Campo sujo

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NOV.B.13 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-9
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital com manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial do Brasília Palace Hotel próximo ao Palácio da Alvorada. O Brasília Palace Hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No terço central da imagem, no quadrante intermediário direito, tem-se a presença do hotel em fase de construção, com andaimes de madeira caracterizando o início da etapa construtiva. No plano de fundo, no quadrante superior, vislumbra-se o volume construtivo do Palácio da Alvorada, com sua barra horizontal e pilares, e a capela anexa. Nos arredores dos dois edifícios, observam-se agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores. Próximo ao hotel, nas orientações leste e oeste, há instalações de apoio (24) destinadas para depósito e manuseio de materiais. À frente do hotel, um campo de futebol com vegetação rala possivelmente destinado aos operários durante momentos de ócio da empreitada. No quadrante superior, do centro à direita, há prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Próximo ao Palácio da Alvorada, também se observa prováveis agrupamentos residenciais junto a aglomerados de instalações de apoio. As delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel. Ao fundo, acima do Palácio da Alvorada, uma estrada de terra leva até a Ermida, a primeira em alvenaria da nova capital, erguida em 1957. Trata-se de uma pirâmide de linhas rudimentares numa plataforma natural às margens do Lago Paranoá, que hoje faz parte do Parque Ecológico da Ermida Dom Bosco. A linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao redor do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e, no horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada) do registro e na porção inferior esquerda, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Aparentemente, houve uso de maquinário para retirada e planificação de terra, com montes de resíduos da obra. No quadrante superior, transpassando o registro, há a passagem de um possível afluente do Rio Paranoá, margeado por mata de galeria com presença de buritis (Mauritia flexuosa). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-1; nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23;

"

Untitled

NOV.B.13 (90)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-90
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo, marcas de adesivos em sua extremidade, e no canto superior esquerdo, o número 2 escrito. Vista térrea registra o processo de montagem estrutural das peças metálicas do que veio a ser o Brasília Palace Hotel, em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro da perspectiva térrea da estrutura do edifício implantado. Ao centro do registro, direcionada para a orientação oeste, uma grua - posicionada diagonalmente ao topo das vigas que estruturam a laje do Brasília Palace Hotel. Há a presença de operários (7) - trajando roupas sociais e chapéu -, onde, da esquerda para a direita, um operário caminha sobre a extremidade do esqueleto estrutural. Outros quatro encontram-se no solo de terra próximos a grua - da fabricante Bucyrus Erie Co., fornecida pela construtora Coenge S.A. -, enquanto outro está em cima do maquinário, aparentemente, operando-o. Na extremidade superior direita da estrutura, outro operário se equilibra sobre as vigas. Nas duas extremidades do registro, ao lado dos pilares metálicos, montes de peças metálicas depositadas ao solo.  Do lado direito da imagem, fora das delimitações do esqueleto depositado, na base da fachada leste, um montante de agregado - possivelmente areia. Do lado esquerdo da imagem, nas delimitações das proximidades do hotel, as estradas ainda em terra batida, evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao fundo, a vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Untitled

NOV.B.13 (91)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-91
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo, marcas de adesivos em sua extremidade. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase final de obra, foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada leste, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento, e escadas de madeira para o acesso dos operários ao pavimento superior. Ao redor do edifício, a leste deste, uma torre d’água à esquerda, e agrupamentos de materiais. Delimitações das proximidades do hotel e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. Na porção direita do registro, aproximadamente 20 operários - trajando roupas sociais e chapéu - exercem diversas funções no processo de obra. Sobre a laje da passagem para o saguão, da esquerda para a direita, dez trabalhadores manuseiam materiais - aparentam ser tábuas - e fazem o uso de uma mesa para corte. No pavimento superior, 10 trabalhadores transitam sobre a laje ainda em fase de acabamento. Na cobertura do hotel, três trabalhadores observam o cenário da obra. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Na porção inferior do registro, no corredor térreo de acesso ao terraço do restaurante, dois trabalhadores empunham martelos e fazem a colocação de uma tábua para auxílio da sustentação da laje. A laje em T, onde hoje encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Ao fundo, atrás das construções, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo).

Untitled

NOV.B.13 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-96
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fundação do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1957-1960, em Brasília - DF. Captura da fabricação das sapatas concretadas do bloco principal do Brasília Palace, à partir delas se encaixam os pilares e vigas metálicas que estruturam o Palace. Nos dois quadrantes direitos da imagem, nota-se a presença de operários na 3ª e 4ª sapata, estando três operários na 3ª e quatro na 4ª. Na 3ª sapata, um homem de chapéu de palha, à esquerda, está curvado trabalhando com uma pá, provavelmente remexendo o concreto da base da sapata. Atrás da mesma sapata, dois homens de camisa clara: um está de chapéu escuro, calça em um tom mais escuro e dobra uma das pernas, apoiando o pé.  Ao seu lado, um homem de cabelos escuros e curtos olha na direção do fotógrafo. Na linha da 4ª sapata, dois operários estão inclinados frente a frente mexendo com a base da sapata, enquanto outros dois operários de pé analisam pranchas. Entre os operários, dois baldes metálicos. Acima das sapatas, fios com lâmpadas propiciam a iluminação do canteiro. No nível acima do canteiro, notam-se postes de energia elétrica, uma torre de energia, dois rolos compactadores e, ao fundo, vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO.

Untitled

NOV.B.14 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, há via de terra batida com fragmentos de canos dispersos alinhados à esquerda da fotografia para tubulação de água. Nas laterais da via, há vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), com destaque para uma única árvore de grande porte na lateral esquerda (espécie não identificada). Na margem da via, a vegetação se encontra com aspecto ralo e com algumas rebrotas de árvores e arbustos, indicando que houve remoção recente da vegetação por intervenção humana. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.14 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-22
  • Item
  • 19/01/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da construção da barragem do Rio Paranoá. Em primeiro plano, nota-se uma faixa de chão de terra tendo atrás duas muretas que faz a contenção de uma pequena quantidade de água parada e terra remexida em ambas as laterais. Ao fundo, há vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Rio Paranoá, e na lateral direita vegetação campestre (campo sujo), sendo que toda a área é composta de espécies nativas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia incerta).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (60) com alteração de coloração e enquadramento."

Untitled

NOV.B.14 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-26
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da construção do que pressupõe-se ser captação de água do Torto pelo Córrego Bananal. Em primeiro plano, chão de terra com aspecto lamacento tendo acúmulo de água à direita da fotografia e monte de terra à esquerda. Ao centro, uma máquina semelhante à guindaste ao qual está despejando terra sobre um monte do mesmo. À direita, parte de uma construção de concreto. Ao fundo, notam-se figuras humanas e vegetação, provavelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito) no canto direito, e no canto esquerdo formação campestre (campo sujo) e no canto direito maior adensamento de árvores, possivelmente uma mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.

Untitled

NOV.B.14 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-27
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, provavelmente de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986) com base no item semelhante NOV-D-4-4-B-14 (63). Vista da construção da descarga de fundo da Barragem do Torto. É possível visualizar a escavação realizada no chão de terra e a construção de muros de concreto para contenção de água que irá fluir pelo local. À direita da fotografia, um máquina semelhante à escavadeira ou guindaste escrito Civilsan na lateral. Próxima a estrutura de concreto e da máquina há figuras humanas. Na lateral esquerda, nota-se rebrotas em uma vegetação com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, vegetação do Cerrado, sendo que no canto direito há uma faixa de vegetação com alta densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha um curso d'água (não identificado) e à esquerda uma formação campestre de espécies nativas (campo sujo). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (63) com alteração de coloração, enquadramento e movimentação da máquina."

Untitled

NOV.B.14 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-29
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de tubos aparentemente de concreto para o que pressupõe ser para direcionamento de água. Em primeiro plano, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) que sofreu interveção humana. Ao fundo, uma construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, uma máquina e vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha um curso d'água (não identificado).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (49) com alteração de colorimetria e enquadramento."

Untitled

NOV.B.14 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-31
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posicionamento de tubos de concreto para direcionamento da água em uma linha os quais serão posicionados sobre o chão. À esquerda dos tubos, chão de terra batida e à direita, chão de terra com escavação. Nas laterais da via de terra batida, nota-se formação campestre do Cerrado (campo sujo). Ao fundo, nota-se vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (62) com alteração de coloração e enquadramento."

Untitled

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