Caterpillar

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NOV.B.18 (111)

"Fotografia preta e branca no formato paisagem, Representante digital consta manchas e pontos verdes. Registro térreo de operários realizando a movimentação de terra em Brasília-DF, durante os seus primeiros anos de construção, entre os anos de 1956 a 1960. No registro, um trabalhador trajando camisa listrada e chapéu opera uma retroescavadeira da fabricante Caterpillar, este realiza o despejo de terra na caçamba de um caminhonete. Na caminhonete, um segundo operário no assento do motorista aparentando fisionomia rigorosa e observante, com sobrancelhas arqueadas e bigode denso. Em plano fundo, elevações de terra caracterizam a densa movimentação de terra no local, evidenciando o processo de obra em andamento. Mais ao fundo, no quadrante inferior esquerdo do registro, acima da caminhonete, fragmentos de copas de árvores caracterizando o processo de ação antrópica em em proximidades das regiões de vegetação típica do cerrado. De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (113)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro térreo de um maquinário durante os processos de movimentação de terra em Brasília-DF, durante os seus primeiros anos de construção, entre 1956 a 1960. Estando em evidência no registro, uma motoniveladora da fabricante Caterpillar. Em sua lataria, é possível identificar os dizeres: “Camargo Corrêa”; “CAT DWI5 SERIES E”; “LION”; CAT Nº. 428 Capacity”. Um trabalhador, trajando camisa social clara e chapéu escuro, opera o maquinário realizando o nivelamento do solo, enquanto um segundo operário, traja uma jaqueta escura, calça, meia branca e sapato, estando sentado sobre o maquinário com a perna esquerda esticada e a direita dobrada, olhando fixamente para baixo com expressão séria. Abaixo do maquinário, a terra dispersa evidencia o processo de obra recorrente, com o solo irregular ainda passando pelo processo de terraplenagem. No solo, é possível identificar pequenos pedaços de galhos, evidenciando parte da ação antrópica ocorrida no local. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final do ano de 1957, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152). No plano de fundo, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (21)

"Fotografia colorida no formato paisagem retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra para a construção das vias em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Em primeiro plano, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, abaixo do assento a numeração “11214” gravada em preto, sobre o maquinário um operário -com roupas beges, botas,chapéu e um cigarro na boca- olha diretamente para o fotógrafo. Ao fundo, no quadrante esquerdo da fotografia, uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar, está sendo manuseada por um operário - com roupas beges e chapéu - com a pá posicionada verticalmente fazendo o deslocamento da terra para dentro da caçamba de um caminhão posicionado logo atrás, em cima da cabina do caminhão, outro operário - com roupa azul claro e chapéu marrom - observa o fotógrafo com uma das mão apoiadas no queixo, abaixo um terceiro operário - usando chapéu - aparece parcialmente atrás do primeiro maquinário. Ao fundo é possível ver resquícios da vegetação nativa do local em um mosaico de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) e Cerrado ralo (cerrado sentido amplo), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, com variação de cor verde intenso a verde claro. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (22)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Na metade direita da imagem há o recorte de uma pá carregadeira amarela da marca caterpillar com a pá posicionada verticalmente. Atrás, sobre o monte de terra, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, com a numeração “11214” gravada em preto abaixo do assento, onde um trabalhador - de roupas beges e chapéu - opera a máquina. Ao lado esquerdo do trator de esteira D7, um segundo operário - com roupas beges - observa a movimentação de terra enquanto apoia sua mão esquerda sobre o quadril. De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (23)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Na metade esquerda da fotografia, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, na cabine, um trabalhador - com roupas beges e chapeus - está sentado sobre o equipamento. Estacionado no quadrante direito da fotografia, um Escrêiperes amarelo com a gravação da marca “caterpillar” na parte traseira e na lateral. Ao fundo, à esquerda da via, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (27)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes. Registro térreo retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF, entre os anos de 1956 a 1960. No primeiro terço à esquerda da fotografia, sobre um terreno de terra movimentada, um CAT 621B da marca caterpillar conduzida por um operário. À direita, uma motoniveladora da marca caterpillar operada por outro funcionário que está de pé sobre o vínculo, ao lado um homem de pé com blusa branca, calça jeans e as mãos nos bolsos. Na porção direita, vê-se parte de uma Escrêiperes da marca caterpillar operada por um trabalhador que olha diretamente para o fotógrafo. Em último plano, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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NOV.B.18 (30)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No centro da fotografia, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, com a numeração “11214” gravada em preto abaixo do assento, onde um trabalhador - de roupas beges e chapéu - opera a máquina. Atrás do maquinário, no quadrante superior esquerdo, está aparente a copa de uma árvore. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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NOV.B.18 (31)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No quadrante inferior, um caminhão International L-160 em um tom de verde escuro. No vidro da porta do passageiro a escrita “Não bata a porta”, no assento do motorista. Um homem aguarda a pá carregadeira de esteira D7 amarela abastecer com a terra decorrente da movimentação do solo. Sobre a carregadeira, um homem de chapéu e camisa quadriculada opera o maquinário. Atrás do maquinário, no quadrante inferior direito, está aparente a copa de uma árvore. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (32)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No quadrante inferior, um caminhão International L-160 em um tom de verde escuro, no assento do motorista um homem aguarda a Pá carregadeira de esteira D7 amarela abastecer o caminhão com a terra decorrente da movimentação do solo, vestindo uma camisa azul e tem o semblante concentrado na atividade. Atrás do maquinário, no quadrante inferior esquerdo, estão aparentes as copas das árvores. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (34)

Fotografia espelhada colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1957 a 1960. Ao centro da imagem uma esteira transportadora de terra conduz o material para a carroceria de um veículo onde dois operários - usando chapéu e camisa de botões- aguardam sobre. Na conexão da carroceria com o veículo, é notório a gravação em letras brancas “15-10 (possivelmente) EUCCIJ”. Na caçamba de terra, é visível um símbolo redondo branco com um homem apontando em cima de uma superfície. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, em que o Cerrado se estende. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).

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