depósito próximo a um menor. Embaixo, outros galpões encadeados. À direita, há um terreno modificado cercado com mais galpões também alguns materiais de construção. Ao fundo, vegetação de Cerrado nativo, em que logo atrás da terra batida e das construções observa-se cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo diversas fitofisionomias distribuídas em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.2 (150)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-150
  • Item
  • 1958 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, há a pavimentação da pista que circunda a Praça dos Três Poderes, próximo ao Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília que se encontra na lateral esquerda da fotografia circundado por chão de terra batida. Ao fundo, um veículo, Jeep Rural, próximo ao Museu da Cidade, máquina pavimentadora de asfalto, e há operários trabalhando na pavimentação. Ao centro no canto direito, observa-se parte da copa de árvores, provavelmente nativas do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (155)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-155
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, com marcas do tempo, formato paisagem. Em primeiro plano, um terreno modificado urbanisticamente, em segundo plano a parte posterior da Igreja de Nossa Senhora de Fátima com destaque, um maquinário, os pilares esquerdos e direito e posicionados nos fundos da edificação, começam com 350 cm. Os três elementos terminam, no encontro com as vigas da cobertura, com uma altura de 20 cm. No centro, a parte posterior da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, com cinco janelas dispostas em diferentes posições ao lado esquerdo um trabalhador de vestes simples passeando em volta da Igreja e mais atrás umas construções simples de estilo colonial. Ao fundo, vista do Cerrado no horizonte de Brasília, em que atualmente é o Lago Paranoá.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Untitled

NOV.B.2 (156)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-156
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista em destaque encontra-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação, alongando-se por todo complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios com dois caminhões ao final do trajeto, ao lado evidencia-se uma vegetação de Cerrado com diversas rebrotas sobre terra batida, circundada por uma cerca simplória. À esquerda, destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. Em uma das colunas há um enorme andaime com uma construção simples de altura diminuta provavelmente com função de depósito ou galpão. A caixa de vidro, localizada no meio, dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, transmite a sensação de suspensão, porém não está plenamente concluída. Mais a frente notabiliza-se o Congresso Nacional, em estado inicial de construção, com a presença de andaimes e estruturas provisórias. Adjacente à sede do Legislativo está a cúpula do Senado em estágio final de acabamento. Ao fundo, nota-se a série de edifícios administrativos correspondente aos Ministérios com sua malha estrutural composta predominantemente de barras de aço nos pilares e lajes repleta de andaimes.

Untitled

NOV.B.2 (160)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-160
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Imagem enquadrando a Praça dos Três Poderes, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto; todos inseridos em uma espaço delimitado de acordo com o projeto de Lucio Costa e passado pelo processo de terraplenagem; margeando as obras da praça e dos palácios é possível ver estruturas de acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e das construtoras responsáveis pela obra dos monumentos. Na porção superior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Planalto em estágio inicial de obras, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; à direita o palácio presidencial é margeado por vegetação de sentido restrito e logo à frente da fachada frontal passa uma via de terra que viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Na porção central da imagem, à esquerda está o terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; dispostas na praça estão materiais de obra. Ainda na porção central à direita aparece uma depressão de terra que em 1988 viria a se tornar o Parque Bosque dos Constituintes, um local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte. Esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225. Na porção inferior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal em estágio inicial de obras, monumento sede do poder Judiciário, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (7 colunas). No canto direito superior, há parte de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Duplicata do item NOV-D-4-4-B-2 (664)."

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