Caminhão

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NOV.A.02 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-3
  • Item
  • 1956 - 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em Preto e Branco. Autor desconhecido. Formato horizontal.
Contexto: Chegada dos primeiros materiais para a construção do Catetinho na Fazenda Gama.
Na imagem há oito figuras masculinas descarregando ripas de madeiras de três caminhões estacionados ao lado da casa da Fazenda Gama.
Para informações adicionais, consultar mais sobre o processo da construção do Catetinho, em imagens fotográficas que se assemelham a esta.

Informações adicionais: No Diário de Brasília, Coleção Brasília IV (1956-1957) consta que no dia 21 de outubro de 1956 a seguinte informação: ""'Palácio Provisório'"" - Chegaram à área de Brasília os primeiros caminhões com material comprado em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro para construção da casa de residência próvisória para o Presidente Juscelino Kubitschek, junto à antiga Fazenda do Gama. (BRASIL, 1960, p. 36, grifos do Diário).
Ainda nesse coleção Brasília IV, apresenta informações outras sobre o Palácio Provisório: ""Segunda-feira, 22 de outubro de 1956"" (BRASIL, 1960, p. 36, grifos do Diário). ""'Palácio Provisório' - Iniciam-se na Fazenda Gama as obras de construção da residência presidencial provisória. Instala-se o motor gerador de 2,5 cavalos. A 'patrol' Cater-pillar faz a limpeza da área destinada à construção. [...]"" (BRASIL, 1956, p. 36, grifos do Diário).
O próximo dia que refere-se a residênica do presidente, está datada por: ""Terça-feira, 23 de outubro de 1956"" (BRASIL, 1960, p. 37, grifos do Diário) ""'Palácio Provisório' - Prosseguem em ritmo acelerado as obras de construção. Marca-se nesta data a fabricação do primeiro cpncreto ciclópico em Brasília."" (BRASIL, 1960, p. 37).
Continuando as notícias sobre a temática, na ""Quinta-feira, 25 de outubro de 1956"" (BRASIL, 1956, p. 37, grifos do Diário), contém a seguinte informação: ""'Palácio Provisório' - Instala-se na Fazenda Gama um gerador de 75 KWa.
Chegam a Brasília mais caminhões com materias, móveis e objetos para a residência presidencial, inclusive aquecedor elétrico e geladeira, na qual se produz gêlo (sic) em Brasília pela primeira vez."" (BRASIL, 1960, p. 37, grifos do Diário)."

Untitled

NOV.B.2 (269)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-269
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do local onde provavelmente será o Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, chão de terra batida e materiais de construção sobre o mesmo, como tábuas de madeira e montes de terra; este aparenta ser o início da construção da fundação do edifício. Ao centro, da esquerda para a direita, diversos homens trabalhadores atuando na obra, um pequeno muro de contenção supostamente de concreto, material que parece com brita, por sua coloração clara, que será utilizada na mistura do concreto e pequenas construções que são provavelmente armazenamento de materiais da obra. Ao fundo, um caminhão ao centro, um grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). No horizonte, parte do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (642)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-642
  • Item
  • julho de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de um dos banheiros adjacentes aos dormitórios do pavimento superior do Palácio da Alvorada. O banheiro é todo revestido em mármore claro. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, a pia do banheiro com uma grande bancada; a banheira instalada no piso e uma cadeira retilínea com perfis metálicos e com estofamento no assento e no encosto. Em segundo plano, parte da varanda do segundo pavimento e de uma das colunas da fachada leste. Ao fundo, um caminhão na estrada de terra próximo ao Palácio.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Untitled

NOV.B.6 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-45
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.
No centro da imagem há um caminhão com carroceria de madeira carregando três trabalhadores e dezenas de caixas de madeira cheias de tomates. O caminhão está com a porta da carroceria aberta mostrando as caixas de madeira, e lê-se "Minerva" de cabeça pra baixo, na segunda caixa à direita.
O terreno é de terra, com algumas gramineas, e há uma estrada que aponta para o lado esquerdo da fotografia.
A parte superior, especialmente a parte direita, possui presença de inúmeras cercas e materiais empilhados para a sua construção. Há também presença de plantas, capim, pasto e atrás das cercas estão algumas árvores.

Dois trabalhadores estão em pé, encostados no cavalo do caminhão. O primeiro olha para a esquerda, tem traços japoneses e veste um macacão sujo de terra. Está com uma mão perto da cintura enquanto a outra apoia na madeira da carroceria e ainda alinha com o retrovisor redondo. O segundo trabalhador utiliza roupas claras, sendo uma calça, uma camisa branca com mangas longas, mas dobradas até acima do cotovelo, um cinto, um relógio, e um chapéu.
O terceiro trabalhador está sentado na lateral, apoiado na carroceria. Veste uma camisa de mangas longas azul com um bolso frontal. A calça é escura com linhas verticais e o bolso aberto a vista. Ele apoia seu pé esquerdo descalço sobre uma caixa de tomates e seu braço direito segura o esquerdo.

Informações adicionais: Segundo Tavares, um grupo de aproximadamente 30 imigrantes japoneses chegaram à Brasília em 1956 através da Cooperativa Agrícola Cotia. Arrendaram terras e se instalaram às margens do Riacho Fundo e na Vargem Bonita, constituindo o primeiro núcleo rural do Distrito Federal. (Brasília Agrícola: Sua história, Brasília 1995, Joaquim Alfredo da Silva Tavares, BRB Banco de Brasília)(p. 44)

Untitled

NOV.B.07 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-10
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem retirada a partir do primeiro andar de um edifício na Avenida W3 sul retrata em perspectiva a movimentação ao longo das vias no dia 22 de abril de 1960, dia seguinte à inauguração de Brasília. No canteiro central, em terra batida, observam-se carros de corrida sob carrocerias de caminhões em primeiro plano e alguns caminhões com produtos alimentícios mais adiante. Nas vias asfaltadas muitos carros da época, entre eles os modelos de fusca e Jeep Willys. Paralelamente à via esquerda da avenida edifícios semelhantes dispostos em linha, onde se destaca uma árvore de grande porte nativa de Cerrado. Adjacente a esses um terreno aplainado com algumas mudas de árvores recém plantadas. Duas frases se destacam nas traseiras dos automóveis, são elas : "SALVE O PRESIDENTE JK" e " SÃO GOTARDO CONGRATULA COM J.K. E BRASÍLIA". O céu nublado e bastante iluminado junto às sombras bem marcadas no solo demonstram uma forte incidência solar por volta do meio dia. Nesse contexto algumas figuras masculinas se protegem do sol nas sombras dos automóveis. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). Ver também o item B.7 (9).

Untitled

NOV.B.07 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, colorida. Na imagem observa-se em destaque um caminhão, sobre terra batida, fabricado pela Fábrica Nacional de Motores (FNM), sigla pressente no capô frontal branco e vinho. O automóvel da fábrica brasileira, também conhecida como "Fenemê", possui um tanque acoplado à cabine para o transporte de combustível, que aparece cortado na fotografia. Dentro da cabine estão o motorista e uma pessoa no assento de passageiro, não identificadas. O caminhão em destaque possui junto ao capô frontal alguns objetos como buzina e uma bolsa preta pendurada. À esquerda em segundo plano um caminhão vermelho e amarelo da empresa Shell.

Untitled

NOV.B.07 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-9
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem destacada ao longo do canteiro central, em terra batida, da Avenida W3 sul na altura da atual quadra 508 ambulantes com produtos alimentícios em carrocerias de caminhões, no dia 22 de abril de 1960, dia seguinte à inauguração de Brasília. Dentre os produtos algumas embalagens que se assemelham a doces regionais e uma carga de garrafões envolvidos por palha. À frente dos caminhões observamos alguns vendedores e uma figura infantil feminina negra. A menina usa um vestido branco e carrega uma leiteira de alumínio enquanto caminha em direção à via asfaltada da avenida. Ao fundo destaca-se uma árvore de grande porte nativa de Cerrado. Observam-se também alguns postes de madeira dispersos conectados pela fiação elétrica e edifícios concluídos ao longo da avenida. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). Ver também o item B.7 (10).

Untitled

NOV.B.14 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-36
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro, na parte inferior da fotografia, um caminhão com uma figura humana ao lado. Acima do caminhão há um cano despejando água sobre o que aparenta ser um objeto na parte de trás do caminhão. Em frente a cerca de madeira, há rebrotas e vegetação com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Atrás da cerca, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) em terreno inclinado, sendo que no topo há um monte de terra.

Untitled

NOV.B.20 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-10
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra batida com blocos de rocha de grande dimensão resultado de extração. Ao centro, em segundo plano, uma bate-estaca (equipamento utilizado para execução de fundações profundas em grandes construções) com um caminhão à esquerda que aparenta ser Chevrolet e figuras humanas. Atrás, um edifício longilíneo não identificado que aparenta ser provisório e provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Este com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas e à direita algumas aberturas para porta e janela. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-15
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra que pressupõe ser da Esplanada dos Ministérios devido ao que possivelmente é a Alameda dos Estados do Palácio do Congresso Nacional ao centro da fotografia. Este possui hasteado as 27 bandeiras dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, e foi previamente planejado e inserido nas maquetes de estudo do Congresso Nacional. Ao fundo, da esquerda para a direita, um caminhão, um canteiro de obra com placa de identificação com o nome da construtora ESOL Engenharia Sanitária e Obras a qual foi responsável pela construção do Tribunal de Contas da União entre 1960 e 1966, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais e outro caminhão. Vários postes de tronco de madeira estão espalhados pelo local. Ao fundo, nota-se a vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.

Untitled

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