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NOV.B.2 (621)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-621
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada. À esquerda, a Capela do Palácio da Alvorada finalizado com suas paredes curvas revestidas em mármore branco. Percebe-se um de seus acessos pela rampa lateral que se eleva sobre o piso até a base do monumento. Na fotografia há algumas de suas colunas sendo que duas delas possuem metade da forma em relação às demais colunas. À frente do edifício um dos espelhos d’água de 60 cm de profundidade, sendo este possui o Marco da Inauguração. O Palácio da Alvorada está finalizado, com as esquadrias de vidros e cortinas em seu interior. No horizonte, à esquerda, fitofisionomia do Cerrado.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”."

Sin título

NOV.B.2 (624)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-624
  • Unidad documental simple
  • 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, grama e uma muda de espécie arbórea já plantada no solo. Um pouco mais ao fundo da espécie arbórea, uma luminária na grama apontada em direção à Capela. Ao centro, a Capela já finalizada em concreto armado e na cor branca nas fachadas e nas rampas de acesso à obra com a presença de alguns visitantes, um visitante homem em destaque na frente da Capela e outros três, sendo uma mulher e dois homens, na rampa que leva para o subsolo da obra. Abaixo de sua base, é possível visualizar uma janela em fita de vidro discreta. No horizonte, diversas fitofisionomias do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Sin título

NOV.B.2 (631)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-631
  • Unidad documental simple
  • maio de 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, chão de terra batida com a presença de algumas mudas arbóreas já plantadas no solo. Ao centro, a Capela praticamente finalizada, podendo visualizar suas paredes curvilíneas de concreto armado já com revestimento e a janela em fita de vidro na sua base, no acesso ao subsolo da obra. Mais ao fundo, à esquerda da fotografia, uma das colunas da fachada principal do Palácio da Alvorada está isolada e adjacente à rampa de acesso principal à Capela. Ao fundo, da esquerda para a direita, fitofisionomia do Cerrado e parte da Esplanada do Ministérios em fase de construção, como as torres do Palácio do Congresso Nacional da Praça dos Três Poderes e alguns edifícios dos ministérios.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Sin título

NOV.B.2 (633)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-633
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada. À esquerda, um poste com fiação que passa pelo centro da fotografia na parte inferior e superior e a Capela do Palácio da Alvorada quase finalizado com suas paredes curvas revestidas em mármore branco. Percebe-se a elevação da base do monumento bem como uma estrutura de madeira que remete a um andaime em sua lateral. Na fotografia há algumas das colunas do Palácio da Alvorada sendo que duas delas possuem metade da forma em relação às demais colunas. Próximo à base de uma das colunas é possível visualizar duas figuras humanas. À frente do edifício um pedaço do que aparenta ser chão de terra e um dos espelhos d’água de 60 cm de profundidade em fase de construção, mas já com o local onde será inserido a iluminação do mesmo. O Palácio da Alvorada está quase finalizado, com as esquadrias de vidros, alguns andaimes adjacentes e uma escada de madeira sobre a marquise (na fachada dos edifícios, cobertura em balanço ou não, lateralmente aberta, para proteger da chuva e do sol” (in Dicionário Eletrônico Houaiss) da fachada frontal do Palácio à fachada. Na cobertura do Palácio há duas luminárias.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”."

Sin título

NOV.B.2 (634)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-634
  • Unidad documental simple
  • março de 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto branco, formato paisagem. Vista frontal da Capela do Palácio da Alvorada a partir de dentro da residência presidencial. Em primeiro plano, piso e molduras das esquadrias que serão preenchidas com vidro de uma das fachadas laterais do Palácio da Alvorada. Em segundo plano, rampa de acesso em concreto armado para a Capela que está em fase de construção já com as paredes curvas de concreto armado com tábuas de madeira na entrada para sustentação. Além disso, na rampa e na base da obra há materiais de construção, postes e escadas de madeira e alguns homens trabalhadores atuando na obra. À direita da fotografia, é possível visualizar o chão de terra batida ao qual Capela está sob uma elevação da base deste. No chão de terra batida também tem homens trabalhando e materiais de construção próxima a rampa de acesso principal. No horizonte, diversas fitofisionomias do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Sin título

NOV.B.2 (635)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-635
  • Unidad documental simple
  • março de 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da Capela do Palácio da Alvorada em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com várias tábuas de madeira sobre o mesmo, além de diversos tijolos cerâmicos empilhados em um formato retangular à frente da fachada da obra. Em destaque, a Capela com algumas tábuas de madeira que servem de forma para a concretagem das paredes, à esquerda da fotografia, e ao centro parte da parede curvilínea da obra também com tábuas de madeira, porém, já com a concretagem da mesma. Apoiado sobre a parede, há tapumes e uma escada de madeira. No horizonte, à direita, fitofisionomia do Cerrado e uma pequena construção que aparenta ser dos acampamentos dos trabalhadores da construtora Rabello que atuou na obra do Palácio da Alvorada.

CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Sin título

NOV.B.2 (643)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-643
  • Unidad documental simple
  • abril de 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, grama e rampa de acesso ao subsolo da Capela que inicia-se na fachada principal da residência presidencial. Ao centro, a Capela finalizada com suas paredes curvilíneas, podendo visualizar as outras duas rampas de acesso ao mesmo, à esquerda a partir de parte da rampa de acesso ao subsolo e à direita a rampa de acesso que surge de uma das fachadas laterais do Palácio. Observa-se que no acesso ao subsolo da obra há janela em fita de vidro e que o mesmo foi construído sobre uma base que dá a impressão de estar flutuando. Ao fundo, fitofisionomia do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Sin título

NOV.B.2 (646)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-646
  • Unidad documental simple
  • julho de 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à direita da fotografia, parte da porta e entrada principal da Capela. A porta também é de autoria de Athos Bulcão e este é de alumínio anodizado e vidros coloridos, composta por dois montantes laterais fixos e duas folhas móveis. A porta vai do piso até a laje e sua dimensão é de 252 cm x 493 cm x 7cm. Mais à esquerda, castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo. Em segundo plano, duas cadeiras de estrutura retilínea de madeira jacarandá, com assento forrado em veludo vermelho e encosto de palhinha e dois genuflexório (móvel para rezar, em forma de cadeira, com estrado baixo para ajoelhar, e encosto alto, sobre o qual se pousam os braços e o livro de orações) com os mesmos materiais e estrutura ambos de autoria da arquiteta, designer e galerista brasileira Anna Maria Niemeyer (1930-2012). Ao fundo, parte do altar da Capela de madeira jacarandá, cópia de altar originalmente desenhado por Anna Maria Niemeyer, de estrutura retilínea e tampo único sobre base lisa mais um conjunto dos castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Sin título

NOV.B.2 (647)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-647
  • Unidad documental simple
  • julho de 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, uma pia batismal oval em granito marrom. Em segundo plano, à direita da fotografia, castiçais com armação composto por sete hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável com sete velas acesas sobre o mesmo; e uma imagem religiosa de Nossa Senhora da Conceição (a qual a capela é dedicada) apoiada sobre uma pequena prateleira em vidro.
CURIOSIDADE SOBRE AS PEÇAS ANTIGAS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Sin título

NOV.B.2 (658)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-658
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada a partir da marquise (na fachada dos edifícios, cobertura em balanço ou não, lateralmente aberta, para proteger da chuva e do sol” (in Dicionário Eletrônico Houaiss) da fachada frontal do Palácio à fachada. Em primeiro plano, o piso abaixo da marquise que conecta a fachada das colunas com as esquadrias/pele de vidro do monumento; à esquerda algumas das colunas da fachada principal revestidas em mármore branco. Ao fundo, da esquerda para a direita da fotografia, umas cinco figuras humanas, aparentemente homens próximo à um dos espelhos d’água ao qual possui a escultura “As Iaras” de 1958 do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Esta é feita de bronze com 1,30m x 4m. Mais ao fundo, enquadrado pela marquise, a Capela do Palácio da Alvorada finalizada com revestimento em mármore branco e sua ampla porta de entrada. Próximo à Capela, há duas figuras humanas. No horizonte, fitofisionomia do Cerrado.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”."

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