Buriti (Mauritia flexuosa LF)

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NOV.A.02 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-15
  • Unidad documental simple
  • 1950 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida, autor desconhecido, formato paisagem. A imagem fotográfica exibe cerrado típico (cerrado no sentido restrito), caracterizado por formações savânicas, bem como palmeiras de buriti (Mauritia flexuosa LF) (RIBEIRO et al., 2023) ao fundo. Percebe-se, alterações humanas na paisagem, por meio de peças de roupas penduradas em um varal. Ademais, existem elementos outros que indicam para tal alteração: barril de metal; objeto de madeira e pontos de revolvimento de terras com plantas exóticas no local. Infere-se, por meio das folhas, com base em Thaís Pereira (2020) que uma das plantas, possa ser um cajuzinho-do-cerrado (Anacardium humile) (ANDRADE FILHO, 2010). A imagem fotográfica, apresenta um corpo d'água com bica, que pode ser parte de um rio da região do Distrito Federal ou do estado do Goiás. (SEMA, 2016)

Sin título

NOV.B.6 (104)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-104
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Três homens no canteiro de hortaliças. A fotografia mostra a estrutura aplicada ao plantio. No entorno da área a vegetação do Cerrado faz-se presente, ao fundo destaca-se a palmeira buriti (Mauritia Flexuosa) que leva a presumir a localização de água. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

Sin título

NOV.B.6 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-58
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Em primeiro plano vê-se solo arado seco preparando para o plantio.
O segundo plano separa-se em mais elementos. À direita vê-se mata ciliar ou de Galeria com diversos indivíduos de buritis (Mauritia flexuosa) que se destacam em altura.
À esquerda uma pequena barragem com a margen esquerda desmatada, e a direita com vegetação baixa. Árvores exóticas, aparente bambuzal na lateral esquerda, campo e pasto. Na mesma linha da barragem estão 3 ou 4 casas com telhados claros e duas águas, envoltas de cerrado. Mais distante ao horizonte estão morros desmatados à esquerda, e cerrado à direita.
Ao centro da imagem, perto da terra arada, do mato e em frente a um buriti há um abrigo inacabado. Ele tem esqueleto da cobertura com troncos de madeira.
O terceiro plano ocupa mais da metade da fotografia e apresenta um céu nublado.

Informações adicionais:
O “Buriti” (Mauritia flexuosa): é uma palmeira aquática, que ocorre nas veredas do cerrado brasileiro. Veredas são constituídas de um brejo graminoso herbáceo, em fundo de vale ao longo, de mata de galeria com buritis. Seu Caule, do tipo estipe, pode ter até 30m altura. É presente em solos úmidos, argilosos ou arenosos, ácidos.
[POTT, V.J.; POTT, A. Buriti – Mauritia flexuosa. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, outubro 2004. Disponível em: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/faunaeflora/plantas-uteis/buriti-mauritia-flexuosa. Acesso em: < 12, Julho, 2023 > 114 . ]

Sin título

NOV.B.6 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-62
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Fotografia referência: NOV-D-4-4-B-6 (58). Trata-se da mesma imagem, com digitalização distinta. Os cortes ligeiramente diferentes nas bordas, cores mais saturadas. A imagem (62) apresenta um céu mais azul e a vegetação tem um verde mais escuro.

Em primeiro plano vê-se solo arado seco preparando para o plantio.
O segundo plano separa-se em mais elementos. À direita vê-se mata ciliar ou de Galeria com diversos indivíduos de buritis (Mauritia flexuosa) que se destacam em altura.
À esquerda uma pequena barragem com a margen esquerda desmatada, e a direita com vegetação baixa. Árvores exóticas, aparente bambuzal na lateral esquerda, campo e pasto. Na mesma linha da barragem estão 3 ou 4 casas com telhados claros e duas águas, envoltas de cerrado. Mais distante ao horizonte estão morros desmatados à esquerda, e cerrado à direita.
Ao centro da imagem, perto da terra arada, do mato e em frente a um buriti há um abrigo inacabado. Ele tem esqueleto da cobertura com troncos de madeira.
O terceiro plano ocupa mais da metade da fotografia e apresenta um céu nublado.

Informações adicionais:
O “Buriti” (Mauritia flexuosa): é uma palmeira aquática, que ocorre nas veredas do cerrado brasileiro. Veredas são constituídas de um brejo graminoso herbáceo, em fundo de vale ao longo, de mata de galeria com buritis. Seu Caule, do tipo estipe, pode ter até 30m altura. É presente em solos úmidos, argilosos ou arenosos, ácidos.
[POTT, V.J.; POTT, A. Buriti – Mauritia flexuosa. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, outubro 2004. Disponível em: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/faunaeflora/plantas-uteis/buriti-mauritia-flexuosa. Acesso em: < 12, Julho, 2023 > 114 . ]

Sin título

NOV.B.10 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-61
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem destaca, em primeiro plano, o processo de terraplanagem à margem esquerda do rio Paranoá realizado para construção da barragem do Lago Paranoá, evidenciado pelas marcas de pneus dos maquinários sobre o solo exposto. Uma figura masculina com capacete branco de obra e um veículo, possivelmente um Jeep Willys contrastam com o solo sem cobertura vegetal. À margem direita do rio observa-se a acentuação do terreno natural, onde, na encosta é possível identificar parte de vegetação nativa de Cerrado preservada e parte da vagetação desmatada, onde restaram alguns buritis (Mauritia flexuosa). Ao fundo, céu limpo sem núvens. Ver também os itens A.01(25) e A.01(37) referente a fotografias mais aproximadas feitas na mesma área em mesma data ou próxima.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sin título

NOV.B.13 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-5
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia espelhada, colorida em formato paisagem. Vista aérea de toda a extensão construtiva da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Nota-se a presença de andaimes feitos em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem, lajeamento e colocação dos elementos vazados na fachada. Atrás do edifício, encontram-se aglomerados de instalações para o auxílio construtivo dentro do canteiro de obras e uma torre d’água à esquerda, interligadas às estradas de acesso ainda não pavimentadas no entorno do hotel. À frente do hotel, tem-se um campo de futebol de terra batida, possivelmente destinado aos operários durante os momentos de ócio da empreitada. A ampla vegetação contextualiza o ambiente - até então pouco habitado, devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado, onde ao redor do hotel há vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), e no horizonte observa-se trechos de vegetação campestre (campo sujo) e trechos com maior densidade de árvores. No terreno de implantação do Brasília Palace Hotel e no quadrante superior esquerdo do registro, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. Havendo também a presença de prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. No quadrante superior, transpassando o registro, há a passagem de um possível afluente do Rio Paranoá, composto de mata de galeria e vários buritis (Mauritia flexuosa) ao longo do seu percurso. Na esquerda da fotografia, um aparente detalhe da porta - provavelmente de um helicóptero - que sobrevoava o terreno para registrar a construção. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-1;

Sin título

NOV.B.20 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-24
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal de diversas construções longilíneas e horizontalizadas, com revestimento de tábuas de madeira escamadas (sobrepostas umas as outras), janelas altas em fita, brises longitudinais de madeira na fachada sob o alpendre (pequeno telhado saliente acima de uma porta, de uma janela, para abrigar do sol, da chuva ou para servir de ornato; telheiro) e telhado de uma água com inclinação mínima. Estas aparentam estarem na Candangolândia por conta da mata de galeria atrás da edificações, porém não é possível afirmar o mesmo. As construções estão sobre chão de terra batida e ao fundo, à direita, é possível visualizar duas figuras humanas. Atrás dos edifícios há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria com vereda, devido a presença de vários buritis (Mauritia flexuosa). Ao fundo, há vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte, com trechos campestres com ausência de árvores (campo limpo) e trechos com adensamento de árvores (possivelmente cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.20 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-30
  • Unidad documental simple
  • 06/11/1957
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do Mário Fontenelle (1919-1986). Vista de um canteiro de obras da construção da base de um edifício com diversos tijolos cerâmicos empilhados ao fundo (à direita), materiais de construção, troncos de madeira utilizados para a obra e figuras humanas atuando na obra. Atrás da construção nota-se vegetação de cerrado típico e logo depois, há uma faixa mais adensada de vegetação que sugere ser uma possível mata de galeria que acompanha um curso d’água, com presença de algumas palmeiras que são popularmente conhecidas como buritis (Mauritia flexuosa). Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres com ausência de árvores (campo limpo) e trechos com adensamento de árvores (possivelmente cerrado sentido restrito).

Sin título