Brasília

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NOV.B.21 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação colocada às margens da estrada interna ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a margem da estrada ainda em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 2 placas de orientação dão informação sobre a construtora Kosmos Engenharia S.A. que ficou responsável pela construção dos “11 blocos da SQS 106 para serem concluídos em 24 meses, tempo que Juscelino Kubitschek considerou exagerado: ‘Isso não é prazo para Brasília’, teria dito o presidente em reunião”. A companhia conseguiu respeitar o prazo e um pouco mais: a Kosmos entregou o primeiro conjunto completamente finalizado de Brasília, o número 10, atual Bloco D da 106 Sul. Além da placa em formato de seta identificando o Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários (IAPC) que, segundo o Diretório Brasil de Arquivos (Dibrarq), do Arquivo Nacional, o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) foi criado em 21 de maio de 1934, durante o Governo de Getúlio Vargas. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A entidade fazia parte do conjunto de autarquias de nível nacional, controladas pelo Governo Federal, denominadas de Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPS). O objetivo da instituição era conceder pensão aos beneficiários e aposentadoria aos seus associados, além disso, financiava a eles projetos habitacionais. O Instituto foi extinto em 21 de novembro de 1966, durante a Ditadura Militar, por meio do Decreto-lei n. 72, que uniu os IAPAS e criou o Instituto Nacional de Previdência Social. Ao fundo da fileira de placas, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação dos troncos sobre o solo. Atrás da vegetação revolvida, há cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.21 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-14
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 11 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Civilsan S. Paulo; Fundação Da Casa Popular; Acampamento Construtora Planalto LTDA; I.A.P.B.; I.A.P.C.; I.P.A.S.E.; I.A.P.E.T.E.C. Obras. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, uma caminhonete Ford F-600 de cor escura percorre o registro que, segundo o vislumbre de uma placa – em formato de seta – identifica o destino com sentido ao Congresso. A caminhonete está ocupada por possíveis operários que, além do motorista, identificam-se outros 4 sentados na caçamba do veículo. Às margens das vias, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção das estradas, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. No canto direito, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Untitled

NOV.B.21 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa responsável por identificar o Reservatório R-2, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa aponta um sentido, estando em formato de seta apoiada por uma ripa de madeira apresentando os dizeres: Reservatório <R-2> Tabajara: W. Costa, Luiz Ros. Engenharia. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Havendo a presença de parte da vegetação do Cerrado, com densidade média e baixa (fitofisionomia de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte).
"

Untitled

NOV.B.21 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-12
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa responsável por identificar o Ministério da Aeronáutica, durante os primeiros anos da construção da nova capital (1956-1960). No registro, a placa retangular de madeira apresenta os dizeres: Ministério da Aeronáutica Alojamento Piloto Base Aérea de Brasília. “ENAL” Eng. e Arquitetura. Eng. Alberto Giesbrecht LTDA. CREA 1497/D - 4ª Região. A placa está fixada em uma estrutura feita com ripas de madeira, às margens de duas estradas ainda em terra batida que se interseccionam, possivelmente, tratando do Eixo Monumental. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás da terra revolvida, nota-se a presença de parte da vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.

Untitled

NOV.B.21 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-11
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação da construtora Adolpho Lindenberg, empresa, possivelmente, responsável pela construção do Edifício JK – localizado na SCS Quadra 1 Bloco D, na Asa Sul –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “Construtora Adolpho Lindenberg - Edifício JK - Escritórios e Condomínio - Adolpho Lindenberg”. A placa está instalada sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada ao ambiente de obra no local. O cerceamento em madeira e arame em primeiro plano evidencia as limitações do perímetro do canteiro. Atrás da placa, uma caminhonete – de modelo não identificado – e dois alojamentos em madeira caracterizam o ambiente do canteiro de obra. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Dentro do perímetro do canteiro, são visíveis amontoados de materiais diversos – pedregulhos, galhos, terra, tambores metálicos e mesas de trabalho. Na parte externa do perímetro, notam-se amontoados de materiais – tábuas, ripas e pequenos troncos de madeira. Ainda no interior do ambiente de obra, dois operários são visíveis, estando o primeiro escorado na extremidade esquerda da estrutura da placa, olhando para o registro; e o segundo, ao fundo, aparenta estar saindo da estrutura em plano posterior. Em plano de fundo, ao que tudo indica, trata-se do agrupamento comercial da W3. No canto direito, ao fundo, nota-se vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificada).
"

Untitled

NOV.B.21 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura do Eixo Monumental –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 6 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, lê-se: Sobrasil; I.A.P.E.T.E.C. Obras; Cruzeiro D.V.O. D.V. Pacheco Fernandes Dantas: Obras do Hotel; C.C.B.E.; I.P.A.S.E. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás do monte de terra e na lateral, nota-se a presença de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.
"

Untitled

NOV.B.21 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada da Venezuela. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Venezuela Lote Nº 13. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. A Embaixada da Venezuela só se instalou em Brasília, DF em abril de 1972, sendo o autor do projeto o arquiteto Genry Tanededi. A Chancelaria da embaixada recebe obras de artistas venezuelanos. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p. 93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha (1927-2018): “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação mais rasteira, contendo gramíneas, arbustivas e algumas árvores de pequeno porte correspondentes ao bioma Cerrado, especificamente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na parte inferior da imagem, nota-se terra batida, cuja vegetação foi removida por intervenção humana.

Untitled

NOV.B.20 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-6
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da porção de terra delimitada do que aparenta ser para a construção do Palácio do Planalto, em chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem. Sede do Poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Em duas faixas paralelas é possível ver marcações no chão, com furos cobertos por grades de madeira, para a implantação da fundação do palácio presidencial. Na parte superior da imagem, há grama (incerta se plantada ou não).
Fotografia do mesmo local com diferença de ângulo da NOV-D-4-4-B-2 (705).
"

Untitled

NOV.B.20 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-35
  • Item
  • 06/07/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do Plano Piloto, mais precisamente do Eixo Rodoviário Sul do Plano Piloto e suas quadras, entre os anos de 1957-1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília sobre o eixo: “Dêsse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento.” (COSTA, 1957, p.10). Ao redor há vegetação do Cerrado, em que é possível notar trechos campestres (campo limpo), principalmente na parte inferior da fotografia, e trechos com média densidade de árvores (cerrado sentido restrito). A vegetação se estende pelo horizonte.
Fotografia com referência ao item NOV-D-4-4-B-18 (49).
"

Untitled

NOV.B.20 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-33
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea diagonal do edifício da Imprensa Nacional. O edifício possui um formato quadrado, mas que pelo ângulo da fotografia aparenta ser retangular. Este é de concreto armado com pelo menos quatro pavimentos com uma de suas fachadas revestida por esquadrias. Em sua cobertura percebe-se as seções das inclinações para escoamento de água. Ao redor do edifício, há diversas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás das construções temporárias, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que se estende pelo horizonte.

Untitled

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