Caixa Econômica Federal

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NOV.B.07 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-41
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra fachada de agência bancária da Caixa Econômica Federal. A fotografia registra, em vista aproximada, espécie de grade, também vista em outras imagens que mostram os blocos comerciais da 507 Sul (ver B.7 (40)). Acima da grade, faixa branca com as incrições: "CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; DO RIO DE JANEIRO; SUCURSAL DE BRASÍLIA". De acordo com matéria publicada no Correio Braziliense, em 28 de agosto de 1960, edição 111, p. 8, no dia 29 de agosto do mesmo ano, seria inaugurada a Agência Central da Caixa Econômica Federal de Brasília. Ainda de acordo com a matéria, "[...] a nova agência daquele estabelecimento de crédito, fica situada na Quadra 107, próximo à Igreja N.S. de Fátima, no Plano Pilôto.". Apesar de atualmentede existir uma agência do referido banco no CLS 107, a fotografia mais se aproxima do padrão arquitetônico do Comércio Residencial Sul 507.

Sans titre

NOV.B.18 (57)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-57
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações da W3 Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. À esquerda da via principal W3 Sul, encontram-se algumas casas da Caixa Econômica ou da ECEL construídas de maneira paralela à via. Nos demais loteamentos, observa-se preparação do terreno para receber mais casas no mesmo formato. No limite esquerdo da pista estão diversas tubulações para o sistema drenagem, escoamento e distribuição de água da região. Três pessoas caminham em direção ao limite inferior da fotografia. Mais acima, na mesma pista, quatro agrupamentos de pessoas caminham. À direita da pista estão uma sequência de tonéis destinados para as diversas construções ali iniciadas. Na região de terra seca batida, localizada nas quadras 500, edificações comerciais já estavam em processo de lajeamento e concretagem de suas estruturas. Atrás das mesmas, uma delimitação de pista destinada para a W2 sul - via que passa por detrás das edificações comerciais e fica à frente dos blocos residenciais das quadras 300. Vegetação típica do cerrado (cerrado sentido restrito) está presente entre as construções, com aspecto mais ralo devido a intervenção antrópica, em que nota-se área mais preservada no canto esquerdo. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Sans titre

NOV.B.18 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-72
  • Pièce
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
"

Sans titre

NOV.B.18 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-88
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista de uma janela de um prédio comercial, na região das 500 sul. Observa-se a grande concentração de veículos estacionados, principalmente no canteiro central e transeuntes caminhando na calçada do comércio e entre os carros. Alguns dos veículos presentes são: Jeep Willys, Rural Willys, Caminhonete Ford F-100, Aero Willys, Plymouth Special Deluxe 1948 e caminhões Ford. À esquerda da via principal da W3 sul estão as residências duplex da Caixa Econômica, com uma árvore de grande porte na lateral esquerda dos prédios. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Sans titre

NOV.B.18 (90)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-90
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Observa-se a via duplicada da W3 Sul e construções comerciais com marquises do lado esquerdo das pistas. Atrás estão prédios das quadras 300, separados do comércio pela construção da via W2 Sul. Notam-se instalações de apoio ao trabalhadores e pilhas de materiais na região da pista a ser delimitada. Na W3, diversos carros transitam, do lado direito está uma Rural Willys com, ao menos, três pessoas no veículo e mais carros a frente seguem o fluxo oposto da direção do fotógrafo. Tangente à pista, na calçada, dois grupos de pessoas se aglomeram: o primeiro grupo, mais distante, contém quatro pessoas em que uma delas é uma mulher. O segundo grupo, mais próximo do fotógrafo, é composto por cinco pessoas, sendo quatro crianças em posição descontraída e vestes escolares e um homem que acena na direção do autor da imagem, está com vestes formais e uma maleta, e todos parecem observar a ação do fotógrafo. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Sans titre