Bate-estaca

Référentiel

Code

Note(s) sur la portée et contenu

Note(s) sur la source

Note(s) d'affichage

Termes hiérarchiques

Bate-estaca

Termes équivalents

Bate-estaca

Termes associés

Bate-estaca

4 Description archivistique résultats pour Bate-estaca

4 résultats directement liés Exclure les termes spécifiques

NOV.B.10 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-1
  • Pièce
  • 1957 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia aérea em formato paisagem, colorida. A imagem retrata parte do canteiro de obras da barragem do Lago Paranoá. Observam-se materiais de construção, um automóvel, barracões de madeira que serviram de apoio para a construção e maquinários de obra, além de trabalhadores em atuação. O solo exposto evidencia a movimentação de terra no local e a retirada da cobertura vegetal nativa, da qual restaram algumas árvores de médio porte dispersas. Observa-se em diagonal uma área escavada profundamente, onde possivelmente será instalada a adutora que levará água para a Usina do Paranoá. Horizontalmente, uma pista sobre o aterro elevado é interrompida ao centro, onde se observam gabaritos de madeira e alguns trabalhadores próximos a um equipamento que se assemelha a um bate estaca, utilizado para as fundações da barragem. Possivelmente, a fotografia registra a área da construção do vertedouro da barragem. Ver imagens complementares nos itens B10(02), B10(53) e B10(55), onde é possível ver o vertedouro em etapa avançada de construção. O Maço B(26) item 2, registra a conclusão do vertedouro.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sans titre

NOV.B.10 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-2
  • Pièce
  • 1957 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia aérea em formato paisagem, colorida. A imagem retrata parte do canteiro de obras da barragem do lago Paranoá. Observam-se maquinários de obra e trabalhadores em atuação. O solo exposto evidencia a movimentação de terra no local e a retirada da cobertura vegetal nativa, da qual observam-se alguns arbustos remanescentes dispersos. Em destaque identificamos uma pista asfaltada sobre aterro, e na interrupção desta um bate estaca sobre o solo, onde concentram-se alguns trabalhadores da obra que observam a aeronave de onde é resgistrada a fotografia. Nota-se também marcações de gabarito de madeira. A mancha na margem inferior da imagem é referente à parte da aeronave de onde foi registrada a fotografia. Possivelmente, a fotografia registra a área da construção do vertedouro da barragem. Ver imagens complementares nos itens B10(01), B10(53) e B10(55), onde é possível ver o vertedouro em etapa avançada de construção. O Maço B(26) item 2, registra a conclusão do vertedouro.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Sans titre

NOV.B.14 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-34
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da fundação para construção do tratamento de água/esgoto. Em primeiro plano, chão de terra batida com tubos de concreto espalhados sobre o mesmo. Ao fundo, uma construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais com placa da empresa ESTACAS FRANKI LTDA sobre o mesmo. Ao centro, uma máquina que é provavelmente uma bate-estaca o qual é um equipamento utilizado para execução de fundações profundas em grandes construções. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Sans titre

NOV.B.20 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-10
  • Pièce
  • 1958 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra batida com blocos de rocha de grande dimensão resultado de extração. Ao centro, em segundo plano, uma bate-estaca (equipamento utilizado para execução de fundações profundas em grandes construções) com um caminhão à esquerda que aparenta ser Chevrolet e figuras humanas. Atrás, um edifício longilíneo não identificado que aparenta ser provisório e provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Este com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas e à direita algumas aberturas para porta e janela. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Sans titre