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NOV.C.2 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-43
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma ambulância militar de cor verde com o símbolo da Cruz Vermelha no quadrado branco de lado e também por trás. Há três jovens parados ou pendurados no estribo lateral direito da ambulância, os três de camisas brancas. No dia do velório do Bernardo Sayão, no Campo da Esperança. Percebe-se do outro lado da ambulância, uma multidão de pessoas (figuras humanas), e podemos identificar policiais uniformizados com capacetes. O(a) fotógrafo(a) que registrou a imagem, destacou a ambulância em detrimento da multidão. No canto inferior direito, mostra-se o rosto de perfil de uma figura feminina com uma sombrinha branca.

Informações Adicionais: “A Cruz Vermelha Brasileira (CVB) foi fundada em 1908, autorizada a iniciar as atividades pelo Decreto n. 2.380, 31 de dezembro de 1910, e reconhecida pela Cruz Vermelha Internacional em 1912. A entidade tinha, entre outros objetivos, prestar diretamente, ou em auxílio ao Governo, socorros a feridos e enfermos e proteção aos necessitados em caso de calamidade pública, quando fossem insuficientes os recursos de defesas sanitárias habituais. Competia à diretoria promover e dirigir a instrução de seus auxiliares e fundar escolas de enfermeiras voluntárias e profissionais.”. (MOTT ; TSUNECHIRO, 2002, p. 594)
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

Sin título

NOV.C.2 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-44
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica mostra duas fileiras de carros que estão estacionados em uma vegetação de Cerrado (típico) com presença humana. Sendo esse espaço o Cemitério do Campo da Esperança. Na primeira fileira, do lado esquerdo da imagem, os carros estão parados em diagonal no meio dos arbustos, e podemos identificar dois (2) kombis verde amarelo no primeiro plano; Volkswagen Kombi (MATSUMOTO, 2021, p. 46-68) modelo Standard, provavelmente 1959 . E a segunda fileira no meio de uma estrada de terra, em que podemos observar uma demarcação de terra que mostra a estrada do lado direito da imagem. No meio das duas fileiras, há duas figuras de costas caminhando uma atrás da outra para o fundo da imagem, uma figura feminina de vestido e uma bolsa preta na mão esquerda, e uma figura masculina de terno. No fundo da imagem, há uma vasta vegetação verde e, por último, o céu nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

Sin título

NOV.C.2 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-45
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica mostra uma multidão. A multidão é composta por figuras masculinas cuja maioria está de terno e figuras femininas. No primeiro plano, mostra-se a traseira de um carro com dois (2) jovens de costas pendurados no automóvel, sendo: um de camisa branca e calça preta, e o outro que está mais perto do registro fotográfico, de camisa branca com mangas dobradas e calça branca. Do lado esquerdo dos jovens, é possível ver policiais uniformizados e com capacete de costas para a câmera, e bem perto da linha horizontal aparece a cabeça de um “homem” que está de perfil, de óculos e cabelo preto; também é possível ver a gola da sua camisa branca e seu terno. No meio da multidão, as pessoas estão de frente para a câmera, há uma sombrinha preta aberta, e do lado dela, há cerca de quatro (4) pessoas com uma altura um pouco mais elevada do que a multidão. Do lado direito da imagem, perto da linha horizontal, há uma figura masculina que se destaca da multidão com um traje verde. Um pouco longe da multidão, três figuras masculinas estão caminhando na direção da vegetação, duas (2) das mesmas estão juntas, de camisas e calças brancas, e o terceiro está de terno e pouco afastado. No fundo da imagem, uma vegetação densa do Cerrado (típico).
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

"

Sin título

NOV.C.2 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-9
  • Unidad documental simple
  • 01/06/1957
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o primeiro presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973), embarca em um carro em frente ao Catetinho II. Ele está vestindo um terno cinza claro sobreposto a um colete e uma camisa branca, além de uma gravata azul e cinto marrom. Israel assume a direção do carro, que ao que tudo indica, é um Chevrolet Yeoman. Enquanto isso, um homem branco, vestindo terno escuro e sorriso no rosto no rosto, segura a porta para que o presidente da NOVACAP entre no veículo. Dentro do automóvel, do lado do passageiro, está outro homem branco sentado de terno e camisa branca, ele direciona o olhar para a porta traseira, por onde entra uma mulher branca, vestida com roupas claras e um pequeno chapéu rosa com detalhes em branco. É possível que essa mulher seja a esposa de Israel Pinheiro, Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013). Em segundo plano, quatro homens observam a cena: dois brancos e dois negros, nenhum deles foi identificado. Todos estão vestidos de forma social, e um deles fuma enquanto observa a cena. Os homens estão na área dos pilotis, que é uma área térrea suspensa por pilares que deixa um vão livre. Na imagem, nota-se que esse o espaço foi utilizado para abrigar um conjunto de mesa e bancos de madeira. Os pilares estão pintados de cinza e encontram-se com as vigas brancas que compõem o teto de madeira, onde estão instaladas luminárias redondas com detalhes em vermelho. Alguns vasos de madeiras com plantas ornamentais estão espalhados pelo térreo. Na parte superior, é possível ver um pequeno recorte do painel treliçado de madeira em amarelo, com alguns adornos nas cores vermelha e verde, fazendo referência à bandeira de Portugal. O mesmo tema é representado pela pequena bandeirola presa ao espelho retrovisor dentro do carro. Através desses detalhes, é possível inferir que essa fotografia foi tirada durante o mês de junho de 1957, durante a passagem do Presidente de Portugal, Francisco Craveiro Lopes (1894 – 1964), ao Brasil, acompanhado de sua comitiva, em uma visita a Brasília. Ao fundo, é possível observar a vegetação do Cerrado com alta densidade de árvores, possivelmente uma mata de galeria.
O prédio Catetinho II, observado nessa imagem, é pouco conhecido na história de Brasília devido a sua breve existência e à escassez de documentação relacionada a ele. O primeiro Catetinho (nomeado em homenagem ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro), foi construído com o propósito de hospedar o presidente Juscelino Kubitschek em suas frequentes visitas à nova capital do Brasil durante o período de construção. No entanto, a equipe de Juscelino considerou o espaço inadequado para suas necessidades, optando por construir uma versão maior, mais bem acabada e confortável. Assim, em janeiro de 1957, nasce o novo Catetinho. Contudo, com o progresso das construções, em 30 de junho de 1958, o Palácio da Alvorada foi inaugurado como a residência oficial do Presidente da República, tornando-se o primeiro edifício de alvenaria de Brasília. Como resultado, o novo Catetinho deixava de ser necessário para abrigar Juscelino, e em 1959 sua estrutura foi vendida ao empreiteiro Sebastião Correa, que não teve interesse em mantê-la. No mesmo ano, o primeiro Catetinho foi tombado como patrimônio histórico.
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Sin título