Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida (Brasília, DF)

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Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (81)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-81
  • Item
  • 06/07/1958
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Em primeiro plano está o terreno de obras da Catedral Metropolitana de Brasília, em chão de terra batida, resultado de um processo de terraplanagem. Próximo ao canto superior esquerdo estão algumas estruturas de agrupamentos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção; as estruturas de apoio margeando algumas movimentações de terra para a implantação da igreja e duas máquinas. Ao centro da imagem estão enfileiradas algumas estacas de madeira utilizadas na construção. No canto esquerdo é possível observar parte de vegetação do Cerrado, sendo possivelmente uma fitofisionomia savânica ou florestal, devido ao adensamento de árvores.

Untitled

NOV.B.3 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-1
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, em formato paisagem capturando a preparação para a primeira missa em Brasília. A celebração ocorreu na atual Praça do Cruzeiro, durante a fase inicial da construção da cidade. Na imagem, cinco trabalhadores se dedicam à construção de algo que sugere um altar de igreja. O evento, datado de 3 de maio de 1957, é memorável como a ocasião da primeira missa em Brasília. Ao fundo, destaca-se a vegetação característica de uma área de mata seca. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original.

Untitled

NOV.B.05(78)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-78
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato, registra o processo de obra fotografado do ponto de vista do local onde viria a ser a Catedral de Brasília. Em primeiro plano, ao solo exposto, nota-se a presença de vergalhões aglomerados. Ao lado direito, a presença de uma cruz que simboliza a tipologia da construção a ser feita - a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Porção do terreno correspondente à Catedral de Brasília, sua estrutura foi executada entre os anos de 1958 a 1960 em Brasília, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo. Só foi inaugurada em 31/05/1970, quando recebeu os painéis de vidro transparentes. A porção de terra destinada a obra da Catedral, tem 70 metros de diâmetro e fica a 3 metros abaixo do nível da Esplanada. Sua estrutura foi planejada para que fosse um hiperbolóide de revolução por meio da repetição de 16 montantes curvos de seção triangular. O que aparenta ser um dia nublado na capital, ao fundo tem-se um dos ministérios em processo de construção, apresentando um progresso estrutural iminente, onde aspectos arquitetônicos externos já demonstram certo nível de finalização - esquadrias instaladas, empenas cegas (fachada sem portas e sem janelas) finalizadas. As imediações do Ministério nota-se diversas tarefas sendo realizadas simultaneamente por toda a equipe de trabalhadores, três caminhões, materiais, equipamentos, estruturas de auxílio, depósitos e galpões. Um transeunte caminha ao lado da cruz sobre o solo de terra batida em direção a dois trabalhadores que fazem a movimentação de materiais. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado.

Untitled

NOV.B.10 (69)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-69
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Na parte central da fotografia observa-se uma fileira de postes iluminando a avenida, e nas laterais os prédios ministeriais da direita ainda na fundação e da esquerda já prontos e iluminados. Ainda no mesmo plano, ao fundo observa-se os prédios do congresso nacional, e na frente dos predios ministeriais da direita há iluminação que possivelmente é da catedral em construção. Com exceção da parte central, todo o resto da fotografia apresenta fundo preto. É importante destacar que essa fotografia foi tirada no dia posterior à inauguração de Brasília. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-70
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Em primeiro plano, terra batida e no canto direito direito na calçada. Em segundo plano, o Eixo Monumental já asfaltado com um automóvel trafegando. Ainda no mesmo plano, ao fundo, postes acesos á direita, e cerca de três prédios ministeriais enfileirados, todos iluminados. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.18 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-48
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a região do Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios, retirada em 30/09/1958. Nota-se a delimitação das duas vias S1 e N1, ainda tracejadas por estradas de terra paralelas, na altura da Esplanada dos Ministérios, onde é possível ver as áreas retangulares destinadas aos edifícios ministeriais. Ao fim das vias paralelas, vê-se o platô e a estrutura da rampa do Congresso Nacional. À direita da retangular do Congresso, está parte das estruturas destinadas à Praça dos Três Poderes, local este também que abriga o Supremo Tribunal Federal. À esquerda da mesma retangular, acima da via, está o canteiro de obras para o Palácio do Planalto. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas laterais da parte inferior da imagem, nota-se vegetação de cerrado típico, e ao fundo, nas laterais e pelo horizonte, a vegetação está distribuída em forma de mosaico, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade” (NIEMEYER, s.d., n.p.). Já a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que, inicialmente, quatro edifícios se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá.

Untitled

NOV.B.19 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-61
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Fotografia com vista superior de uma maquete. A maquete em questão é da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, acredita-se que se trate de um estudo volumétrico e de situação. Aparenta-se ser composta por apenas dois materiais, sendo um opaco e outro transparente (este representando a cobertura de vitral). É possível notar vários elementos, sendo o mais à esquerda a rampa de acesso principal da Catedral; um pouco mais à direita é possível ver acima o volume do batistério em formato ovóide e mais abaixo tem-se um acesso ao nível subsolo através de uma rampa em formato de ferradura; ao centro da maquete está a forma da Catedral, com suas 16 colunas em formato hiperboloide, com um material transparente representando os vitrais que vedam os espaços entre as colunas, através da cobertura da Catedral é possível ver parte do corpo da igreja enterrado no solo e onde vê-se o altar (formato retangular), à direita do altar está o coro (também conhecido como ambão) (formato oblongo), à esquerda do altar está o púlpito (formato circular); à direita é possível ver um desnível na base da maquete no formato retângular representando a sacristia e os serviços gerais. Dispostos separadamente na base da maquete, estão alguns calungas (figuras humanas) que servem de referência entre a escala construtiva e a escala humana.

Untitled

NOV.B.19 (78)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-78
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Croqui em aquarela e nankin da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, ilustrando parte da praça autônoma na qual é localizada, disposta lateralmente à Esplanada dos Ministérios. Em destaque central da imagem está a igreja, com suas colunas hiperbolóides unindo-se no topo; no canto inferior esquerdo é têm-se vista parcial da rampa de acesso principal da Catedral, com grades de guarda-corpo; logo acima da rampa está a cúpula do batistério em formato ovóide; margeando a Catedral está um piso de desenho alternado onde hoje viria a ser o espelho d’água, nesse piso mais à esquerda vê-se uma segunda rampa de acesso em formato de ferradura e à direita uma fileira de figuras humanas com vestimentas litúrgicas. Ao fundo ilustra-se uma sequência de árvores enfileiradas e dois edifícios predominantemente horizontais parcialmente aparecendo de cada lado da Catedral.

Untitled

NOV.B.21 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-44
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 03/09/1959. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à porção do terreno correspondente à Catedral de Brasília durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). A Catedral teve sua estrutura executada entre os anos de 1958 a 1960 em Brasília, e foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo, e só foi inaugurada em 31/05/1970, quando recebeu os painéis de vidro transparentes. Placas são visíveis em primeiro plano no canto direito da imagem com as inscrições: Catedral de Brasília, Administração Direta, NOVACAP: Departamento de Edificações, 3ª Divisão; Monolítico; Ainda no primeiro plano, nota-se a delimitação da área destinada à construção da Catedral por meio de um cerceamento de madeira. Ao lado esquerdo da placa principal, uma placa com indicação dos tipos de estacas e fundações a serem utilizadas na obra – Estacas Franki LTDA. Fundações; Aço Torsima S.A.; Adersy Acampamento. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo, no quadrante esquerdo, é possível identificar duas instalações: uma instalação de apoio feita em madeira com telhado de uma água, e uma mais fundo, de estrutura longitudinal, possivelmente destinada ao alojamento de operários. No terreno, um grande amontoado de ripas de madeira destinada a estruturação. Em toda porção inferior da imagem, a estrada de terra batida que, futuramente se tornaria o Eixo Monumental. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado no canto esquerdo, onde viria a ser a futura capital federal do Brasil. A vegetação apresenta alta densidade de árvores, caracterizando formação florestal do Cerrado conhecida como cerradão.

Untitled

NOV.D.1 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-13
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, uma figura humana masculina com vestes formais (paletó e calça) observando e apontando para o painel que possui diversas fotografias de capas e páginas da Revista Módulo publicadas em 1959 (nº 10 na parte superior ao centro - capa com a coluna do Palácio do Planalto; nº 12 no canto superior esquerdo - capa de um edifício colonial; nº 13 à esquerda - capa com linhas verticais e horizontais; nº 14 próximo ao paletó - capa branca com desenho estilizada) e da Revista Brasília publicadas em 1958 e 1959 (nº 16 no canto inferior direito - capa com fotografias da maquete física do Palácio do Planalto; nº 17 próximo a cabeça da figura masculina - capa com desenhos do Museu da Cidade; nº 20 no canto superior direito - capa do Brasília Palace Hotel; nº 21 no canto superior direito - capa com as colunas da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Brasília; nº 27 ao centro à direita - capa da Capela do Palácio da Alvorada; nº 28 logo abaixo do local onde a figura masculina está apontando - capa com fotografias da fachada de um bloco residencial do Iapc).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA BRASÍLIA:
Periódico criado pela Novacap – Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, publicado entre janeiro de 1957 e maio de 1963, mensalmente.

O objetivo da revista era documentar a construção da nova capital, como um boletim informativo, para abastecer a opinião pública nacional e internacional sobre o andamento das obras.
Com uma tiragem de aproximadamente 6.000 exemplares, a revista era gratuita e destinada aos assinantes, que em sua maioria eram bibliotecas, universidades e colégios. Uma remessa de 1.000 cópias era encaminhada para o exterior, principalmente às embaixadas.

A sede da Revista de Brasília sempre foi na capital federal, ou seja, até meados de 1959 era na cidade do Rio de Janeiro e entre 1959 até sua extinção foi a cidade de Brasília enquanto que todas as edições da revista foram impressas na editora Bloch, localizada na cidade carioca.

Hoje, a documentação da NOVACAP, inclusive as 44 edições da Revista Brasília, integra um dos Fundos Públicos do Arquivo Público do Distrito Federal – ArPDF.
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