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NOV.B.6 (93)

Formato paisagem, fotografia preto e branco
Granja Modelo do Torto, GM-3, 1958, autoria de Mário Fontenelle O foco da imagem é a primeira residência construída na Granja do Torto de autoria de Oscar Niemeyer e teve como seu primeiro morador um dos diretores da NOVACAP na época, Íris Meinberg (1908-1973). Nesta fotografia se veem as fachadas norte e oeste, esta última que aparece mais proeminentemente. É possível ver também o viveiro para araras que havia no canteiro de entrada e ornamentação paisagística A residência em formato de L, possui uma piscina que se observa cheia na imagem. Três escadas aparecem na imagem, próximas às fachadas da residência e dois trabalhadores estão sobre elas realizando finalizações no revestimento. A fachada defronte a piscina é formada por uma sequência ritmada de aberturas e fechamentos decorativos em fita, alternando cobogós e esquadrias de madeira.. Formada por dois volumes prismáticos em L, a construção em alvenaria, conta ainda com revestimentos de pedra na fachada. Ao fundo se vê uma faixa de Cerrado.

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NOV.B.6 (94)

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Na imagem, em primeiro plano, um homem inspeciona a plantação enquanto outro, ao longe, observa. Ver itens n. 40 e n. 41. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

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NOV.B.6 (95)

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Na imagem, em primeiro plano, um homem inspeciona a plantação de tomates. Ver itens n. 40, n. 41 e n. 94. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

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NOV.B.6 (96)

Formato paisagem, fotografia preta e branca.
Fazenda do gama. data: 1957-1960
Nesta imagem se vê um campo de plantação de alface, algumas árvores entre as plantações. Cinco trabalhadores fazem a rega do plantio , vestem chapéus. Ao fundo se vê parte dos fundos da casa na fazenda gama, de alvenaria estrutural e cobertura de quatro águas com telha colonial, à direita, e uma enorme mangueira à esquerda. Mais ao fundo cerrado sentido restrito. Separando a casa e a plantação existe uma cerca de arame e tocos de madeira roliça bruta, parte dela está sendo usada como varal e ali se veem roupas secando. É possível ver postes de fiação elétrica e iluminação.
A casa da fazenda gama “A Casa da Fazenda Gama" hospedou o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira e sua comitiva, quando da primeira visita ao Planalto Central, em 1956. Simbolizando a transferência da capital para o planalto central. A sede da Fazenda Gama ficava próxima ao local onde atualmente está o Catetinho (primeira residência oficial de Juscelino Kubitschek). Uma construção típica do século XVIII, sede de uma fazenda com mais de 161 hectares. Foi tombada pelo decreto Decreto nº 26.660, de 21/03/2006, DODF nº 62, de 29/03/2006, p. 2.

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NOV.B.6 (97)

Formato paisagem, fotografia preto e branco.
A fotografia retrata a Fazenda Gama, tirada no período de 1957-1960.
Na imagem, aparece com centralidade a fachada principal da casa da Fazenda do Gama. A residência possui telhado de quatro águas, telhas coloniais, construída em alvenaria estrutural. Nesta fachada são observadas cinco janelas com esquadrias de madeira fechadas no momento da foto. A entrada é contornada por um alpendre e a porta está entreaberta. Há uma tigela apoiada na cerca do alpendre. Atrás da imagem é possível ver a mangueira do quintal da casa e a cerca que separa o terreno de cultivo. Mais ao fundo se vê uma planície.

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NOV.B.6 (98)

Formato paisagem, fotografia preta e branca.
Na imagem se observa dois galpões da Granja do Torto, ainda em construção. Esta fotografia data do período de 1958-1960. A estrutura de pórticos arqueados em aço, está montada, junto com as terças da cobertura e parte da parede de alvenaria. A frente, terreno arrasado e materiais de construção, da esquerda pra direita monte de areia e tijolos. Ao fundo uma faixa de Cerrado sentido restrito.

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NOV.B.6 (99)

Formato paisagem, fotografia preto e branca.
Segundo o verso da fotografia, esta é datada de 12/01/1959. Localizados na Granja do Torto, aviários para criação de aves. Na margem esquerda da foto se vê a parte posterior de um jipe, onde uma pessoa senta no assento do motorista. Atrás dos aviários, a copa de uma árvore cuja espécie não é possível identificar. Ao fundo formações campestres de Cerrado e à frente, terreno desmatado para execução da granja. Os poleiros estão organizados em fileiras, na imagem se vê onze. São construídos em madeira, com telhado de duas águas bastante inclinadas, telhas de material metálico e abertura nas laterais.

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NOV.B.14 (22)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da construção da barragem do Rio Paranoá. Em primeiro plano, nota-se uma faixa de chão de terra tendo atrás duas muretas que faz a contenção de uma pequena quantidade de água parada e terra remexida em ambas as laterais. Ao fundo, há vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Rio Paranoá, e na lateral direita vegetação campestre (campo sujo), sendo que toda a área é composta de espécies nativas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia incerta).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (60) com alteração de coloração e enquadramento."

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NOV.B.14 (60)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da construção da barragem do Rio Paranoá. Em primeiro plano, nota-se uma faixa de chão de terra tendo atrás duas muretas que faz a contenção de uma pequena quantidade de água parada e terra remexida em ambas as laterais. Ao fundo, logo atrás das muretas há vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Rio Paranoá, e na lateral direita vegetação campestre (campo sujo), sendo que toda a área é composta de espécies nativas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia incerta).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (22) com alteração de coloração e enquadramento."

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NOV.B.21 (21)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica a Granja Modelo Nº1 – também conhecida como Granja do Tamanduá – durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. Ao fundo, nota-se copas de duas árvores nativas do Cerrado. A granja modelo número um, granja do Tamanduá se localizava hoje onde está a Região Administrativa do Recanto das Emas, RA XV e foi cedida a Embrapa em 1972 e hoje funciona a Embrapa hortaliças. Na imagem se vê uma placa, onde lê-se: “NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Granja Modelo Nº 1”. Informações adicionais: ""A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo n2 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo n2 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo n2 04 - Granja do Riacho Fundo. Com o tempo elas foram ocupadas e serviram como residências para autoridades: Torto - Presidentes João Figueiredo e João Goulart; Ipê - Primeiros Ministro: Tancredo Neves e Brochado da Rocha e Chefes de Gabinete Civil: João Leitão de Abreu e Golbery do Couto e Silva; Riacho Fundo - Presidente Emílio Médici. (p. 36) Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital. Granja do Ipê: produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades"".
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