Brasília

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NOV.B.3 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-11
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro. Ao horizonte é vista uma cruz, feita em madeira de aroeira torneada, denominada de "O Cruzeiro". É possível visualizar também duas estruturas de madeira, semelhantes a um cavalete, utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a primeira missa de Brasília realizada em 1957. Ao redor do marco, observa-se vegetação típica de mata seca, com sinais de desmatamento devido a presença de via de passagem. Na área, prevalecem gramíneas e arbustos na paisagem, com algumas árvores esparsas de gomeira (Vochysia thyrsoidea), espécie típica dessa fitofisionomia.

Untitled

NOV.B.3 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-12
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida. Em primeiro plano, ao centro, é possível ver uma estrutura de madeira semelhante à um cavalete, que possivelmente foi utilizada para se erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a realização da primeira missa de Brasília meses antes, no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro. Em segundo plano, é visto uma vegetação remanescente de Cerrado, com presença de gramíneas, arbustos e árvores lenhosas de pequeno porte. A paisagem é cortada por uma estrada de terra batida no lado esquerdo da fotografia, a área aparenta ter sido queimada recentemente. Ao fundo, a vegetação arbórea se apresenta mais adensada. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-13
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Em destaque, há uma das estradas que seguia para o marco "o Cruzeiro", o ponto mais alto de Brasília e local de visitação dos pioneiros devido à sua vista panôramica. Ao fundo, é possível ver duas estruturas de madeira utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a celebração da primeira missa da cidade, em 1957. Atualmente o local é conhecido pelo nome de Praça do Cruzeiro. Em primeiro plano, observa-se área campestre de Cerrado (campo sujo) com arbustos e árvores esparsos, onde verifica-se que na lateral esquerda uma árvore de médio porte popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). Em segundo plano, observa-se a mata seca e ao fundo vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte e céu ensolarado com nuvens.

Untitled

NOV.B.3 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-14
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida no formato paisagem. Em destaque, há uma das estradas que seguia para o marco ""o Cruzeiro"", o ponto mais alto de Brasília e local de visitação dos pioneiros devido à sua vista panôramica. Ao fundo é possível ver duas estruturas de madeira, utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a celebração da primeira missa da cidade, realizada em 1957. No horizonte, ao centro da fotografia, está a cruz que da nome ao local, feita em madeira de aroeira torneada. O espaço é rodeado por uma vegetação de cerrado, com predominância de espécies de gramíneas e arbustos, com poucas árvores espaçadas entre si. Atualmente o local é conhecido como Praça do Cruzeiro. Fotografia de Mário Fontenelle.
"

Untitled

NOV.B.3 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-2
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, devido a presença de marcas de automóveis, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-20
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano, escultura ""O Rito do Ritmo"" da artista Maria Martins (1894 -1973). Ao fundo, observa-se o Palácio da Alvorada com sua fachada em pano de vidro e suas imponentes colunas. A escultura é uma obra surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para a cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. .
"

Untitled

NOV.B.3 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-21
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato retrato. Escultura “Os Guerreiros” ou “Os Candangos” do artista Bruno Giorgi (1905 – 1993) na Praça dos Três Poderes. A Escultura em bronze, medindo oito metros de altura, representação de dois corpos em pé, abraçados e cada um segurando uma haste. A obra foi fundida no Rio de Janeira e instalada na Praça dos Três Poderes antes da inauguração de Brasília. Em um primeiro momento foi chamada de “Os Guerreiros”, mas, pouco tempo depois, houve uma mudança de nome e passou a ser conhecida como “Os Candangos”. O termo candango ganhou um significado diferente ao normalmente utilizado antes da construção da nova capital, passou a designar aquelas pessoas que vieram de fora para trabalhar na criação de Brasília. Dessa forma, a estátua deixa seu primeiro nome no esquecimento e começa a fazer uma analogia com os verdadeiros guerreiros que seriam todos aqueles que atuaram na construção da Nova Capital, os Candangos. Ao fundo, o Museu Histórico de Brasília ou Museu da Cidade.
"

Untitled

NOV.B.3 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-22
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Escultura de Edgar Duvivier (1914 - 2001) para o Brasília Palace Hotel. O documento NOV-C-1-2-0033(36)d, documentação textual Fundo Novacap – Processo de pagamentos/serviços, traz informações sobre a escultura do artista. O arquivo relata que Duviver e Oscar Niemeyer (1907 - 2012) combinaram que o artista faria a escultura para o hotel com o dimensão de 2,5 metros, devendo ser fundida em bronze, cabendo a ele apenas a execução do modelo em gesso. O artista compromete-se em entregar o modelo em 90 dias a contar da data do documento – 18/12/1957. Apesar de não ter referências do nome da escultura em documentos oficiais, há cópia da obra em tamanho menor com o nome “Goleiro” de autoria de Edgar Duvivier.

Untitled

NOV.B.3 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-25
  • Item
  • 12/06/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato retrato. A foto mostra a escultura "O Rito do Ritmo" da artista Maria Martins (1894 – 1973) sobre terra batida e, ao seu lado, há homem trajando uniforme policial. Escultura surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. Ao fundo, o espelho d’água, o Palácio da Alvorada e sua capela à direita.

Untitled

NOV.B.3 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-26
  • Item
  • 12/06/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco. Fotografia da escultura "O Rito do Ritmo" da artista Maria Martins (1894 -1973) vista na diagonal sobre terra batida, e em sua frente vegetação típica do Cerrado que se estende na linha no horizonte, composto de diferentes fitofisionomias em forma de mosaico. Obra surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobreposta a uma base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova capital federal.

Untitled

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