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18 Archival description results for Brasil

NOV.B.3 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-041
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco, trabalhadores constroem uma estrutura de arquibancada ao redor da base do cruzeiro, no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro, possivelmente para a primeira visita do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) à Brasília, em outubro de 1956. Entre os trabalhadores é possível reconhecer o vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959). Ao fundo é possível ver a vegetação típica de Cerrado, com predominância de arbustos e poucas árvores de maior porte.

Untitled

NOV.B.3 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-11
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro. Ao horizonte é vista uma cruz, feita em madeira de aroeira torneada, denominada de "O Cruzeiro". É possível visualizar também duas estruturas de madeira, semelhantes a um cavalete, utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a primeira missa de Brasília realizada em 1957. Ao redor do marco, observa-se vegetação típica de mata seca, com sinais de desmatamento devido a presença de via de passagem. Na área, prevalecem gramíneas e arbustos na paisagem, com algumas árvores esparsas de gomeira (Vochysia thyrsoidea), espécie típica dessa fitofisionomia.

Untitled

NOV.B.3 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-12
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida. Em primeiro plano, ao centro, é possível ver uma estrutura de madeira semelhante à um cavalete, que possivelmente foi utilizada para se erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a realização da primeira missa de Brasília meses antes, no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro. Em segundo plano, é visto uma vegetação remanescente de Cerrado, com presença de gramíneas, arbustos e árvores lenhosas de pequeno porte. A paisagem é cortada por uma estrada de terra batida no lado esquerdo da fotografia, a área aparenta ter sido queimada recentemente. Ao fundo, a vegetação arbórea se apresenta mais adensada. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-13
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Em destaque, há uma das estradas que seguia para o marco "o Cruzeiro", o ponto mais alto de Brasília e local de visitação dos pioneiros devido à sua vista panôramica. Ao fundo, é possível ver duas estruturas de madeira utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a celebração da primeira missa da cidade, em 1957. Atualmente o local é conhecido pelo nome de Praça do Cruzeiro. Em primeiro plano, observa-se área campestre de Cerrado (campo sujo) com arbustos e árvores esparsos, onde verifica-se que na lateral esquerda uma árvore de médio porte popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). Em segundo plano, observa-se a mata seca e ao fundo vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte e céu ensolarado com nuvens.

Untitled

NOV.B.3 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-30
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano, é possível visualizar uma paisagem típica de campo sujo, com árvores de médio porte de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas na paisagem, aparentemente desmatada, com a presença de marcas de automóveis na vegetação e árvores cortadas. Ao fundo, está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro, que recebeu este nome pela cruz que marca o local. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, semelhantes à cavaletes, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957.

Untitled

NOV.B.3 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-5
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, que na epóca contava somente com uma cruz, feita em madeira de aroeira, sob uma base de alvenaria, o monumento recebia o nome de O Cruzeiro. É possível ver ainda o marco geodésico "Vértice n°8", há alguns metros à direita do cruzeiro, sinalizado por uma bandeira hasteada. O marco se configura como um ponto referencial de coordenadas geográficas que integra a malha do Sistema Geodésico Brasileiro, instalado pelo IBGE da década de 1950. No segundo plano é possível observar o surgimento de uma das vias do Eixo Monumental, margeada por vegetação de cerrado típico. Ao fundo observa-se uma paisagem arbórea mais adensada, que se estende pelo horizonte em um conjunto de diferentes fitofisionomias do Cerrado em forma de mosaico. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.05(67)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-67
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca no formato, retirada em 03/09/1959 em Brasília - DF, retrato de seis prédios ministeriais construídos entre os anos de 1957 e 1960 na nova capital (Brasília), sob a execução da construtora Décio Silviano Brandão Ltda., projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. É possível observar que os prédios contêm estruturas de vigas e pilares, preparando para receber os pré-moldados de concreto e a concretagem de suas lajes e forros. Nota-se que os prédios contam com o apoio de andaimes por toda a extensão da fachada voltada para a direita e alguns andaimes estreitos espalhados na extensão das laterais. Ao redor do edifício observa-se terra batida, com duas árvores do Cerrado á direita, com um cerceamento que delimita o canteiro de obra juntamente com o armazenamento de materiais de uma via de transitação de carros, caminhões e pedestres. Na porção inferior da fotografia nas imediações da via existe um agrupamento de brita e algo semelhante a uma estrada de acesso à via com uma delimitação por cerceamento de estacas de madeira. No quadrante inferior direito há uma pequena área com vegetação típica do Cerrado e o descarte de madeira e entulho de obra.

Untitled

NOV.B.05(71)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-71
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem, tem como ponto focal a placa identificadora do Ministério nº8 - Ministério da Agricultura, com informações sobre a construtora Nova Delhi Ltda., com gestão da NOVACAP D.E 4º D.Obras. A obra foi iniciada em 10/5/1959 e tinha previsão de término em 30/10/1959. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Nota-se que o prédio apresenta uma fase avançada do acabamento de suas fachadas - revestida com tijolinhos, esquadrias e planos de vidro colocados. Um andaime localizado ao centro do prédio dava acesso vertical aos trabalhadores. Abaixo do andaime, um trabalhador carrega materiais em um balde e outro, mais à esquerda, corta um pedaço de tábua. Um caminhão se localiza mais à esquerda, próximo à pilha de tábuas de madeira, enquanto uma caminhonete escura mais ao fundo carrega materiais. É possível ver que o canteiro não tem delimitações ou cerceamento e já se encontra com poucos materiais devido ao avanço da obra, o chão estando em terra seca batida, pedregulhos e restos de materiais iminentes no canteiro. No plano mais à frente da imagem, um trabalhador se pendura por cordas e uma cadeira de madeira com duas latas abaixo. Observa-se a ausência de EPIs (Equipamentos de proteções individuais), pois o trabalhador encontra-se descalço, sem capacete ou cordas de segurança afixados ao corpo. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à falta de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Como relatado em áudios transcritos de trabalhadores da época: ...“Você parava por ali assim, e dava uma olhada na Esplanada dos Ministérios, sempre à tardezinha, à noite. Meu Deus do céu! Parecia fogos de artifício. Era o cidadão trabalhando, peão, gente caindo, muita gente morrendo. Não cuidava muito da segurança, tinha que fazer. E foi fazendo.” (DE FARIA, 1989 apud VIDESOTT, 2009). Do lado direito da imagem há pequenos morros de acúmulos de terra e, ao fundo, coberturas e gruas junto com vegetação típica do Cerrado. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.05(84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-84
  • Item
  • 11/07/1959
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato, retirada em 11/07/1959 em Brasília - DF, captura a verticalidade de uma grua tangente a estrutura do edifício, elevando as vigas metálicas até os pontos mais altos da construção. Em primeiro plano, no canto esquerdo, a estrutura metálica evidencia a etapa de construção de um dos edifícios ministeriais - em aparente finalização da montagem estrutural.  Abaixo do esqueleto estrutural, dois operários descansam à sombra. Ao fundo, no quadrante inferior esquerdo, uma placa indicando o local destinado para as construções dos ministérios. Na linha horizonte, uma Kombi transita sobre um terreno de solo ainda não pavimentado nas delimitações do Eixo Monumental - ainda em terra seca batida, caracterizando o período de obra ocorrido entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF.  O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo. No centro inferior do registro, ao fundo, placas identificam os edifícios e os fornecedores dos materiais e equipamentos. Um operário atrás da grua, posicionado frente ao fotógrafo, caminha no terreno planificado.  No quadrante inferior direito, nota-se o avanço do processo construtivo do segundo esqueleto da esquerda para a direita, onde, o edifício recebe parte da alvenaria de fechamento da empena cega (fachadas sem janelas e nem portas). Dois operários transitam entre os planos do registro em direções opostas estando próximos aos montantes de terra que limitam as duas vias do Eixo Monumental. Como plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado em um dia claro com poucas nuvens.

Untitled

NOV.B.05(85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-85
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem, captura da vista aérea da construção da Esplanada dos Ministérios, em Brasília-DF, entre os anos de 1957-1960. Ao centro da imagem, dois esqueletos estruturais dos edifícios ministeriais ainda em fase inicial de montagem. No terço inferior da imagem, cinco instalações de apoio ao canteiro de obra. Da esquerda para a direita: materiais e maquinários em torno da primeira instalação; A segunda instalação sendo destinada ao armazenamento de materiais, próximo a ela, guindastes veiculares (3), tratores (2), e um caminhão. Nas redondezas da mesma, diversos materiais dispostos em pilhas e aglomerados; nas três últimas instalações agrupadas, alguns materiais - cavaletes, treliças e vergalhões - estão nas proximidades sobre o terreno de terra seca batida. Próximo aos esqueletos, uma das gruas está posicionada diagonalmente entre as estruturas verticais, auxiliando na elevação de vigas metálicas. Após o segundo esqueleto, três gruas se erguem sobre a área de implantação dos futuros edifícios ministeriais. No quadrante inferior direito, uma pista de terra (futura S2) paralela às vias principais do Eixo Monumental, transpassa a extremidade da fotografia. Ao fundo, no terço superior da imagem, há um mosaíco vegetativo de Cerrado típico (cerrado sentido restrito), variando entre vegetação densa e esparsa. Ao final do Eixo Monumental, fica o local atribuído à Praça dos Três Poderes. Nas delimitações, nota-se o protótipo da coluna que viria a fazer parte da estrutura do Palácio do Planalto. Protótipo o qual precisou passar por alterações plásticas que acarretou em uma nova forma do que era pretendido inicialmente pelo arquiteto Oscar Niemeyer. No primeiro momento, foi feito um modelo com uso de placas de madeira para simular e analisar a plasticidade da coluna. De acordo com Silva (2012, p. 404) “Segundo nos atesta o engenheiro Favale, a partir desta simulação Niemeyer, aparentemente não satisfeito com o resultado, efetuou as alterações que definiram a forma final.” A construção do Palácio do Planalto foi iniciada em 10 de julho de 1958 e foi até junho de 1960, obedecendo ao projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer e ao cálculo estrutural de Joaquim Cardozo, sob supervisão do engenheiro-chefe de obra Fausto Amadeu Francisco Favale. 

Untitled

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