Canteiro de obras

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NOV.B.07 (7)

Fotografia em formato paisagem, colorida. A fotografia aérea destaca ao centro um canteiro de obras no Setor Bancário Sul onde observamos o andamento e início da construção de alguns edifícios. No canto esquerdo do canteiro uma laje no térreo e alguns pavimentos da torre em concreto do Edifício Seguradoras do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), sinalizado por essas iniciais em duas coberturas das estruturas de apoio à obra. Ao lado direito uma grande laje ao térreo indica a construção do bloco horizontal do edifício da futura Sede do Banco do Brasil, conectado ao Eixo L, já pavimentado, por uma passarela. Nota-se que o canteiro de obras em destaque está delimitado por grandes taludes de terra, localizando-se abaixo do nível do entorno. Esse fato se deve à nessevidade de rebaixamento do nível do solo para construção dos subsolos dos edifícios. A imagem retrata um contraste entre o solo exposto avermelhado do canteiro e a área com vegetação nativa do Cerrado (Cerrado Típico) na lateral direita da imagem. O eixo transversal no canto superior esquerdo retrata o futuro Eixo Monumental de Brasília com algumas vias internas de acesso aos canteiros de obra. Paralelo à via asfaltada ao centro do Eixo Monumental encontra-se um cículo marcado no chão rodeade de alguns barracões de obra, refere-se à marcação da futura Catedral de Brasília. Imagens complementares podem ser vistas nos itens itens B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (43)

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra construção do Edifício Seguradoras, no Setor Bancário Sul. A imagem é composta por dois planos principais: no primeiro, na parte inferior da fotografia, o canteiro de obras onde observa-se a presença de materiais de construção diversos, dos quais destacam-se as ferragens. Nota-se também a presença de duas construções provisórias, utilizadas como apoio para os trabalhadores. Na estrutura da esquerda, composta por pilares e cobertura, é possível identificar um homem sentado sobre o que parece ser uma mesa de madeira. Posterior aos dois abrigos, observa-se uma série de instalações, feitas em madeira, que possivelmente serviam de apoio à construção. No segundo plano, o Edifício Seguradoras, primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva . O prédio possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo e pertencia ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), abrigando a sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A). Atualmente, o prédio abriga sedes comerciais diversas. Na fotografia, é possível ver a estrutura do prédio em etapa de finalização. Nos quatro ultimos pavimentos observa-se a presença de escoras, o que indica que as respectivas lajes estavam em fase de concretagem e/ou cura. Fixadas na base do prédio, há duas placas com as seguintes inscrições: "KOSMOS; ENGENHARIA S.A" e "INSTITUTO DE RESSEGURADOS DO BRASIL; EDIFÍCIO SEGURADORAS BRASÍLIA". Aos fundos da fotografia, em desfoque, vê-se algumas edificações, das quais se identifica, do lado esquerdo, pequena construção de madeira com placa indicando "BNDE", os ministérios e, posterior a eles, parte do Congrsso Nacional. Imagens complementares podem ser vistas nos itens itens B.7 (7), B.7 (36) e B.7 (37) e B.7 (43)

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (4)

Fotografia em formato retrato, colorida. A imagem destaca a obra do edfício da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul, cortado na margem direita da fotograifa. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozateve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Observam-se escoras entre as lajes dos pavimentos e andaimes no térreo e na fachada esquerda do edifício. Ao centro da imagem uma estrutura elevada com a caixa d'água que abastece o canteiro de obras sinaliza com letras de caixa alta, nas cores amarelo e azul, o nome do edifício : "BANCO DO BRASIL". O chão em terra batida envolve o canteiro de obras, onde observam-se barracões e alguns funcionários. Em primeiro plano no sentido diagonal uma estrada úmida também em terra batida. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (3), (5), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(77)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, estruturas metálicas dos ministérios na esplanada em Brasília–DF, entre os anos de 1957-1960, locação sequencial dos ministérios ao longo da esplanada onde nota-se as diversas etapas ao longo do processo de obra em cada um dos quatro ministérios presentes no registro, alguns ainda em esqueleto estrutural metálico e outros em certo nível de alvenaria e colocação de materiais e esquadrias das fachadas. É retratada a locação sequencial dos ministérios, onde da esquerda para direita identificam-se como: 1º - Ministério da Cultura, 2º - Ministério da Aeronáutica, 3º - Ministério da Marinha e 4º - Ministério da Guerra. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Revestimentos instalados, esquadrias com os vidros finalizados. Observam-se andaimes metálicos e em madeira, dispostos verticalmente nas fachadas para auxílio do processo de rebocagem. Na base dos edifícios existe uma delimitação por cercas feita de estacas de madeira dividindo o canteiro de obra juntamente com coberturas de apoio e armazenamento. Na via em frente a cerca, ocorre a movimentação de três caminhões, um jeep e alguns trabalhadores ao longo de toda a estrada. Na porção inferior da fotografia tem-se um vasto terreno com marcas de pneus em terra seca batida e no quadrante inferior esquerdo pedaços de estacas de madeira espalhados. Ao lado esquerdo, um agrupamento de materiais como cascalho/brita e areia em montes, atrás deles, tonéis e postes condutores de energia elétrica na larga delimitação do Eixo Monumental que divide os dois lados dos ministérios e consequentemente as Asas (Sul e Norte) do Plano Piloto. Nas proximidades dos ministérios, diversos canteiros de obras espalhados, instalações de auxílio aos trabalhadores, durante a realização do processo de obra em um dia parcialmente nublado. 

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (11)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, no centro da fotografia, vê-se a Igreja Nossa Senhora de Fátima. Na fachada lateral esquerda , afere-se a janela em fita vertical, característica comum da Arquitetura Moderna, e na fachada principal presencia-se trabalhadores instalando o painel de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Essa última, possui cinco folhas de madeira,a superfície vazada por figuras geométricas em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido de origem italiana, e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes. O edifício é circundado por uma vasta área de gramado plantado e um pequeno cercado. Na fachada posterior, sob a marquise, a cobertura formada a partir da projeção da laje, visualiza-se um gerador protegido por uma pequena estrutura de madeira, e atrás uma estrada de terra. Ao fundo, posterior à Igreja, verifica-se remanescente de cerrado típico (cerrado sentido restrito), e à direita, percebe-se parte do depósito da Novacap, voltado para a via W2 Sul, via paralela à W3 Sul, na Quadra 508 Sul e, provavelmente, moradias provisórias em madeira dos trabalhadores para a construção da nova capital.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil