Catedral (Brasília, DF)

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NOV.B.05(79)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-79
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato, estruturas metálicas dos ministérios na esplanada em Brasília–DF, entre os anos de 1957-1960, locação sequencial dos ministérios ao longo da esplanada onde nota-se as diversas etapas ao longo do processo de obra em cada um dos quatro ministérios presentes no registro, onde da direita para a esquerda identificam-se como: 8º - Ministério da Agricultura, 9º, 10º e 11º sem identificação. Alguns ainda em esqueleto estrutural metálico e outros em certo nível de alvenaria, colocação de materiais e esquadrias das fachadas. Andaimes metálicos e em madeira, dispostos verticalmente nas fachadas para auxílio do processo de rebocagem das fachadas e colocação das esquadrias. Em primeiro plano, nota-se a presença de placas de concreto pré-moldadas - feitas pelos próprios trabalhadores in loco no canteiro – depositadas no solo ainda não pavimentado na larga delimitação do Eixo Monumental. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF.

Untitled

NOV.B.05(78)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-78
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato, registra o processo de obra fotografado do ponto de vista do local onde viria a ser a Catedral de Brasília. Em primeiro plano, ao solo exposto, nota-se a presença de vergalhões aglomerados. Ao lado direito, a presença de uma cruz que simboliza a tipologia da construção a ser feita - a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Porção do terreno correspondente à Catedral de Brasília, sua estrutura foi executada entre os anos de 1958 a 1960 em Brasília, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo. Só foi inaugurada em 31/05/1970, quando recebeu os painéis de vidro transparentes. A porção de terra destinada a obra da Catedral, tem 70 metros de diâmetro e fica a 3 metros abaixo do nível da Esplanada. Sua estrutura foi planejada para que fosse um hiperbolóide de revolução por meio da repetição de 16 montantes curvos de seção triangular. O que aparenta ser um dia nublado na capital, ao fundo tem-se um dos ministérios em processo de construção, apresentando um progresso estrutural iminente, onde aspectos arquitetônicos externos já demonstram certo nível de finalização - esquadrias instaladas, empenas cegas (fachada sem portas e sem janelas) finalizadas. As imediações do Ministério nota-se diversas tarefas sendo realizadas simultaneamente por toda a equipe de trabalhadores, três caminhões, materiais, equipamentos, estruturas de auxílio, depósitos e galpões. Um transeunte caminha ao lado da cruz sobre o solo de terra batida em direção a dois trabalhadores que fazem a movimentação de materiais. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado.

Untitled

NOV.B.05(77)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-77
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem, estruturas metálicas dos ministérios na esplanada em Brasília–DF, entre os anos de 1957-1960, locação sequencial dos ministérios ao longo da esplanada onde nota-se as diversas etapas ao longo do processo de obra em cada um dos quatro ministérios presentes no registro, alguns ainda em esqueleto estrutural metálico e outros em certo nível de alvenaria e colocação de materiais e esquadrias das fachadas. É retratada a locação sequencial dos ministérios, onde da esquerda para direita identificam-se como: 1º - Ministério da Cultura, 2º - Ministério da Aeronáutica, 3º - Ministério da Marinha e 4º - Ministério da Guerra. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Revestimentos instalados, esquadrias com os vidros finalizados. Observam-se andaimes metálicos e em madeira, dispostos verticalmente nas fachadas para auxílio do processo de rebocagem. Na base dos edifícios existe uma delimitação por cercas feita de estacas de madeira dividindo o canteiro de obra juntamente com coberturas de apoio e armazenamento. Na via em frente a cerca, ocorre a movimentação de três caminhões, um jeep e alguns trabalhadores ao longo de toda a estrada. Na porção inferior da fotografia tem-se um vasto terreno com marcas de pneus em terra seca batida e no quadrante inferior esquerdo pedaços de estacas de madeira espalhados. Ao lado esquerdo, um agrupamento de materiais como cascalho/brita e areia em montes, atrás deles, tonéis e postes condutores de energia elétrica na larga delimitação do Eixo Monumental que divide os dois lados dos ministérios e consequentemente as Asas (Sul e Norte) do Plano Piloto. Nas proximidades dos ministérios, diversos canteiros de obras espalhados, instalações de auxílio aos trabalhadores, durante a realização do processo de obra em um dia parcialmente nublado. 

Untitled

NOV.B.05(75)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-75
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem, retrata a locação sequencial dos ministérios em processo de construção durante os anos 1957 a 1960, onde da esquerda para direita identificam-se como: Ministério da Cultura, Ministério da Aeronáutica, Ministério da Marinha e Ministério da Guerra – feita a colocação das esquadrias evidenciando uma etapa avançada de obra -, os andaimes presentes em alguns dos ministérios visíveis retratam o processo de finalização no acabamento das fachadas. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Revestimentos instalados, esquadrias com os vidros finalizados. Automóvel - Rural Willys - passando em primeiro plano, ao fundo, dois grupos de trabalhadores aglomerados no plano centro-direito da fotografia. Ao fundo, em frente ao Ministério da Cultura, um carro de cor clara transita pela via principal. As vias com diversos materiais e amontoados de terra, ainda em terra batida, delimitam os trajetos e tráfegos possíveis em torno dos ministérios na Esplanada dos Ministérios. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado.

Untitled