Câmara dos Deputados (Brasília, DF)

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NOV.B.18 (91)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-91
  • Pièce
  • 1956 - 1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção de uma pista do Eixo Monumental do Plano Piloto de Brasília, entre os anos de 1956-1958. A vista da fotografia é da porção final do Eixo Monumental, onde se localiza o domo do plenário do Senado Federal e, ao lado, o início da construção das duas torres do Congresso Nacional. Observa-se que três pavimentos de ambas as torres já foram erguidos e receberam pilares e vigas, sendo que a torre à esquerda está mais avançada. À frente do esqueleto das torres, alguns maquinários são visíveis, entre eles, possivelmente um guincho erguido na vertical auxilia o processo construtivo. No plano mais ao fundo e à esquerda do retrato, tem-se uma estrutura do prédio destinada ao Anexo do Congresso Nacional sendo erguida. Ao centro do enquadramento, sobre a pista asfaltada da Via N1, transitam alguns caminhões, em destaque um caminhão com um objeto em frente ao parachoque. Adjacente à pista asfaltada, um plano à frente, um homem de camisa clara, calças jeans e sapatos pretos caminha em direção às instalações mais acima. Estas duas instalações à direita parecem ser pontos de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras do Congresso, possuindo uma movimentação de veículos e pessoas em sua proximidade. À direita destas instalações estão duas torres, sendo uma delas uma caixa d’água que abastece as instalações. No nível abaixo do terreno, observa-se uma rampa de acesso e movimentação de pessoal e materiais. Neste nível tem-se outras duas instalações de apoio, uma com cobertura prolongada que parece abrigar algumas pessoas e outra edificação branca voltada para o paredão de terra. Nas laterais do Eixo Monumental, nota-se na parte inferior da fotografia vegetação rasteira composta de gramíneas e rebrotas de outras formas de vida, indicando remoção recente da parte aérea para realização das obras. Como exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012), “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” (NIEMEYER, s.d., n.p.). “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília"" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11). Autor da fotografia: Mario Fontenelle.
"

Sans titre

NOV.B.18 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-60
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à extensão do Eixo Monumental. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. ”Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.11). Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Nas margens, ao redor das vias de terra batida, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e também trechos com vegetação mais rasteira, indicando que houve intervenção humana nessas áreas.

Sans titre

NOV.B.18 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-48
  • Pièce
  • 30/09/1958
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a região do Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios, retirada em 30/09/1958. Nota-se a delimitação das duas vias S1 e N1, ainda tracejadas por estradas de terra paralelas, na altura da Esplanada dos Ministérios, onde é possível ver as áreas retangulares destinadas aos edifícios ministeriais. Ao fim das vias paralelas, vê-se o platô e a estrutura da rampa do Congresso Nacional. À direita da retangular do Congresso, está parte das estruturas destinadas à Praça dos Três Poderes, local este também que abriga o Supremo Tribunal Federal. À esquerda da mesma retangular, acima da via, está o canteiro de obras para o Palácio do Planalto. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas laterais da parte inferior da imagem, nota-se vegetação de cerrado típico, e ao fundo, nas laterais e pelo horizonte, a vegetação está distribuída em forma de mosaico, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade” (NIEMEYER, s.d., n.p.). Já a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que, inicialmente, quatro edifícios se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá.

Sans titre

NOV.B.18 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-45
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. Ao redor das vias de terra batida e dos espaços descampados e/ou com construções, nota-se vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia e se estendem pelo horizonte. Na parte inferior e na parte superior mais a direita, nota-se presença de árvores esparsas. Além disso, na parte superior á direita, nota-se adensamento de árvores em formato linear, indicando ser uma mata de galeria que acompanha uma das nascentes do Rio Paranoá. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília"" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11) As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília.
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Sans titre

NOV.B.18 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-41
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11). As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília. Ao redor das vias e espaços de terra batida, nota-se vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/campo sujo) e trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estendem pelo horizonte.

Sans titre

NOV.B.18 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-4
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro do Eixo Monumental na Esplanada dos Ministérios com o Congresso Nacional ao fundo, durante os primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, Lucio Costa relata que, "desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p.10). Nota-se o domo fechado correspondente ao Senado Federal na região central da imagem, a elevação de terreno e o platô, com a estrutura das duas torres do Congresso a subir. As obras do Congresso Nacional foram iniciadas no ano de 1957 e, no mesmo ano, também foi iniciado o trabalho de asfaltamento do Eixo Monumental. À esquerda, um plano a frente deste cenário, uma torre de caixa d’água com a vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) a circundar as laterais da estrada asfaltada. Como exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012), “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade” (NIEMEYER, s.d., n.p.), dessa forma, “arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso esses elementos, pois neles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Pinheiro, 1957, p.10). No primeiro plano, a via N1 já asfaltada com pequenos montantes de terra nos canteiros laterais e aglomerados de árvores de pequeno e médio porte. Nos canteiros laterais; tonéis e resquícios de materiais utilizados durante a construção; ao lado esquerdo da via, uma torre d’água. Ao centro do registro, a cúpula do Senado Federal e alguns pavimentos - ainda em estrutura metálica - de ambas as torres já foram erguidos e receberam pilares e vigas, e a torre à esquerda apresentando maiores avanços construtivos. Atrás da cúpula, uma grua erguida verticalmente auxilia o processo construtivo. No plano mais ao fundo e à direita do retrato, estruturas sequenciadas do aparentam ser a construção dos edifícios ministeriais em processo de montagem estrutural. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Torna-se nítido a presença de uma vasta vegetação de cerrado, com trechos campestres e savânicos (fitofisionomias não identificáveis).

Sans titre

NOV.B.18 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-39
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto na Revista Brasília (1956) por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11) As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília. Além disso, ao redor das vias de terra batida há vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia e se estendem pelo horizonte.

Sans titre

NOV.B.18 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-29
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade.Todas as vias são rodeadas por vegetação do Cerrado, que ocupa quase toda a fotografia. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p. 10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento". Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa, a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília (Cruz, 2013).

Sans titre

NOV.B.13 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-41
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial entre o Cerrado e o processo construtivo de Brasília, ocorrida entre os anos 1956 e 1957. Na parte inferior da fotografia, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e logo atrás o adensamento de árvores caracteriza um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se instalações que provavelmente tratam-se de moradias e instalações de apoio que foram destinadas aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008). Ao fundo do registro, um guindaste e estruturas metálicas contextualizam o processo de construção das torres do Congresso Nacional, Senado e Câmara, rodeado por vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se um vislumbre da cúpula menor voltada para baixo - que abriga o Plenário do Senado Federal. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, percebe-se o agrupamento de instalações - moradia e canteiro de obras - dos operários, instalações simples em madeira, em torno do que veio a ser a Esplanada do Ministérios estando em destaque o processo de obra da construção de Brasília. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Sans titre

NOV.B.2 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-97
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção da fundação da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional. Este possui diversas formas de madeira as quais já estão delimitando a forma da cúpula. A parte superior já concretada é chamada de galeria e a mais baixa ao centro é o Plenário do Senado. A base da cúpula está sobre a laje de cobertura do Edifício Principal do Congresso Nacional ao qual também está em fase de construção. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. À direita, chão de terra batida, postes de madeira com fiação e um caminhão, e no quadrante superior, uma rampa temporária de acesso do edifício principal para o qual virá a ser o Eixo Monumental. A rampa está sobre um muro de arrimo, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual está adjacente a base do Palácio do Congresso Nacional.
Fotografia semelhante à NOV-D-4-4-B-2 (100) e (245) com alteração de enquadramento e coloração.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

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