Capital Federal

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NOV.B.2 (484)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-484
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em destaque principal da imagem está um grupo de figuras masculinas, próximas de um caminhão com várias peças de mármore enfileiradas; no canto esquerdo da imagem, é possível ver parte do corpo de um trabalhador em cima do início da rampa de acesso ao Salão Nobre, olhando para a direita, vestindo uma calça clara levemente suja, uma blusa de botões com a manga até o pulso, usando botas e um boné na cabeça; em cima do caminhão estão três trabalhadores em pé próximos às peças de mármore, os dois da esquerda vestem calças escuras com blusas de botão com mangas ¾ e presas dentro da calça, ambos com um chapéu na cabeça, o terceiro mais a direta no caminhão veste uma calça cara com blusa de botão com manga até os pulsos e presa dentro da calça, com um chapéu na cabeça; à frente do caminhão um grupo de sete trabalhadores, todos com blusa de botão e cinco deles com chapéu na cabeça; na lateral direita, em pé com as mão no bolso, um cara em cima da rampa de acesso ao Salão Nobre. A fotografia do Palácio do Planalto, edifício sede do Poder Executivo, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; fotografia tirada na base da rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); aparecendo parte da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51). É possível ver que o Palácio está em fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
"

Untitled

NOV.B.2 (485)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-485
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem do Palácio do Planalto em sua forma final, edifício sede do Poder Executivo, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. A fachada principal virada para a direita da imagem, é marcada por três aspectos marcantes: a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51); a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Três dos pilares à direita da rampa estão em fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica). Em primeiro plano, um pedaço de chão em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, onde hoje passa a via N1 do Eixo Monumental; logo atrás é possível ver alguns materiais de obra espalhados em torno da rampa e do parlatório.
Em segundo plano, na lateral esquerda da imagem estão três figuras masculinas manuseando um carrinho de mão; abaixo da laje do primeiro pavimento do Palácio do Planalto, estão três carros estacionados, dentre os modelos estão uma Rural, uma Kombi e uma Pick-up, respectivamente. No topo da rampa nota-se um trabalhador ajoelhado. Em terceiro plano, próximo ao início da rampa, estão dois trabalhadores caminhando e um deles empurra um carrinho de mão; mais ao fundo, na lateral direita da imagem nota-se uma caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (486)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-486
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato retrato. Imagem com destaque nos pilares do Palácio do Planalto, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; os pilares formam uma sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51); tais pilares sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51). É possível ver parte de andaimes entre os pilares. Na base dos pilares tem um pedaço de chão de terra batida, resultado de um processo de terraplenagem. Em segundo plano é possível ver a parte de trás da placa de identificação da obra pela Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; logo atrás da placa tem-se visão parcial da rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro). Em primeiro plano e mais à direita da imagem há alguns postes e alguns fios com lâmpadas que serviam para iluminar o canteiro de obra, estendendo assim o período de trabalho na obra, a fim de cumprir o curto prazo para a inauguração do palácio presidencial.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

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NOV.B.2 (487)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-487
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Fotografia tirada ao lado da base do Palácio do Planalto, edifício sede do Poder Executivo, em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; os pilares formando uma sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51). Em segundo plano estão várias movimentações de terra e materiais de construção utilizados na obra do palácio presidencial, além de algumas figuras masculinas, trabalhadores, entre as colunas da fachada posterior; na lateral esquerda da imagem é possível ver uma estrutura extensa de madeira, onde hoje fica o estacionamento subterrâneo do Palácio do Planalto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (488)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-488
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem do Palácio do Planalto em estágio final de obra, edifício sede do Poder Executivo, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. A fachada principal em destaque na imagem, é marcada por três aspectos marcantes: a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51); a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Algumas partes do palácio estão em fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica). Em primeiro plano, um pedaço de chão em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, onde hoje passa a via N1 do Eixo Monumental; logo atrás é possível ver alguns materiais de obra espalhados em torno da rampa e do parlatório. Próximo ao parlatório, na lateral direita da imagem nota-se uma caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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Untitled

NOV.B.2 (489)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-489
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem do Palácio do Planalto em estágio final de obra, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Vê-se que o que próximo às janelas estão dois andaimes servindo de apoio aos trabalhadores. É possível ver parte da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51); tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51). Na porção inferior da imagem, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à uma porção de chão em terra batida, resultado de um processo de terraplenagem, que faz parte da composição territorial do Palácio do Planalto; logo atrás é possível ver algumas pequenas movimentações de terra, para a implantação de infraestrutura do palácio presidencial. Logo abaixo da laje principal do Palácio do Planalto nota-se a presença de um aglomerado de materiais de construção utilizados na obra da edificação. Na porção inferior direita da imagem, destacam-se quatro trabalhadores descansando à base da coluna-curva da extremidade esquerda da fachada frontal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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Untitled

NOV.B.2 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-49
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Em primeiro plano nota-se um terreno descampado em chão de terra batida resultado de um processo de terraplanagem que viria a se tornar o Bosque dos Constituintes (local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte, esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225) ao lado do início da construção da via N1 do Eixo Monumental. Em segundo plano na lateral esquerda na imagem está o Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) localizado no espaço destinado à Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; ainda em segundo plano, na lateral direita da imagem, está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com a estrutura da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de sua fachada finalizadas; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; ao centro da fachada principal do palácio está a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento; inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro), o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70); entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial. Logo atrás do museu, está o Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, com o esqueleto do prédio construído, com as vigas e lajes de concreto aparentes. Em terceiro plano, na lateral esquerda da imagem, atrás do Palácio do Congresso está parte da Esplanada dos Ministérios, com alguns prédios ministeriais em estágio inicial de construção; à direita da imagem, atrás do Palácio do Planalto aparece o acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105), e parte do espaço em que seria construída a Asa Norte, ainda sem alteração na vegetação que se trata de vegetação típica do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (490)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-490
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, com uma linha branca na lateral esquerda da fotografia e algumas marcas do tempo. Vista aérea da composição territorial do Palácio do Planalto. Imagem do Palácio do Planalto, em fase intermediária de construção, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. A fachada principal voltada para a Praça dos Três Poderes, à direita da imagem, é marcada por três aspectos marcantes: a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51); a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Em primeiro plano, na porção inferior da imagem, nota-se a delimitação de estrada em terra batida, resultado do processo de terraplenagem, do percurso onde hoje passa a via N1 e N2 do Eixo Monumental. Na porção central mais à esquerda da imagem (atrás da fachada posterior do Palácio do Planalto) é possível ver várias pequenas movimentações de terra e estruturas de madeira, para a implantação da garagem subterrânea do palácio presidencial; nos entorno do Palácio do Planalto, tem-se a presença de acampamentos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); na lateral direita da imagem nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à uma porção de chão em terra batida que faz parte da composição territorial da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; mais ao fundo da imagem estão pedaços de terra onde hoje ficam a Vila Planalto, o Palácio do Jaburu e o Palácio da Alvorada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (491)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-491
  • Item
  • 30/06/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do canteiro de obras Palácio do Planalto.
Canteiro de obras do Palácio do Planalto em área com piso de terra e diversos materiais de construção sobre o piso. Alguns veículos são visualizados no canto inferior esquerdo, bem como dois caminhões ao centro da fotografia. No canto superior direito, outra parte do canteiro de obras, porém, este possui cercamento simples com estacas, provavelmente, de madeira. Dentro deste canteiro, há mais materiais de construção sobre o piso, alguns veículos e o que aparentam ser depósitos. Ao fundo, piso de terra sem nenhuma construção.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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Untitled

NOV.B.2 (492)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-492
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do canteiro de obras do Palácio do Planalto.
Canteiro de obras do Palácio do Planalto em área com piso de terra, diversos materiais de construção sobre o piso e o que devem ser, provavelmente, alguns depósitos. O canteiro possui cercamento simples com estacas, provavelmente, de madeira. Dentro deste canteiro, na parte inferior da fotografia, há recortes no piso, aparentando ser estudo estrutural de fundação para o Palácio do Planalto. À direita uma pista pavimentada está adjacente ao canteiro de obras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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