Brasília

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NOV.B.21 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-8
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem feita em 03/09/1959. No registro uma placa identifica a Casa da Cultura Francesa – atualmente a Aliança Francesa de Brasília –, durante os primeiros anos da construção de Brasília, entre 1956 e 1959. A placa apresenta uma preocupação estética em sua representação, que diferente de parte das demais placas presentes durante o processo de construção de Brasília, esta apresenta uma melhor diagramação das letras. Duas linhas paralelas fazem alusão às cores da bandeira francesa. Um fato curioso, é que, apesar não ter tido o projeto concretizado, “durante visita de Le Corbusier à Brasília, Darcy Ribeiro, na ocasião Ministro da Cultura, teria ‘encomendado’ a Le Corbusier os projetos para a Embaixada da França e para a Casa da Cultura Francesa”. “Ao longo dos anos, a Aliança teve que expandir para acomodar mais alunos, agora mais de 3.000 por ano, tornando-se a primeira escola de língua francesa do Distrito Federal e a terceira Alliance francesa do país, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro” (Aliança Francesa Brasília). A placa está sustentada por duas ripas de madeira pintadas de branca sobre um solo concretado. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A placa está alocada, possivelmente, às margens de uma estrada ainda em terra batida. Em plano de fundo, parte do contexto de construção, sendo possível sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. Ao fundo nota-se vegetação com alta densidade de ávores de diferentes porte, indicando uma formação florestal do Cerrado conhecida como cerradão.

Untitled

NOV.B.21 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-7
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica o Núcleo Rural da Vargem da Benção, sendo um dos primeiros lotes destinado ao caráter rural, durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. A placa é sustentada por uma estrutura feita em ripas de madeira, onde lê-se: NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Plano de Loteamento Rural Núcleo Vargem da Benção. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Conforme Tavares (1995, p. 19-20), por meio do convênio que o DTA firmou com o Ministério da Agricultura, cujo objetivo era o estudo de florestamento e reflorestamento, foi destinada uma área onde atualmente estão localizadas as piscinas do Parque Nacional de Brasília para o plantio de pinheiros e eucaliptos. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.
"

Untitled

NOV.B.21 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-61
  • Item
  • 01/01/1958
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada em 01/1958. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à construção dos Ministérios, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa apresenta os dizeres: “Emulpress do Brasil S/A. Indústria de Concreto" e possui terra batida somente ao seu redor. Concretagem dos 11 edifícios ministeriais”, empresta esta, responsável pela concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) responsável por toda a concretagem dos 11 edifícios ministeriais. A placa está sustentada por uma estrutura treliçada feita com ripas de madeira. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Posterior a estrutura da placa, um alojamento simples feito em madeira com o telhado de uma água, possivelmente, destinava-se a uma instalação de apoio ao processo de construção dos Ministérios. A estrutura de madeira localiza-se próximo de outras estruturas destinadas aos processo de obra do local, sendo possível identificar: aglomerados de materiais, estruturas em madeira e lonas de cobertura, alojamentos em madeiras, postes de energia e uma torre d’água. Atrá da placa há vegetação campestre do Cerrado, transicionando para outras fitofisionomias no horizonte, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Autor da fotografia: Mario Fontenelle.

Untitled

NOV.B.21 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-60
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro de uma placa colocada às margens do canteiro de obra do Palácio da Alvorada (PA) durante os primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1958. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado no embrião de Brasília em 30 de junho de 1958. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Modernista brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. No registro, no quadrante inferior, o ambiente de obra é evidenciado pela grande quantidade de materiais dispostos no solo terroso. No quadrante inferior da imagem, cercamentos de madeira e uma placa de identificação fazem as delimitações do canteiro de obra. Na placa fixada, lê-se: “Visitas à obra só não permitidas com autorização especial da administração e nos horários de refeições: das 11 às 12 e das 17:30 às 18h30 horas. Para evitar acidentes, não é permitida a entrada de senhoras, senhoritas e criança”. Em plano de fundo, nota-se um grande fluxo de operários, sendo possível identificar também: amontoados de terra, areia e brita; tábuas, troncos finos de madeira aglomerados, cavaletes e carriolas; além da placa de identificação do Palácio, nas proximidades da estrutura. O PA se encontra em etapa de obra intermediário, de forma que, até o momento do registro em questão, apresentava a etapa de construção da fundação avançada. Na estrutura elevada de construção das fundações é possível observar: número elevado de operários, estando alguns em pé e outros de cócoras realizando trabalhos sobre a estrutura; parte da fundação ainda em armações de aço; delimitações e estruturas em madeira, tapumes e escadas; além de pequenas instalações de apoio. Em plano de fundo, a vegetação do Cerrado contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do Lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado, com adensamento de árvores de médio porte e fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo pelo horizonte.
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Untitled

NOV.B.21 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada de Inglaterra. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Inglaterra Lote Nº 8. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. Foi projetada por Alfred A.Couts, do Ministério de Obras Públicas da Inglaterra, com obras ocorridas entre os anos de 1978-1983. O paisagismo foi assinado por Ney Ururahy Dutra (1922-2013) e Derek Lovejoy (1925-2000). A Rainha Elizabeth II (1926-2022) visitou Brasília em novembro de 1968, saudando os representantes britânicos na nova capital. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p.93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha: “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação mais rasteira, contendo gramíneas, arbustivas e algumas árvores de pequeno porte correspondentes ao bioma Cerrado, especificamente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na parte inferior da imagem, nota-se terra batida e logo atrás algumas rebrotas, cuja vegetação foi removida por intervenção humana.
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Untitled

NOV.B.21 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-59
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 1959 registra uma escrita feita com peças de letras em metal sobre uma estrutura de concreto que diz: “PONDO A SUA FÉ NO PATRIÓTICO/ EMPREENDIMENTO QUE É A CONSTRUÇÃO DE/ BRASILIA, A “AUTOMAR S.A.’,/ DE BELO HORIZONTE. E A SUA REPRESENTADA/ A GENERAL MOTORS DO BRASIL S.A./ VISTANDO ÊSTE LOCAL, EM 11 DE JULHO DE/ 1957, PLANTARAM ESTAS ÁRVORES./ ELAS CRESCERÃO COMO CRESCERÁ BRASILIA!”. Ao fundo um terreno de terra seca batida e a presença de rebrotas de vegetação do Cerrado, indicando remoção recente da vegetação devido a intervenção humana.

Untitled

NOV.B.21 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-56
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada em 19/10/1958. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à construção dos Ministérios, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa apresenta os dizeres: “Emulpress do Brasil S/A. Indústria de Concreto. Concretagem dos 11 edifícios ministeriais”, empresta esta, responsável pela concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) responsável por toda a concretagem dos 11 edifícios ministeriais. A placa está sustentada por uma estrutura treliçada feita com ripas de madeira. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Posterior a estrutura da placa, um alojamento simples feito em madeira com o telhado de uma água, possivelmente, destinava-se a uma instalação de apoio ao processo de construção dos Ministérios. A estrutura de madeira localiza-se próximo de outras estruturas destinadas aos processo de obra do local, sendo possível identificar: aglomerados de materiais, estruturas em madeira e lonas de cobertura, alojamentos em madeiras, postes de energia e uma torre d’água. Autor do fotografia: Mario Fontenelle.
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Untitled

NOV.B.21 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-55
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 19/10/1958 pelo fotógrafo Mário Fontenelle, Registra uma placa de identificação das Obras da futura sede da Confederação Nacional do Comércio, entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, que reúne 34 federações e mais de mil sindicatos patronais filiados em todo o território brasileiro. Fundada em 4 de setembro de 1945, teve a sua sede transferida para Brasília e passou a funcionar em imóvel próprio no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 227, Edifício Presidente Dutra, em 16/07/1973. No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “OBRAS DA FUTURA SEDE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO/ DIRETORIA/ Brasilio Machado Neto/ Charles Edgart Moritz/ Severino Maia Filho/ Manoel Alfeu Silva/ Nylton Moreira Veloso/ Arnaldo Menezes Paiva/ Rosario Humberto Stramandinou/ Ranulpho Torres Raposo/ Jessé Pinto Freire/ Coryntho de Arruda Falcão/ Antonio Julio de Moraes/ Deraldo Motta/ Francisco Guimarães e Souza/ José Ramos de Moraes/ João de Souza Vasconcelos/ CONSELHO FISCAL/ Clovis Arrais Maia/ José Luiz Guerra Regu/ José Ribeiro Soares/ SECRETÁRIA GERAL/ José Carlos Pereira de Souza/ DIRETORIA GERAL DO SESC/ Manoel Lopes Meirelles/ DIRETORIA GERAL DO SENAC/ Maurício Magalhães Carvalho” e mais afastado, no canto inferior direito da placa “MEDINA”. Atrás da placa, uma estrada ainda em terra batida e a presença de parte de vegetação campestre do Cerrado (campo limpo), que transiciona para um ambiente com maior densidade de árvores ao fundo. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

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Untitled

NOV.B.21 (54)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-54
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada em outubro de ano desconhecido entre 1957-1960. Registro das placas de identificação de parte de um trecho das rodovias Brasília-Belo-Horizonte e Brasília-Planaltina – hoje identificadas como BR-040 e a EPIA (DF-003) –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No quadrante inferior, em primeiro plano, a estrada ainda sem pavimentação, apenas terraplanada, com resquícios de materiais e passagem de pneu dos veículos e maquinários. No registro, as placas retangulares de madeira estão sustentadas por uma estrutura simples de ripas de madeira às margens trechos da Rodovia Brasília-Belo Horizonte e Rodovia Brasília-Planaltina, ainda em fase de obra na época da construção, em que se lê, na placa esquerda, as inscrições: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília - Belo Horizonte. Trecho Estação Rodoviária-Luziânia 47 km (20 km em pista dupla) Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”; e na segunda placa: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília-Planaltina - Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”. A construtora identificada nas placas trata-se da Coenge S.A. que, junto da Companhia Metropolitana, realizaram a terraplanagem do Aeroporto definitivo de Brasília. A placa identifica trechos de construção do que hoje é a BR-040” faz parte de um grande sistema rodoviário que contempla os Estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Distrito Federal [...]. Possui extensão superior a mil quilômetros, e faz ligação entre as capitais brasileiras.” (Santos; Gomes, 2015, p. 16). As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Em plano de fundo, às margens da via, a vegetação se faz evidente, e pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada. Ao fundo está uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.21 (53)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-53
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal da placa instalada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) que identificava as obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), em que se lê: “Palácio do Supremo Tribunal Federal - NOVACAP - Departamento de Edificações - 2ª divisão”. CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Mesma imagem do item 420 encontrada na B2. Data: 02/05/1959
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