- DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-443
- Item
- 1959 - 1960
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"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, solo exposto. Em segundo plano, uma grande pavimentação em frente à fachada principal do Palácio do Supremo Tribunal Federal o qual está praticamente finalizado, podendo visualizar as sete colunas da fachada leste e três colunas da fachada oeste as quais estão com algumas estruturas de madeira; a volumetria central já está envidraçada; a pequena escada (à esquerda da rampa) e a larga rampa estão prontas. Na cobertura do edifício, há alguns trabalhadores e um objeto não identificável. Ao fundo, da esquerda para a direita, montes do solo exposto, postes de madeira com fiação e duas torres em madeira logo ao fundo do STF.
Item NOV-4-4-B-2 (186) e o item NOV-4-4-B-2 (667) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para colorido, enquadramento e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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