Catetinho 1

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NOV.B.02 (550)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-550
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque, uma pequena barragem circunda o olho d’água como forma de contenção e delimitação do espaço, é possível visualizar a tubulação submersa pela água, utilizada para o abastecimento do Catetinho. Ao redor, nota-se uma modificação do entorno por meio da remoção da vegetação, com trilha de terra batida para contemplação. Ao fundo, evidencia-se a vegetação típica de mata de galeria, formação florestal nativa do Cerrado, a qual está segmentada por uma trilha simples de terra.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (224) com alteração de coloração e com menos aproximação do olho d’água.
CONTEXTO HISTÓRICO DO OLHO D’ÁGUA:
O Pequeno Olho d’água cristalina foi fundamental para a escolha do local da Residência Provisória do Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), uma vez que houve um consenso, entre o grupo idealizador, que a localidade do Catetinho deveria ser próximo a fontes de água para o abastecimento local. A nascente era proveniente de fontes que alimentam o Ribeirão do Gama. Além disso, gerava um microclima que auxiliava na amenização dos efeitos da seca e das altas temperaturas do Cerrado. Juscelino encantou-se com o local e dizia que a fonte dava vigor e sorte.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (551)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-551
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista de uma ponte sobre riacho. Não há confirmação sobre ser nas proximidades do Catetinho. Em primeiro plano, piso de terra, um riacho e uma ponte improvisada com troncos finos de madeira. Próximo à ponte, dois homens com trajes e chapéu claro rodeados pela mata de galeria, que ocorre devido a presença de curso d’água no local, com parte do mesmo desmatada e, ao fundo, preservada.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (708)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-708
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do Catetinho 1 em perspectiva e parte do Catetinho 2. Em primeiro plano, o Catetinho já com a placa comemorativa e de tombamento, no pilar à direita da fotografia. Este é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Em segundo plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2), que possui os mesmos aspectos modernistas e inspirações da arquitetura colonial brasileira. Entretanto, seu diferencial para o Catetinho 1, é a presença de uma fachada menos permeável e aberturas nas varandas mais diminutas, sua diferença estrutural evidencia-se na sua composição de estrutura mista, ferro e pilotis com vigas levíssimas de “alma” de Eucatex, uma chapa de fibra de madeira de alta densidade que permite o empilhamento eficaz e seguro em logística (Empresa Eucatex) e madeira. No pilotis de ambos os edifícios, há mesas e bancos de madeira. Ao fundo, parte da vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (531) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a direita.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (709)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-709
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1 já finalizado. Em primeiro plano, planta ornamental popularmente conhecida por piteira (Agave sp.), seguida de arbusto de baixo porte e ao lado um recorte de outra piteira (Agave sp.). Em segundo plano, o Catetinho 1 que é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Próximo a escada, há duas árvores grandes típicas do cerrado. Ao fundo há uma mata de galeria, de vegetação rasteira, e na extrema direita, há mais um exemplar de piteira (Agave sp.) e um coqueiro de médio porte, além de um poste de madeira com fiação elétrica já instalada.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (530) com alteração de colorimetria e enquadramento.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (710)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-710
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1. Em primeiro plano, piso de terra com três plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) e uma palmeira de pequeno porte. Em segundo plano, o Catetinho 1 finalizado. Este é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Na parte posterior da Residência Provisória 1, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. No canto esquerdo da fotografia, uma pequeníssima parte do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2) é visualizado. Ao fundo, observa-se mata de galeria, que ocorre devido à presença de uma nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (714) com alteração de enquadramento para a esquerda e levemente para cima.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (711)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-711
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um chão de terra batida foi delimitado e a flora originária alterada, removendo parte da vegetação nativa e substituindo por vegetações ornamentais, como a planta popularmente conhecida por piteira (Agave sp.), para a construção do edifício. No canto direito, uma fileira de arbustos de piteira, com duas árvores de médio porte esparsas na fileira. Em segundo plano, o Catetinho com suas linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo, e ausência de beiral do telhado. A placa comemorativa de inauguração e outra logo acima do tombamento ambas em uma coluna de alvenaria, já estão inseridas no Catetinho 1. Em terceiro plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2). Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (533) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a direita.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (713) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a direita com pequeno desfoque no canto superior esquerdo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (712)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-712
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Catetinho 1 e do Catetinho 2. Em primeiro plano, vegetação natural do Cerrado, provavelmente alterada pela ação humana e logo atrás, piso de terra com seis plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.), outras pequenas palmeiras e uma árvore popularmente conhecida como barbatimão (Stryphnodendron adstringens). Em segundo plano, a fachada lateral e principal do Catetinho 1, o qual é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. À sua direita, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. Em terceiro plano, da esquerda para a direita, é possível visualizar um homem vestindo calça escura e camisa clara ao lado de um veículo, provavelmente um Ford Pick-up. Ao lado do veículo, o Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2), que possui os mesmos aspectos modernistas e inspirações da arquitetura colonial brasileira. Entretanto, seu diferencial para o Catetinho 1, é a presença de uma fachada menos permeável e aberturas nas varandas mais diminutas, sua diferença estrutural evidencia-se na sua composição de estrutura mista, ferro e pilotis com vigas levíssimas de “alma” de Eucatex, uma chapa de fibra de madeira de alta densidade que permite o empilhamento eficaz e seguro em logística (Empresa Eucatex) e madeira. Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (713)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-713
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um chão de terra batida foi delimitado e a flora originária alterada, removendo parte da vegetação nativa e substituindo por vegetações ornamentais, como a planta popularmente conhecida por piteira (Agave sp.), para a construção do edifício. No canto direito, uma fileira de arbustos de piteira, com duas árvores de médio porte esparsas na fileira. Em segundo plano, o Catetinho 1 com suas linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo, e ausência de beiral do telhado. A placa comemorativa de inauguração e outra logo acima do tombamento ambas em uma coluna de alvenaria, já estão inseridas no Catetinho 1. Em terceiro plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2). Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (533) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a esquerda.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (711) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a esquerda.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (714)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-714
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1. Em primeiro plano, piso de terra com três plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) e uma palmeira de pequeno porte. Em segundo plano, o Catetinho 1 finalizado. Este é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Na parte posterior da Residência Provisória 1, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. No canto esquerdo da fotografia, uma pequeníssima parte do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2) é visualizado. Ao fundo, parte da vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (710) com alteração de enquadramento para a direita e levemente para baixo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (715)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-715
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  • 1956
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"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista central do Catetinho 1 já finalizado suas construções e com a pintura branca. Tal obra é composta praticamente toda de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício, na parte esquerda é visível com cadeiras e mesas de madeira, utilizada para a refeição, na parte direita, há um espaço vazio. Na parte posterior do “Palácio de Tábuas”, é possível visualizar parte da parede e janela do anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. Próximo ao anexo, há uma árvore que é possível visualizar apenas suas folhas acima da cobertura do Catetinho. Em primeiro plano, é notável o solo ainda sem calçamento com o tradicional “chão de terra batida”. No canto esquerdo da fotografia, destaca-se a presença da folhagem da planta ornamental popularmente conhecida por piteira (Agave sp.) e recorte dos galhos e folhagem da árvore conhecida como pau-doce (Vochysia elliptica). Ao fundo, na extrema direita, três plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) enfileiradas e vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (532) com leve alteração de colorimetria e leve desfoque fotográfico à esquerda.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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