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NOV.B.18 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-22
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Na metade direita da imagem há o recorte de uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar com a pá posicionada verticalmente. Atrás, sobre o monte de terra, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, com a numeração “11214” gravada em preto abaixo do assento, onde um trabalhador - de roupas beges e chapéu - opera a máquina. Ao lado esquerdo do trator de esteira D7, um segundo operário - com roupas beges - observa a movimentação de terra enquanto apoia sua mão esquerda sobre o quadril. De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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Sans titre

NOV.B.18 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-21
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra para a construção das vias em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Em primeiro plano, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, abaixo do assento a numeração “11214” gravada em preto, sobre o maquinário um operário -com roupas beges, botas,chapéu e um cigarro na boca- olha diretamente para o fotógrafo. Ao fundo, no quadrante esquerdo da fotografia, uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar, está sendo manuseada por um operário - com roupas beges e chapéu - com a pá posicionada verticalmente fazendo o deslocamento da terra para dentro da caçamba de um caminhão posicionado logo atrás, em cima da cabina do caminhão, outro operário - com roupa azul claro e chapéu marrom - observa o fotógrafo com uma das mão apoiadas no queixo, abaixo um terceiro operário - usando chapéu - aparece parcialmente atrás do primeiro maquinário. Ao fundo é possível ver resquícios da vegetação nativa do local em um mosaico de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) e Cerrado ralo (cerrado sentido amplo), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, com variação de cor verde intenso a verde claro. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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Sans titre

NOV.B.18 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-20
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro térreo da ponte do trevo que interliga a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1958). A ponte apresenta processo avançado de construção, evidenciando estar em funcionamento devido à passagem de veículos nas proximidades, sendo possível identificar uma caminhonete azul que se locomove sobre a via que percorre abaixo da ponte. Apesar de retratar aparente funcionamento, a presença de um maquinário verde nas proximidades da ponte caracteriza o processo de obra ainda existente na região. Na quadrante inferior do registro, próximo ao ponto de registro, o primeiro plano é retratado pela presença de terra batida, com rebrotas dispersas e pequenos amontoados de terra. Se tratando de um ambiente de vias, alguns veículos são identificados, no quadrante direito, um Jeep Willys azul estacionado, um maquinário com grua, e no canto esquerdo do registro, atrás da elevação de terra da ponte tem-se o que aparenta ser um caminhão. No plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2016, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Na parte superior do registro, o relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte (fitofisionomia não identificável).

Sans titre

NOV.B.18 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-2
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a construção de um prédio das superquadras do Plano Piloto. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Em um terço da imagem observa-se a construção das pistas do Eixo Rodoviário de Brasília e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver resquícios da vegetação nativa do local - cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte. Ao centro da imagem observa-se um prédio residencial de uma das superquadras da Asa Sul. As superquadras caracterizam o conjunto denominado por Unidade de Vizinhança. A primeira Unidade de Vizinhança construída é composta pelas superquadras 107, 108, 307 e 308). O prédio residencial em destaque na imagem está inacabado, em etapa de construção, pois parte de sua estrutura expõe vigas e pilares, enquanto outra parte já possuí suas vedações (paredes) concluídas. Na região esquerda da fotografia aparecem duas torres metálicas e parte da fachada de um outro prédio residencial em construção. À direita do prédio central, é possível ver algumas instalações de apoio ao canteiro, localizadas entre o prédio e o cercamento da obra. Essas instalações se estendem até o limite direito da imagem, vistas atrás da massa vegetativa. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento" (Pinheiro, 1957, p.10).

Sans titre

NOV.B.18 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-19
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem demonstra a construção da Plataforma Rodoviária de Brasília. À esquerda da imagem, observa-se um grupo de trabalhadores próximos às instalações de apoio ao canteiro de obras, com aproximadamente 7 homens. Ao lado e à frente das instalações, pilhas de materiais (principalmente madeira) cobertas por lonas estão localizadas na parte de dentro do cercamento. À frente da cerca que divide a estrada e o canteiro de obras, um homem de camisa clara e calças jeans caminha com sua bicicleta. Mais à direita, um caminhão branco Ford F100 com um homem em pé em sua carroceria, trajando camisa bege e um possível chapéu. Ao lado direito do caminhão, um grupo de, aproximadamente, 11 trabalhadores está agrupado, sendo que um deles - de camisa branca, calça bege e chapéu escuro - à frente, parece carregar um carrinho. Adjacente à curva da pista, uma outra instalação de apoio em madeira. No limite direito da imagem, nota-se o aterro para diferenciar as alturas da plataforma Rodoviária, que assim foi pensada por Lucio Costa (1902-1998) para evitar o Cruzamento de tráfego na região, como vê-se a plataforma de velocidade reduzida a ligar eixos sul e norte e, abaixo, a via expressa que é o Eixo Monumental. As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”.

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NOV.B.18 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-18
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília. Representante digital apresenta manchas e riscos verdes. Vista da região correspondente à Rodoferroviária de Brasília, em largo retângulo de área desmatada rodeado por vegetação de Cerrado, sendo que na parte inferior da fotografia há maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada) e na parte superior vegetação campestre (campo sujo). A vegetação de Cerrado se estende pelo horizonte. Já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília.

Sans titre

NOV.B.18 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-17
  • Pièce
  • 30/09/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata pavimentação do Eixo Monumental no Plano Piloto de Brasília, retirada em 30/09/1958. Representante digital apresenta manchas, riscos verdes e uma mancha arroxeada no quadrante inferior esquerdo. Vista da direção da Rodoviária de Brasília, eixo central do Plano Piloto, onde se observa a grande massa de vegetação de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de cerrado sentido restrito (cerrado sentido restrito), sendo cortada por delimitações das vias N1 e S1 do Eixo Monumental e pelo grande retângulo destinado à obra da plataforma da Rodoviária de Brasília, ponto principal dos Cruzamentos entre Eixo Monumental e Eixos Rodoviários (popularmente conhecido como eixão e eixinhos). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"".Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Autor da foto: Mario Fontenelle.
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Sans titre

NOV.B.18 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-16
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas. Registro aéreo da conexão entre o Eixo Monumental (Via S1 e N1) e o Eixo Rodoviário (DF-002), local que viria a abrigar a Plataforma Rodoviária de Brasília. No registro, o Cruzamento entre as vias é evidenciado em pleno processo de obra, o rearranjo topográfico, demarcações realizadas e movimentações de terra se apresentam bem avançados, mas sem asfaltamento. Segundo relatos do Diário de Brasília (1959), a plataforma teve como função evitar os Cruzamentos viários, priorizando os fluxos de trânsito mais rápidos das rodovias, e os mais lentos das vias locais. As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987, p. 12) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contato com a cidade” (...). O Eixo Monumental percorre o centro do registro, sobressaindo das extremidades esquerda e direita da fotografia, estando orientado em norte-sul, sendo possível identificar também a demarcação das vias de retorno viário ainda em terra batida. Da mesma forma, o Eixo Rodoviário transpassa o quadrante inferior do registro, cortando o Eixo Monumental ao meio nas orientações leste-oeste, arqueando-se nos eixos que configuram a Asa Sul do Plano Piloto. No centro do Cruzamento entre os eixos, instalações auxiliares ao processo de obra se fazem presentes, galpões e pequenas edificações - com telhado em duas quedas -, montantes de areia e madeira, além de maquinários. Diversas estradas vicinais interligam pontos estratégicos de passagem de maquinário e materiais para o processo de obra. Acima do Eixo Monumental, no quadrante central esquerdo, parte da área que foi destinada para a locação do Setor Bancário Sul que, segundo a Revista Brasília (1957, p. 12), “lateralmente à intersecção dos dois eixos, mas participando funcionalmente em termos de composição urbanísticos do Eixo Monumental, localizaram-se o setor bancário [...]. O terreno apresenta processo de terraplenagem avançado, com diferenças de topografia bem definidas, havendo a presença de instalações de apoio nas proximidades. Devido ao ambiente de obra, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, além de montes residuais da obra. Em plano posterior ao Cruzamento dos eixos, parte da escala edilícia das superquadras se faz presente entre os eixos, estando em etapas diferentes de construção e pavimentação das vias; com presença de árvores de pequeno e médio porte sobre o solo de gramíneas do Cerrado. O relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Observa-se a presença de uma vasta vegetação de Cerrado (fitofisionomia não identificável), que se estende pelo horizonte e entre as vias de terra batida. Ao fundo, na parte superior do registro, à esquerda do Eixo Rodoviário Sul, doze construções contrastam com a vegetação do Cerrado, possivelmente se tratando de alojamentos para operários pertencentes ao acampamento da Vila Metropolitana, local que hoje faz parte da região do Núcleo Bandeirantes, e foi responsável, antes mesmo da construção de Brasília, abrigar os primeiros candangos engenheiros e trabalhadores da Companhia Metropolitana de Estradas, esta que foi responsável pelas obras de terrapleno da pista de pouso do futuro aeroporto de Brasília (Costa, 2011).
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Sans titre

NOV.B.18 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-15
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a construção do Eixo Rodoviário do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e as delimitações das vias correspondentes à área do Eixo Monumental. Ao centro da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver traços da vegetação de cerrado típico, que permeia quase toda a paisagem. No quadrante inferior esquerdo, no vértice central de encontro dos eixos está a plataforma Rodoviária, rodeada por outras estruturas e edificações sendo erguidas. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento" (Costa, 1957, p.10).Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido.

Sans titre

NOV.B.18 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-14
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata a construção de casas e comércios das quadras 500 e das vias W3 e W2 do Plano Piloto de Brasília. Representante digital apresenta manchas e riscos verdes. No retrato observa-se, da esquerda para a direita, blocos das quadras 300 em processo construtivo, à frente instalações menores possivelmente destinadas ao apoio ao canteiro. No centro, entre as vias W2 e W3, construções diversas direcionadas para a área de comércio, com valas diversas próximas ao limite inferior da imagem. À esquerda, no quadrante superior, notam-se as áreas das quadras 700, as quais foram destinadas à construção de uso residencial, porém é possível ver que existem construções com grandes planos envidraçados, indicando o uso comercial. Nas bordas da pista à direita, tem-se inúmeras tubulações para instalação do sistema de drenagem. Permeando as construções estão bolsões de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de árvores de porte baixo e médio, em que trechos maiores podem ser observados no canto inferior esquerdo e na lateral direita. Na linha do plano de fundo, estende-se uma vegetação não identificável. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendem alguns autores como Gouvêa, 1995 e Holston, 1993.
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