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NOV.B.2 (415)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-415
  • Item
  • 03/09/1959 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção e dois barris espalhados. Ao centro, vista do Museu permite observar a escada interna para o acesso principal com rebocamento do edifício e execução do contrapiso, porém sem pintura, revestimentos ou vedação. Abaixo do balanço do Museu, que serve como cobertura que protege a porta de entrada, dos pilares de sustentação e entre eles, uma escada de acesso, observa-se tábuas de madeira e tonéis. Ao fundo, à esquerda da fotografia, postes de madeira com fiação, prédios do acampamento da construtora Rabello, caminhão e vegetação do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (416)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-416
  • Item
  • 03/09/1959 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma das fachadas do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. Em primeiro plano, solo compactado e nivelado da Praça dos Três Poderes, ainda em terra batida. Em destaque, a fachada do Museu da Cidade e materiais de construção sob o balanço do Museu, que serve como cobertura que protege a porta de entrada, dos pilares de sustentação e entre eles, uma escada de acesso. Ao fundo, parte do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em construção.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (417)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-417
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, terra batida. Em segundo plano, da esquerda para a direita, um pequeno grupo de homens aglomerado próximo a extensa cerca de madeira; um monte de terra ou material para construção em frente ao STF; quatro homens, provavelmente trabalhadores, na área a qual há estruturas de madeira no chão (pode ser parte do canteiro de obras). Em terceiro plano, ao centro, está o Palácio do Supremo Tribunal Federal com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal” e uma bandeira do Brasil. À sua esquerda, um poste de madeira com fiação e duas torres de madeira na fachada leste do edifício; à direita construções que devem ser alojamentos dos trabalhadores ou depósito de materiais. Ao fundo, à esquerda, o que aparenta ser uma caixa d’água e duas construções.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (418)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-418
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, terra batida com um pequeno cercado de madeira a qual há um homem, provavelmente trabalhador, bem ao centro da fotografia, além de uma estrutura de madeira e outro homem, que também aparenta ser trabalhador, mais à direita. Em segundo plano, um monte de terra ou material para construção em frente ao STF. Este está com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal” e uma bandeira do Brasil. À sua esquerda, um poste de madeira com fiação e duas torres de madeira na fachada leste do edifício.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (419)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-419
  • Item
  • 02/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Museu da Cidade, ambos em fase de construção, na Praça dos Três Poderes. Em primeiro, terra batida com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, da esquerda para à direita, o Museu da Cidade em construção com andaimes e trabalhadores atuando na obra; canteiro de obras com construção, provavelmente depósito de materiais; o Palácio do Supremo Tribunal Federal com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Atrás do edifício, há duas torres de madeira na fachada leste do edifício e mais à direita, outras construções, depósitos de materiais ou alojamento dos trabalhadores. No horizonte, área de Cerrado aparentemente não modificado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-42
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal do Congresso Nacional, ao lado direito, destaca-se o Eixo Monumental já pavimentado, no trecho inicial, verifica-se um operário atravessando a via e uma fila de quatro carros transitando pelo local em questão. Ao lado direito do Eixo Monumental, visualiza-se os postes de iluminação encadeados. Já perto do acostamento esquerdo da via, que possui o solo com a coloração mais clara do resto do grande terreno descampado, encontra-se o automóvel estacionado, com seu lado esquerdo pousando diversos materiais de construção e o outro lado está o operário em posição ereta olhando para o Eixo Monumental, mais a frente outro indivíduo caminhando possivelmente em sentido contrário ao fluxo. Mais ao fundo, presencia-se um caminhão estacionado com um toldo estendido à direita, o que possivelmente abriga recursos de obra de construção. Em evidência, ressalta-se o Congresso Nacional composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Posteriormente, nas torres anexas é possível visualizar sutilmente o Palácio do Planalto que detém a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se parte da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) que compõem o Palácio do Planalto, sobressai também a cobertura do edifício que contém uma esbelta laje. Ao fundo, no lado esquerdo, dessa sede do Executivo, presencia-se diversas construções temporárias que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada, destoa-se nesse grande descampado de Cerrado de desmatado, dois postes simplórios compostos de madeira.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (420)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-420
  • Item
  • 02/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal da placa instalada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) que identificava as obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), em que se lê: “Palácio do Supremo Tribunal Federal - NOVACAP - Departamento de Edificações - 2ª divisão”.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (421)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-421
  • Item
  • 03/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, terra batida com oito homens trabalhando na obra; um pequeno monte de terra com uma pá sobre o mesmo e um carrinho de mão de obra. Em segundo plano, um pequeno cercado de madeira e logo atrás, um monte de materiais, aparentemente de madeira, e um pequeno alojamento à direita da fotografia. Ao centro, o Palácio do Supremo Tribunal Federal com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. À sua esquerda, duas torres de madeira na fachada leste do edifício.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (422)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-422
  • Item
  • 03/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção no mesmo, como tábuas de madeira e um monte de cascalho, conjunto de lascas de pedra. Em segundo plano, uma demarcação de via com chão de terra batida e montes de terra nas laterais. Ao centro, a extensão de um pequeno cercado em madeira e uma construção em madeira, provavelmente galpão de materiais ou alojamento dos trabalhadores; logo atrás, o STF em construção com estrutura metálica por todo o edifício com parte das colunas finalizadas e uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, ao centro escrito: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Na fachada oeste há uma grande rampa que se estende do chão até a cobertura; na fachada leste, atrás do edifício, há duas torres de madeira na fachada leste. No horizonte, vegetação do Cerrado aparentemente não modificado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (423)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-423
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, da esquerda para a direita, cinco homens trabalhadores atuando na obra sobre um chão de terra batida com materiais de construção, como tábuas de madeira, e montes de terra; piso da laje do edifício. Em destaque, vista frontal da curvatura de uma das sete colunas do edifício que estão nas fachadas leste e oeste a partir de sua elevação para a cobertura. No horizonte, área de Cerrado aparentemente não modificado, sendo possível observar copas de árvores adensadas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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