Avenida W3 Sul

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NOV.B.08 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-5
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotografia exibe pelo menos treze crianças que brincam em um parquinho infantil de areia (continuação da foto (3) e (4)) com gangorras, escorregadores, balanços e trepa-trapa, e logo atrás uma fileira de aproximadamente seis árvores do Cerrado. No primeiro plano, duas crianças com cabelos claros brincam com areia e dois baldes. A maioria das crianças estão emolduradas na fotografia por baixo do escorregador, enquanto balançam e brincam, sendo em primeiro ou segundo planos. Há presença de duas adultas supervisionando as crianças.
Dois homens trabalhadores estão no parquinho por trás das gangorras no canto esquerdo, enquanto outras figura masculina estão posicionadas na parte direita da fotografia atrás dos brinquedos e na frente das construções.
Atrás das brincadeiras há o canteiro de obra e ao fundo, vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificável).
É o mesmo parquinho mostrado na fotografia de número (4) e (3), ocalizado nas proximidades da W3 Sul, no projeto de casas geminadas destinadas aos trabalhadores da Caixa Econonômica entre as quadras 707 e 712.
A construção dos blocos ocorreu entre 1957 a 1958 (Fonte: C30, Ficher, Sylvia; Schlee, Andrey Rosenthal; França, Joana).
Fotografias remissivas: nov-d-4-4-b-8(3); nov-d-4-4-b-8(4)."

Untitled

NOV.B.18 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (que são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Ao centro direito da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
"

Untitled

NOV.B.18 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-11
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (que são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Ao centro esquerdo da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, sendo que em alguns trechos a vegetação se encontra com aspecto mais ralo devido a intervenção humana. Na região final da pista assentada, vê-se alguns tonéis agrupados. No limite esquerdo da fotografia, na pista central, está um caminhão azul de carroceria aparentemente vazia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
"

Untitled

NOV.B.18 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-12
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo da W3 sul em processo de asfaltamento durante os primeiros anos da construção de Brasília, nos anos de 1957 e 1958. A Avenida W3 faz parte da trama viária de Brasília projetada por Lucio Costa (1902-1998), e está localizada entre as quadras 500 e 700, sendo a terceira das vias principais, estando afastada em orientação oeste do Eixo Rodoviário. Nos planos de Lucio Costa, a W3 pretendia transitar entre as escalas regionais e locais, conectando-se com os principais fornecedores exteriores (advindo das rodovias e ferrovias), além de servir como apoio ao comércio das superquadras. Trata-se de uma via secundária com acessos locais, entradas e saídas de estacionamento, tendo uso comercial, residencial e institucional. Se tratando dos aspectos edilícios, em toda sua extensão há a presença de marquises nas edificações, sendo composta de quatro pavimentos que são divididos entre uso comercial e residencial (Camargo, 2019). No registro, à direita das duas vias, nota-se duas construções - prováveis galpões - com acesso principal voltado para a Via W2 ainda sem asfaltamento. Entre os intervalos das vias e grande parte da extensão fotográfica, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, sendo que em alguns trechos a vegetação se encontra com aspecto mais ralo devido a intervenção humana, caracterizando o contexto local do que viria a ser os blocos das superquadras. No solo, a direita da W2, tubulações metálicas empilhadas e dispersas no canteiro lateral. Ao fundo, no quadrante superior, um ambiente de obra transpassa parte do registro, caracterizando processos de terraplenagem e demarcação do solo para o asfaltamento das vias em etapa posterior. Um galpão retangular, pequenas instalações e uma torre d’água são visíveis no mesmo plano, contribuindo para o apoio ao ambiente de obra. Ao fundo, na parte superior do registro, o relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília -, havendo a presença de uma vasta vegetação de Cerrado, com densidade média a alta (fitofisionomia não identificável).
"

Untitled

NOV.B.18 (121)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-121
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro térreo da pavimentação da W3 sul em processo de asfaltamento durante os primeiros anos da construção de Brasília, nos anos de 1957 e 1958. A Avenida W3 faz parte da trama viária de Brasília projetada por Lucio Costa (1902-1998), e está localizada entre as quadras 500 e 700, sendo a terceira das vias principais, estando afastada em orientação oeste do Eixo Rodoviário. Nos planos de Lucio Costa, a W3 pretendia transitar entre as escalas regionais e locais, conectando-se com os principais fornecedores exteriores (advindo das rodovias e ferrovias), além de servir como apoio ao comércio das superquadras. Trata-se de uma via secundária com acessos locais, entradas e saídas de estacionamento, tendo uso comercial, residencial e institucional. Se tratando dos aspectos edilícios, em toda sua extensão há a presença de marquises nas edificações, sendo composta de quatro pavimentos que são divididos entre uso comercial e residencial (Camargo, 2019). No registro duas vias em etapa de asfaltagem, com a faixa da esquerda estando em processo avançado de pavimentação e a direita apenas terraplanada. As vias se estendem a frente até sumir na linha do horizonte, onde é possível vislumbrar a silhueta do que aparenta ser um caminhão vindo pela via da esquerda. As margens das vias e grande parte da extensão fotográfica, é possível ver a vegetação do Cerrado, , com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada), caracterizando o contexto local do que viria a ser os blocos das superquadras. Ao fundo, na linha do horizonte, o relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília -.
"

Untitled

NOV.B.18 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 200, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendem alguns autores como Gouvêa, 1995 e Holston, 1993. Ao centro esquerdo da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte, sendo que em alguns trechos a vegetação se encontra com aspecto mais ralo devido a intervenção humana. Próximo ao limite esquerdo da imagem, um provável Rural Willys trafega na pista marginal (eixinho). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
"

Untitled

NOV.B.18 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-14
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata a construção de casas e comércios das quadras 500 e das vias W3 e W2 do Plano Piloto de Brasília. Representante digital apresenta manchas e riscos verdes. No retrato observa-se, da esquerda para a direita, blocos das quadras 300 em processo construtivo, à frente instalações menores possivelmente destinadas ao apoio ao canteiro. No centro, entre as vias W2 e W3, construções diversas direcionadas para a área de comércio, com valas diversas próximas ao limite inferior da imagem. À esquerda, no quadrante superior, notam-se as áreas das quadras 700, as quais foram destinadas à construção de uso residencial, porém é possível ver que existem construções com grandes planos envidraçados, indicando o uso comercial. Nas bordas da pista à direita, tem-se inúmeras tubulações para instalação do sistema de drenagem. Permeando as construções estão bolsões de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de árvores de porte baixo e médio, em que trechos maiores podem ser observados no canto inferior esquerdo e na lateral direita. Na linha do plano de fundo, estende-se uma vegetação não identificável. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam algumas das 500 unidades residenciais construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP) e pelo Instituto de Previdência (IAPI). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendem alguns autores como Gouvêa, 1995 e Holston, 1993.
"

Untitled

NOV.B.18 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-44
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata a terraplenagem de uma área do Plano Piloto, em Brasília - DF, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista aérea das delimitações do Eixo Rodoviário Sul, onde observa-se os recortes e subdivisões de lotes dentro da matriz de Cerrado. Na interseção do Eixo Rodoviário Sul e uma linha de terra branca, vê-se uma fileira de caminhões amarelos (ao menos sete caminhões) que foram utilizados na construção. Ao fundo é possível ver as construções da Fundação da Casa Popular, responsável por construir 500 casas geminadas com viés social. Ao redor das vias e dos espaços descampados e/ou com construções há vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia em que a vegetação se estende pelo horizonte. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Untitled

NOV.B.18 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-50
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações da W3 Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém manchas esbranquiçadas. Observa-se a via correspondente a W3 sul, na altura da quadra 507/707 sul, ainda sem delimitações de via (faixas ou meio-fio), com algumas edificações lindeiras. À esquerda, tem-se as construções comerciais, mais precisamente a do Banco Lowndes S.A, na primeira fileira de edifícios brancos. Alguns trabalhadores circulam na via e frente aos edifícios que estão por finalizar. À direita, tem-se uma fileira de casas geminadas com cobogós à frente, uma vegetação rasteira revolvida para jardins está entre a pista e as casas, com duas árvores de médio porte sobre a faixa graminosa. No limite direito da fotografia encontra-se uma pilha de areia. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Remissiva B7.
"

Untitled

NOV.B.18 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-56
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

" Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações da W3 Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. À esquerda da via principal W3 Sul, encontram-se as casas populares geminadas de 3 quartos e 80m² construídas pela Fundação da Casa Popular (FCP), na altura das quadras 700. Algumas construções institucionais e comerciais já estavam erguidas na região das quadras 900, acima das casas brancas. Vegetação típica do cerrado (cerrado sentido restrito) está presente entre as construções, com aspecto mais ralo devido a intervenção antrópica, em que nota-se áreas mais preservadas na lateral direita e no canto esquerdo. À direita das pistas principais ao centro, foram feitas as delimitações/loteamentos para as construções comerciais das quadras 500. É visível que um agrupamento/alojamento se localiza em um dos lotes, com algumas pessoas caminhando nos arredores. À frente, na pista à esquerda, vê-se um Jeep Willys, um agrupamento de pessoas caminhando e uma caminhonete atrás. No quadrante superior direito estão localizados os blocos residenciais das quadras 300 e 100. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

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