Campo sujo

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NOV.B.14 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-36
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro, na parte inferior da fotografia, um caminhão com uma figura humana ao lado. Acima do caminhão há um cano despejando água sobre o que aparenta ser um objeto na parte de trás do caminhão. Em frente a cerca de madeira, há rebrotas e vegetação com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Atrás da cerca, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) em terreno inclinado, sendo que no topo há um monte de terra.

Untitled

NOV.B.14 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-38
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986). Vista aérea da construção do sanemaneto serviço de águas de Brasília, DF a qual é provavelmente adutora da Granja do Torto. Em primeiro plano nota-se a construção linear da adutora com montes de materiais de terra sobre o chão e tubos para direcionamento de água. Nas laterais vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) que sofreu intervenção humana, devido a presença de marcas de veículos e abertura de valas ao longo da vegetação. Ao fundo, há um aumento na densidade de árvores nativas do Cerrado, sendo uma mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Untitled

NOV.B.14 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-49
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de tubos aparentemente de concreto para o que pressupõe ser para direcionamento de água. Em primeiro plano, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) que sofreu interveção humana. Ao fundo, uma construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais e uma máquina. Em primeiro plano, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) que sofreu interveção humana. Na lateral direita, ao fundo, nota-se vegetação com média densidade de árvores do Cerrado (fitofisionomia não identificada). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com alta densidade de árvores, sendo possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (29) com alteração de colorimetria e enquadramento."

Untitled

NOV.B.14 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-60
  • Item
  • 19/01/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da construção da barragem do Rio Paranoá. Em primeiro plano, nota-se uma faixa de chão de terra tendo atrás duas muretas que faz a contenção de uma pequena quantidade de água parada e terra remexida em ambas as laterais. Ao fundo, logo atrás das muretas há vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Rio Paranoá, e na lateral direita vegetação campestre (campo sujo), sendo que toda a área é composta de espécies nativas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia incerta).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (22) com alteração de coloração e enquadramento."

Untitled

NOV.B.14 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-61
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do local que pressupõ-se ser onde irá construção uma ETA (Estação de Tratamento de Água) ou ETE (Estação de Tratamento de Esgoto). Em primeiro plano, um curso d'água que corre em direção horizontal, ao horizonte, sendo que na lateral direita há terra revolvida e no esquerdo vegetação do Cerrado, incerta que realmente é campestre ou se houve remoção da vegetação por ação humana. Ao fundo nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e logo atrás uma mata de galeria que acompanha um curso d'água (não identificado).

Untitled

NOV.B.14 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-62
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do posicionamento de tubos de concreto para direcionamento da água em uma linha os quais serão posicionados sobre o chão. À esquerda dos tubos, chão de terra batida e à direita, chão de terra com escavação. Nas laterais da via de terra batida, nota-se formação campestre do Cerrado (campo sujo). No horizonte, a vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) se estende, com maior densidade de árvores.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (31) com alteração de coloração e enquadramento."

Untitled

NOV.B.14 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-63
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986). Vista da construção da descarga de fundo da Barragem do Torto. É possível visualizar a escavação realizada no chão de terra e a construção de muros de concreto para contenção de água que irá fluir pelo local. À direita da fotografia, um máquina semelhante à escavadeira ou guindaste escrito Civilsan na lateral. Próxima a estrutura de concreto e da máquina há figuras humanas. Na lateral esquerda, nota-se rebrotas em uma vegetação com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), e logo atrás, no canto direito, há uma faixa de vegetação com alta densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (27) com alteração de coloração, enquadramento e movimentação da máquina."

Untitled

NOV.B.18 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Registro aéreo das instalações de apoio em meio ao canteiro de obras do Plano Piloto, em Brasília-DF, entre os anos de 1957-1960. No registro identifica-se alojamentos retangulares responsáveis por auxiliar os processos de obra das construções de Brasília. No quadrante inferior esquerdo está um alojamento de trabalhadores, próximo à estrada que ainda receberá asfalto e que está em um nível elevado. À frente deste alojamento está um cercado de tapumes com algumas estacas ao centro e uma árvore jovem. Ao lado direito, entre o alojamento e o conjunto de edificações ao centro da imagem, está uma pequena massa vegetativa que é resquício da vegetação desmatada para a obra, pertencendo esta ao bioma Cerrado, sendo possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). No conjunto de edificações vê-se estruturas compridas, de uma água (uma queda de telhado) e com amplas aberturas, indicando possíveis locais comunitários (refeitórios, galpões, etc.). No entorno dessas construções é nítida a movimentação de terra feita para adequar o terreno. Vias menores, em terra, cortam parte do terreno e parte da matriz vegetativa acima, matriz esta que tem trechos de vegetação campestre (campo sujo) e trechos de vegetação savânica (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.18 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-7
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia espelhada colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro aéreo do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) em asfaltamento (popularmente conhecido como eixão e eixinhos), durante os primeiros anos de construção de Brasília, nos anos de 1957 e 1958, com as superquadras em plano de fundo. A disposição das tramas viárias e dos conjuntos residenciais se deram no plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital através do eixo rodoviário, este que, segundo a edição “Arquitetura e Engenharia” da Revista Brasília (Pinheiro, 1960, p. 9), “foi arqueado, de acordo com a topografia local, e veio a formar o tronco da circulação, livre de Cruzamento graças ao recurso dos trevos e passagens de nível, que conduz às superquadras residenciais, estabelecidas em ambos os lados seus”. Conforme relatou Lucio Costa em uma das edições da Revista Brasília de 1957, “o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). As três faixas estão em etapas diferentes de construção, da esquerda para a direita (considerando o fato da fotografia estar espelhada): o eixinho oeste (ERW - sul) é definida por duas faixas, as quais uma está asfaltada e a outra aplainada aguardando a etapa de pavimentação, um veículo azul transita na via não pavimentada, estando voltado ao sentido do registro; o eixinho leste (ERL - sul) não apresenta processo de pavimentação, com as duas vias apenas demarcadas em terra batida; a via central, conhecido como eixão, tem sua área de domínio maior e apenas parte dela está pavimentada, enquanto restante da via está em terra batida aplainada e a outra apenas demarcada, cinco veículos transitam pela parte asfaltada da rodovia. Entre as três vias, no centro do registro, tubos de concreto espalhados entre os canteiros centrais e laterais evidenciando o processo de obra em andamento. A construção das pistas do Eixo Rodoviário de Brasília e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - pista central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da pista central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Ao fundo da fotografia, na linha do horizonte, parte da escala edilícia dos conjuntos residenciais das superquadras construídas dos dois lados das vias, com os conjuntos de maior altura próximos do eixo rodoviário, conforme descritas por Lucio Costa (1902-1998), foram denominadas e pertencentes a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73). A escala se dispersa conforme se distancia do centro para a esquerda do registro, até chegar às residências térreas do Setor de Habitações Individuais Geminadas Sul - SHIGS. Entre os intervalos das pistas centrais e laterais e grande parte da extensão fotográfica, é possível ver parte da vegetação nativa do local com trechos com vegetação campestre (campo sujo) e trechos com vegetação de porte savânico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte que se estendem pelas bordas e pelo horizonte do registro, caracterizando o contexto local do que viria a ser os blocos das superquadras. Autor da fotografia: Mario Fontenelle
"

Untitled

NOV.C.2 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-31
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato retrato, de autoria de Mário Fontenelle datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por três planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos funerários, galhos e folhas por cima, uma árvore retorcida; trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). Em cima do túmulo, coroas de flores não-identificadas e arbustos. Em volta do túmulo, terra vermelha batida delimitada. Próximo ao túmulo, ao lado direito da fotografia, árvore retorcida do cerrado. O segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico, sendo que este está no terceiro plano. Neste último, complementa com o céu composto por nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:

NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (34);
NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147);
"

Untitled

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