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NOV.B.05(71)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, tem como ponto focal a placa identificadora do Ministério nº8 - Ministério da Agricultura, com informações sobre a construtora Nova Delhi Ltda., com gestão da NOVACAP D.E 4º D.Obras. A obra foi iniciada em 10/5/1959 e tinha previsão de término em 30/10/1959. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Nota-se que o prédio apresenta uma fase avançada do acabamento de suas fachadas - revestida com tijolinhos, esquadrias e planos de vidro colocados. Um andaime localizado ao centro do prédio dava acesso vertical aos trabalhadores. Abaixo do andaime, um trabalhador carrega materiais em um balde e outro, mais à esquerda, corta um pedaço de tábua. Um caminhão se localiza mais à esquerda, próximo à pilha de tábuas de madeira, enquanto uma caminhonete escura mais ao fundo carrega materiais. É possível ver que o canteiro não tem delimitações ou cerceamento e já se encontra com poucos materiais devido ao avanço da obra, o chão estando em terra seca batida, pedregulhos e restos de materiais iminentes no canteiro. No plano mais à frente da imagem, um trabalhador se pendura por cordas e uma cadeira de madeira com duas latas abaixo. Observa-se a ausência de EPIs (Equipamentos de proteções individuais), pois o trabalhador encontra-se descalço, sem capacete ou cordas de segurança afixados ao corpo. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à falta de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Como relatado em áudios transcritos de trabalhadores da época: ...“Você parava por ali assim, e dava uma olhada na Esplanada dos Ministérios, sempre à tardezinha, à noite. Meu Deus do céu! Parecia fogos de artifício. Era o cidadão trabalhando, peão, gente caindo, muita gente morrendo. Não cuidava muito da segurança, tinha que fazer. E foi fazendo.” (DE FARIA, 1989 apud VIDESOTT, 2009). Do lado direito da imagem há pequenos morros de acúmulos de terra e, ao fundo, coberturas e gruas junto com vegetação típica do Cerrado. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(70)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, registra a identificação de um dos prédios em estado avançado de construção, em Brasília-DF. Contendo todo revestimento de fachada e as esquadrias, com os planos de vidro já dispostos, aparente finalização do aspecto externo arquitetônico. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. A placa, acima do cerceamento destinado a delimitação do canteiro, com as inscrições: “Ministério da Justiça - Negócios, Interiores-trabalho-indústria e comércio.” Abaixo uma placa indica o uso dos elevadores Atlas. Saindo do canteiro, dois trabalhadores caminham em direção tangente ao fotógrafo, portanto materiais de trabalho - o que aparenta se tratar de um vergalhão. Na lateral direita, um caminhão carregado com entulhos - madeiras, arames e vergalhões - da obra. No quadrante inferior esquerdo, um trabalhador está sentado e  descansa sobre blocos de concreto, em meio a terra batida do entorno, sob o sol. Ao fundo, nota-se as construções - em madeira - para apoio aos trabalhadores, com uma mesa de trabalho aparente abaixo da marquise. O chão ainda em terra seca batida, torna nítido o processo de construção ainda não finalizado entre os anos de 1959-1960. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(69)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, placas correspondentes ao ministério nº11, construído entre os anos 1957 a 1960, em Brasília-DF. Tendo a placa principal informações sobre identificação do ministério e sobre a construtora Décio Silviano Brandão Ltda. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Ao lado da placa principal, placas  acima do cercamento de madeira indicam os fornecedores da obra: Eraklit, responsável pelas chapas isolantes termo-acústicas; Marmoraria São Luiz, encarregada das pedras a serem utilizadas no edifício. No quadrante superior esquerdo, é possível ver as estruturas de andaimes para possibilitar acesso dos materiais nos pavimentos os quais as esquadrias ainda não receberam os painéis de vidro. No terceiro pavimento, no limite direito da imagem, um trabalhador aparece segurando um capacete e olhando em direção ao fotógrafo. No quadrante inferior da imagem, maquinários e materiais aparecem no canteiro. Algumas janelas recebem marcação que possivelmente indicam fabricantes e a construtora responsável pelo edifício - lê-se DSB (Décio Silviano Brandão) no terceiro pavimento, quarta vidraça da direita para esquerda.   

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(68)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, registra a placa da identificação do edifício ministerial praticamente pronto e sem seu cerceamento do canteiro de obras indicando que se trata do Tribunal de Contas - DASD, com obra iniciada em 2/5/1959 e numerada como edifício 7. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. A empresa responsável pela obra é a SETAL Sociedade de Engenharia Terraplenagem Alberto Ltda. e os elevadores são da marca Otis. Ao fundo, uma casa de apoio destinada ao armazenamento de materiais diversos, postes de energia com fiações estendidas pelo canteiro, cerca de quatro caminhões de carga e dois trabalhadores mexendo com uma pilha de terra.  Mais à direita da imagem, outro operário caminha entre canos e pilhas de terra. Atrás do caminhão em primeiro plano, vê-se parte da copa de uma árvore que faz parte da vegetação nativa. Do lado direito da instalação de apoio, mais copas de árvores estão visíveis. A obra já contém sua empena cega revestida de tijolinhos brancos e também demonstra a aplicação de esquadrias e planos de vidro com o pequeno basculante aberto no canto superior esquerdo da fotografia. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(67)

Fotografia preta e branca no formato, retirada em 03/09/1959 em Brasília - DF, retrato de seis prédios ministeriais construídos entre os anos de 1957 e 1960 na nova capital (Brasília), sob a execução da construtora Décio Silviano Brandão Ltda., projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. É possível observar que os prédios contêm estruturas de vigas e pilares, preparando para receber os pré-moldados de concreto e a concretagem de suas lajes e forros. Nota-se que os prédios contam com o apoio de andaimes por toda a extensão da fachada voltada para a direita e alguns andaimes estreitos espalhados na extensão das laterais. Ao redor do edifício observa-se terra batida, com duas árvores do Cerrado á direita, com um cerceamento que delimita o canteiro de obra juntamente com o armazenamento de materiais de uma via de transitação de carros, caminhões e pedestres. Na porção inferior da fotografia nas imediações da via existe um agrupamento de brita e algo semelhante a uma estrada de acesso à via com uma delimitação por cerceamento de estacas de madeira. No quadrante inferior direito há uma pequena área com vegetação típica do Cerrado e o descarte de madeira e entulho de obra.

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