Brasília

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NOV.B.12 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-17
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem apresenta o ambulatório da Carteira de Acidentes do Trabalho, iniciativa do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Eram postos de saúde construídos em madeira e voltados para o atendimento dos trabalhadores. Provavelmente a imagem é do ano de 1957. Em frente a fachada principal encontra-se um grupo de pessoas protegidas da incidência do sol pela estrutura que se desenvolve em arco. Ver os itens: 3 e 12. Sobre o sistema de saúde existente no período de construção de Brasília e o planejamento para a cidade, consultar: SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006

Untitled

NOV.B.12 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-16
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Na imagem, a Unidade Volante (hospital volante) da Fundação Pioneiras Sociais. Sob o toldo, sentados, três homens, sendo um com o uniforme da Guarda Especial de Brasília – GEB. A Unidade Volante está estacionada próximo a igreja de São João Bosco, da qual vislumbra-se a torre sineira, localizada no Núcleo Bandeirante ou Cidade Livre, no ano de 1957. O item 2 é a mesma exposição da fotografia, em cores. Fundação das Pioneiras Sociais, criada em 1956 pelo presidente Juscelino Kubitscheck. Voltada à assistência médica e educacional, a Fundação inovou no combate ao câncer implantando hospitais volantes. Quando Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais (1951-1955), Sarah Kubitschek começou a mobilizar as senhoras da alta sociedade mineira a fim de arrecadar doações para os necessitados. As voluntárias se reuniam na garagem do Palácio da Liberdade e se dedicavam à ajuda de crianças, mães e mulheres grávidas. Este grupo ganharia o nome de Pioneiras Sociais, cujos Núcleos se espalharam pelo estado, com dezenas de voluntárias trabalhando no preparo e distribuição de merenda escolar, roupas, alimentos, cadeiras de rodas e aparelhos para deficientes físicos.
Esta obra social ganhou novo impulso quando JK foi eleito presidente da República (1956-1961). Em 22 de março de 1956, Sarah Kubitscheck criou formalmente a Fundação das Pioneiras Sociais, que desenvolveu atuação em dez estados brasileiros. Suas ações principais estavam voltadas para as assistências médica e educacional da população pobre. Entre suas principais realizações, se podem citar a criação de hospitais volantes, escolas, centro de pesquisas, ambulatórios, lactários, centros de recuperação motora, recreação infantil e cursos de artes domésticas. Fonte: Fundação das Pioneiras Sociais - Observatório História e Saúde (fiocruz.br). Disponível em ohs.coc.fiocruz.br. Acesso em 30 jan. 2024.

Untitled

NOV.B.12 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato. Fotografia do posto de saúde n. 1, localizado na Asa Sul Entrequadra Sul (EQS) 508/509. O projeto de arquitetura é da Diretoria de Urbanismo e Arquitetura (DUA) da Novacap, 1958. O material utilizado é o concreto armado. Na imagem, o bloco sobre pilotis, empena e fachada com esquadrias de metal e janelas em vidro, no vão térreo livre algumas pessoas presentes, uma Kombi modelo ambulância e dois modelos Jeep, automóvel ícone no período, amplamente utilizado construção de Brasília. Conforme Ernesto Silva (Silva, 2006, p. 261-280), o plano de saúde para Brasília compreendeu os anos de construção da futura capital do Brasil. Um complexo sistema de atendimento a diversidade das necessidades de saúde dos pessoas que habitavam a região, tais como, ambulatórios, exames, cirurgias, vacinação, controle de endemias, foram organizadas com a criação do Departamento de Saúde da Novacap a partir da colaboração do Departamento Nacional de Endemias Rurais - DNERu, do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI, dos Institutos e Serviços Nacionais de Turbeculose e de Lepra e do Serviço Social da Indústria – SESI. Ver itens: 13 e 14.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-14
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem mostra o Departamento de Saúde da Novacap, localizado junto ao posto de saúde n. 1, situados na Asa Sul Entrequadra Sul (EQS) 508/509. O projeto de arquitetura é da Diretoria de Urbanismo e Arquitetura (DUA) da Novacap, 1958. O material utilizado é o concreto armado. Na imagem, ao fundo, o bloco sobre pilotis e a fachada de Cobogó do posto de saúde n. 1. Conforme Ernesto Silva (Silva, 2006, p. 261-280), o plano de saúde para Brasília compreendeu os anos de construção da futura capital do Brasil. Um complexo sistema de atendimento a diversidade das necessidades de saúde dos pessoas que habitavam a região, tais como, ambulatórios, exames, cirurgias, vacinação, controle de endemias, foram organizadas com a criação do Departamento de Saúde da Novacap a partir da colaboração do Departamento Nacional de Endemias Rurais - DNERu, do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI, dos Institutos e Serviços Nacionais de Turbeculose e de Lepra e do Serviço Social da Indústria – SESI. Ver itens:13 e 15.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Fotografia do posto de saúde n. 1, localizado na Asa Sul Entrequadra Sul (EQS) 508/509. O projeto de arquitetura é da Diretoria de Urbanismo e Arquitetura (DUA) da Novacap, 1958. O material utilizado é o concreto armado. Na imagem, o bloco sobre pilotis, empena e fachada de Cobogó, no vão térreo livre algumas pessoas presentes e dois modelos Jeep, automóvel ícone no período, amplamente utilizado construção de Brasília. Conforme Ernesto Silva (Silva, 2006, p. 261-280), o plano de saúde para Brasília compreendeu os anos de construção da futura capital do Brasil. Um complexo sistema de atendimento a diversidade das necessidades de saúde dos pessoas que habitavam a região, tais como, ambulatórios, exames, cirurgias, vacinação, controle de endemias, foram organizadas com a criação do Departamento de Saúde da Novacap a partir da colaboração do Departamento Nacional de Endemias Rurais - DNERu, do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI, dos Institutos e Serviços Nacionais de Turbeculose e de Lepra e do Serviço Social da Indústria – SESI. Ver itens: 14 e 15.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-12
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem apresenta o ambulatório da Carteira de Acidentes do Trabalho, na fachada sobre o arco da entrada está escrito I.A.P.I. Posto de Acidentes do Trabalho, de iniciativa do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Eram postos de saúde construídos em madeira e voltados para o atendimento dos trabalhadores. Ornando a entrada do posto de saúde existe um canteiro. Algumas pessoas transitam, uma ambulância encontra-se estacionada junto a uma modelo do Jeep, automóvel ícone no período, amplamente utilizado construção de Brasília. Provavelmente a imagem é do ano de 1957. Para outra versão do local, ver os itens: 3 e 17. Sobre o sistema de saúde existente no período de construção de Brasília e o planejamento para a cidade, consultar: SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-11
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Vista aérea da base aérea de Brasília, destacamento militar da Força Aérea localizada próxima ao aeroporto da cidade. A imagem mostra construções em madeira entre pátios abertos. A construção a direita da imagem é o posto médico, identificado pela cruz pintada na cobertura. No lado esquerdo, canto superior, está a hospedagem, o terminal de passageiros e a pista do aeroporto (o aeroporto foi inaugurado em 1957). Essa fotografia possui uma versão com visão mais ampla, ver: item n. 49 na pasta B. 16. A pasta B. 16 possui muitas imagens do aeroporto nos anos iniciais.

Untitled

NOV.B.12 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem do posto médico do acampamento do Instituto de Previdência e Aposentadoria dos Servidores do Estado - IPASE, construção em madeira, três trabalhadores sentados em frente a fachada. Conforme Ernesto Silva (Silva, 2006, p. 261-280), o plano de saúde para Brasília compreendeu os anos de construção da futura capital do Brasil. Um complexo sistema de atendimento a diversidade das necessidades de saúde dos pessoas que habitavam a região, tais como, ambulatórios, exames, cirurgias, vacinação, controle de endemias, foram organizadas com a criação do Departamento de Saúde da Novacap a partir da colaboração do Departamento Nacional de Endemias Rurais - DNERu, do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI, dos Institutos e Serviços Nacionais de Turbeculose e de Lepra e do Serviço Social da Indústria – SESI.

Untitled

NOV.B.12 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-1
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem apresenta, mulheres, crianças e homens, em atendimento no lactário da Fundação das Pioneiras Sociais. A construção em madeira provavelmente localizada no Núcleo Bandeirante ou na Candangolândia era parte do primeiro sistema de saúde de Brasília para atendimento aos trabalhadores e moradores. Provavelmente a fotografia foi feita em 1957.
Quando Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais (1951-1955), Sarah Kubitschek começou a mobilizar as senhoras da alta sociedade mineira a fim de arrecadar doações para os necessitados. As voluntárias se reuniam na garagem do Palácio da Liberdade e se dedicavam à ajuda de crianças, mães e mulheres grávidas. Este grupo ganharia o nome de Pioneiras Sociais, cujos Núcleos se espalharam pelo estado, com dezenas de voluntárias trabalhando no preparo e distribuição de merenda escolar, roupas, alimentos, cadeiras de rodas e aparelhos para deficientes físicos.
Esta obra social ganhou novo impulso quando JK foi eleito presidente da República (1956-1961). Em 22 de março de 1956, Sarah Kubitscheck criou formalmente a Fundação das Pioneiras Sociais, que desenvolveu atuação em dez estados brasileiros. Suas ações principais estavam voltadas para as assistências médica e educacional da população pobre. Entre suas principais realizações, se podem citar a criação de hospitais volantes, escolas, centro de pesquisas, ambulatórios, lactários, centros de recuperação motora, recreação infantil e cursos de artes domésticas. Fonte: Fundação das Pioneiras Sociais - Observatório História e Saúde (fiocruz.br). Disponível em ohs.coc.fiocruz.br. Acesso em 30 jan. 2024.

Untitled

NOV.B.10 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-99
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra área de cascalheira próximo à barragem do Lago Paranoá. O primeiro plano da fotografia é composto por uma grande pilha do que parece ser de brita ou areia. Próximo a ela, no segundo plano, destaca-se o britador, equipamento utiliziado para trituração de rochas para construção civil. Um trabalhador parece estar engajado em puxar o material triturado com uma enchada enquanto um condutor de trator de esteira recolhe o material. Vê-se ainda dois homens próximo ao trator. No terceiro plano, outras pilhas de brita contrastam com densa vegetação composta por espécies arbóreas nativas do Cerrado.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

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