Banco da Lowndes

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NOV.B.07 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-40
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Registra o Comércio Residencial Sul (CRS) 507, em construção. No primeiro plano, vê-se a Via W3 (sentido Rodoviária do Plano Piloto), ainda em terra batida. Adjacente a ela, do lado esquerdo, observa-se troncos de árvores cortados, possivelmente de espécies nativas do Cerrado. No segundo plano, entre a via e os blocos comerciais, ainda do lado esquerdo, são vistos montículos de terra e areia. Os três blocos, registrados em perspectiva, são compostos por três pavimentos e possuem seu térreo coberto por uma marquise contínua que proporciona sombreamento para os pedestres. Na fachada principal dos blocos é possível distinguir alguns elementos e materiais construtivos convencionais: o uso de alvenaria, os tijolos aparentes no peitoril do terceiro pavimento e as esquadrias metálicas com abertura basculante (segundo e terceiro pavimento). Acima da marquise, nota-se a presença de uma abertura gradeada, possivelmente para a ventilação e iluminação do pavimento térreo. Neste último, por sua vez, vê-se as aberturas, separadas por pilares, que delimitarão as lojas comerciais. Ainda na fachada principal, na primeira loja, vê-se uma faixa com as inscrições: "BANCO LOWNDES S.A; BRASÍLIA". A mesma faixa aparece também na empena cega do bloco. Na frente da primeira loja, sob a marquise, é possível identificar quatro homens, todos vestindo calça social e camisa social de cores claras. No horizonte, céu ensolarado com poucas nuvens. A fotografia B.7 (01), refere-se aos mesmos blocos, em uma fase anterior da construção; a B.7 (14) mostra os blocos ao fundo, em fase posterior e a B.7 (29) refere-se ao mesmo prédio comercial (Banco Lowndes, Bloco A), também em fase posterior da construção.

Untitled

NOV.B.18 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-72
  • Item
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
"

Untitled